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Destaque

Uma horinha de Underworld ao vivo no Morning Becomes Eclectic.

George Martin e seu filho Giles mostram ao filho de George, Dhani, pérola que ficou de fora da edição final de Abbey Road.

Demais.

E aproveitei para escrever para o Divirta-se, do Estadão, sobre minha visita ao estúdio de Peter Jackson, em 2010. Mas o filme de Spielberg, apesar de tecnicamente eficiente (os personagens têm a vida dos desenhos da Pixar e são realistas como os melhores videogames), a história mira principalmente nos velhos fãs e no público infantil, deixando o resultado meio ingênuo e bobo para os tempos atuais.

O maravilhoso mundo de Jackson

“O que você vai fazer na Nova Zelândia?”, me perguntavam todos que sabiam da viagem que fiz em outubro de 2010, quase sempre com a cabeça no infame Jeca Paladium, personagem da extinta TV Colosso que sempre citava o país insular como sinônimo de país improvável.

Mas a maior improbabilidade era o fato deste pequeno país ter conseguido se tornar um dos principais polos cinematográficos do mundo graças ao trabalho de um homem: o neozelandês Peter Jackson. Ele saiu de sua terra natal nos anos 90 para, na década seguinte, transformá-la na sede de seu próprio estúdio de cinema, a Weta, que não pode nem ser considerado um estúdio tradicional de cinema, pois parte do princípio de que a sétima arte deixou de ser uma atividade industrial para ganhar contornos mais próprios ao século digital.

Explico: em vez da produção de um filme seguir os estágios tradicionais – em que um filme começa sendo escrito, para depois ser filmado e, finalmente, ter efeitos especiais inseridos, na Weta essas etapas acontecem simultaneamente. Ao mesmo tempo em que o diretor filma os atores, os roteiristas e produtores encadeiam a história do filme e a equipe que antes era chamada de pós-produção já concebe as criações digitais. É um processo tão detalhado e ensaiado que, quando todas as pontas se unem, os filmes parecem surgir magicamente do nada.

Mas é fruto de planejamentos e estratégias muito bem organizadas. Por isso é fácil criar um ambiente virtual que se prolongue por mais de um filme – como aconteceu com a trilogia ‘Senhor dos Anéis e acontecerá com ‘Avatar’ e com os filmes de Tintim.

O universo já foi concebido e realizado digitalmente no primeiro filme. Para os próximos,basta habitá-lo.

Olha o segundo aí!

Alexandre Matias, Ronaldo Evangelista, Paulo Terron, a geração 2006, Irmãos Coen e Dead Set.


Alexandre Matias & Ronaldo Evangelista (feat. Paulo Terron) – “Vintedoze #02” (MP3)

Falei nela essa semana e eis a capa do terceiro disco da Céu, Caravana Sereia Bloom, que chega às lojas em fevereiro. Pintando mais novas, aviso-lhes.

Ano passado dei uma baita barriga ao anunciar a morte da diva antes da hora, mas dessa vez, infelizmente, é pra valer. 🙁

Força canina

Não sei o que é mais legal: o cachorro-chewbacca, o outro fantasiado de ewok ou o AT-AT no final.

Mais um protesto contra a Sopa.

Haters gonna hate ao cubo. Ainda mais que é uma propaganda.

E a Mallu tá gata…

Quem vem comigo?

Cícero – “Tempo de Pipa”
Lana Del Rey – “Born To Die (Woodkid Remix)”
Foster The People – “Don’t Stop (TheFatRat Remix)”
M83 – “Midnight City (Eric Prydz Private Remix)”
Sleigh Bells – “Comeback Kid”
Jimmy Castor Bunch – “It’s Just Begun”
Mark Ronson + Erykah Badu + Mos Def & Dap-Kings – “Your Momma Don’t Wear No Draws”
Mayer Hawthorne – “A Long Time (Chromeo Remix)”
Coeur De Pirate – “Comme Des Enfants (Le Matos Andy Carmichael Remix)”
Little Boots – “Shake (Crazy P Remix)”
Is Tropical – “Lies (Juveniles Remix)”
Gotye – “Somebody That I Used To Know (Starfuckers Remix)”
John Williams – “Binary Suns (Coyote Kisses Remix)”
Finalzinho Chegando – “Só Tapão”

Bora!