
O Passion Pit anunciou sua volta com duas músicas novas. O disco Kindred vem representado pelas músicas “Lifted Up (1985)” e “Where The Sky Hangs”, que apenas repetem a fórmula já consagrada pela banda liderada por Michael Angelakos, que volta à ativa depois de ter deixado as atividades da banda em suspenso para se tratar psicologicamente.
O novo disco sai em abril e a capa é esta abaixo:


Percebem algo de diferente no robô?

Vamos ver mais de perto…

Ele abre!

É isso aí – e quem quiser pode comprar o seu aqui.

A moda da sriracha já rolou um tempinho, mas a Heinz não deixou barato e já anunciou um catchup com esse sabor pra esse ano.

Demorou. Vi no Huffington Post.

Os filmes dos irmãos Coen, analisados como uma só obra, contam uma longa história que confunde identidade e moral, segundo esse pequeno mosaico em vídeo feito pelo autor e cineasta Steven Benedict.

Os Replacements voltaram a tocar juntos no ano passado e preparam-se para fazer uma grande turnê esse ano, em que passam pelos EUA em abril e maio e junho pela Europa (alguém vai trazê-los pro Brasil? Acho pouco provável, mas…). E dentro dessa turnê eles fizeram essa bela camiseta pra quem for acompanhá-los além das redes sociais…


O festival goiano Bananada, que acontece entre os dias 11 e 17 de maio deste ano, já começou a anunciar algumas atrações pra esse ano em sua página no Facebook – e, por mais que os nomes de J. Mascis (o homem-Dinosaur Jr.) e King Tuff não sejam estranhos à cena rock da cidade e possam fazer shows históricos, é o momento de celebrar a escalação de Caetano Veloso pra abrir a primeira noite do festival. Tanto do ponto de vista do evento, que aproveita esse longo “momento indie” do velho monstro sagrado pra mostrá-lo ao seu público, como do próprio Caetano, que aceita encontrar-se mais de perto com um público ainda mais jovem do que aquele que acompanha sua fase mais recente. São barreiras que precisam cair e passos como esses devem ser aplaudidos.

O carnaval começou low profile no Baile Psicodélico de Carnaval, que teve a Babee discotecando ao lado do Klaus, em mais uma noite registrada pela Natália.

Fico pensando como chegaram nessa idéia…
Vi no Cartoon Brew.

Neste dia 14 de fevereiro o YouTube completou sua primeira década de existência e eu escrevi uma linha do tempo ressaltando os grandes momentos na história do site e seu impacto em nosso dia a dia pra Ilustrada deste sábado.

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Maior arquivo de vídeos do mundo completa dez anos hoje; lembramos de alguns feitos do YouTube que mudaram nossa relação com a cultura
No começo era só um site em que qualquer um podia subir seu vídeo. Três ex-funcionários do serviço de transferência digital de dinheiro PayPal apostaram no formato que permitia ao usuário divulgar conteúdo sem intermediários, num tempo em que o vídeo on-line era uma lentidão cheia de engasgos.
Quando, no dia 14 de fevereiro de 2005, Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim ativaram o domínio YouTube.com, eles não podiam imaginar que no final do ano seguinte estariam sendo comprados pelo Google por US$ 1,65 bilhão e teriam sua criação na capa da revista “Time”.
O fato é que o YouTube mudou completamente a nossa relação com a internet graças à popularização da comunicação em vídeo. Se antes ela era oligopólio de poucos grupos de comunicação, emissoras de TV, produtoras de conteúdo e estúdios de cinema, a partir da explosão do site o mundo redefiniu o modo como consome e produz vídeos.
Virais intencionais ou não, trailers e músicas que estreiam longe dos cinemas, das TVs ou das lojas de disco, anúncios políticos, diferentes formas de se contar uma história, protestos, esquetes de humor: o YouTube tornou-se um dos canais mais assistidos do mundo todo, nos acostumou a consumir conteúdo via streaming em vez de download e mudou completamente o planeta nos últimos dez anos.


Bem bom esse Havana Connection que o Sakamoto puxou em contraponto ao Manhattan Connection da Globonews. Ao reunir a jornalista Laura Capriglione, o professor Guilherme Boulos e o deputado Jean Wyllys ele não faz nenhuma questão de esconder sua linha editorial e, a partir desse ponto de vista, discute assuntos como a crise hídrica de São Paulo, se o governo da Dilma é de esquerda ou não, a natureza da corrupção no Brasil, Big Brother e UFC. Só de ter uma alternativa ao tom dominante do discurso em vídeo no Brasil já é um grande mérito.


















