Abaixo, um documentário citado no próximo Vintedoze, para quem quiser se inteirar.
Alexandre Matias, Ronaldo Evangelista, Renata Simões, a discussões online, Esta Vida Puta e All Watched Over by Machines of Loving Grace.
Alexandre Matias & Ronaldo Evangelista (feat. Renata Simões) – “Vintedoze #03” (MP3)
E aqui vai a lista de referências: • Exposicao Miles Davis • Sherlock do Robert Downey Jr. • Tintim • Luiza Está no Canadá • Pinterest • Clarisse Lispector • Dicas da Vovó • Scarlett Johannson • Douglas Coupland • Gmail antibêbados • Century of the Self • Steven Johnson • All Watched Over by Machines of Loving Grace • A Flecha de Deus, Chinua Achebe • Tintim nu no Congo • A Visit from the Goon Squad • La Cumbuca (o outro site do Túlio) • Fita Bruta • R.G. • “O pai da cracolândia” • Esta Puta Vida • O que é o quê •
Eu e Taís jogamos pra geral e nos acabamos de tanto fazer o povo dançar na Noite Trabalho Sujo da semana passada. E na próxima edição da festa, divido os CDJs com a Dani Arrais, que trouxe a tiracolo o aniversariante Thiago @oraporra Guimarães, que resolveu festejar na melhor sexta-feira de São Paulo.
Tem mais fotos da Bárbara aí embaixo…
Assisti no fim da noite de ontem ao filme-show-happening dos Chemical Brothers, que teve pré-estréia em São Paulo e em outras 19 cidades do mundo.
O filme pode ser encarado como um DVD ao vivo projetado em uma telona de cinema (exigência dos Brothers pra fazer algo que não isolasse os fãs em casa), mas ao mesmo tempo Don’t Think está no limite do 3D sem óculos graças a pupilas dilatadas. Mas depois eu falo mais dele.
O filme estréia mesmo no dia 3 de fevereiro e será exibido em pelo menos seis cidades brasileiras – aqui tem uma lista. E certifique-se que o volume da sala esteja no talo.
A festa dessa sexta promete ser… épica. Chamei Dani Arrais – a dona do Don’t Touch My Moleskine e velha comadre de guerra – pra tocar comigo e ela sugeriu chamar o Thiago @oraporra Guimarães, que está fazendo aniversário. Não o conhecia, mas pelo set que ele fez como aperitivo da noite, viu… promete. Dani também fez sua mixtape e as duas seguem aí embaixo. E pra ir na festa, já sabe o esquema, né? As coordenadas estão no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook. E o nome na lista você manda para o email noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h da sexta. E se prepare para uma noite ÉPICA. Eu tou falando: ÉPICA.
Ai meu deus.
Rapture
Cine Joia @ São Paulo
25 de janeiro de 2012
“House of Jealous Lovers”
Que show foda foi esse do Rapture, no dia do aniversário de São Paulo. Nem o calor e o som (ainda) embolado do Cine Joia foram suficientes para apagar o excesso de adrenalina feliz que a banda nova-iorquina injetou num público naturalmente empolgado, mostrando que a evolução de clone do Cure rumo a uma abordagem mais séria da dance music erguessem a banda a um posto como uma espécie de reserva do LCD Soundsystem na seleção deste novo rock do século 21. Não é pouco.
Ainda mais quando se leva em consideração que um dos integrantes toca sax – e caminha pelo palco tocando o sax, como num clipe dos anos 80 (faltou o keytar, mas tudo bem). E quando os quatro colocaram para funcionar músicas que não foram feitas para a pista – “Sail Away”, “Children”, “Come Back to Me”, “Never Die Again” e a faixa-título do terceiro álbum da banda, In The Grace of Your Love -, o show voltava a ser uma apresentação de rock moderno, sem os clichês ou chavões que a tempos contaminam a versão tradicional do gênero. Até os ecos de Cure ressurgiam nos timbres de guitarra ou nas linhas de baixo, mas bem diluídos pelos beats que deram o tom da noite.
Mas houve momentos em que público e banda se envolviam num uníssono de vozes e energia, que tornaram o show memorável – como em “House of Jealous Lovers”, “Get Myself Into It”, “W.A.Y.U.H.” e “How Deep is Your Love”, esta última estrategicamente tocada no final de forma a deixar claro sua função na atual fase da banda. O resultado foi um público fatigado e sorridente, suado e sem acreditar direito no que havia acabado de acontecer no palco. E ao ver os rostos dos músicos, a impressão era que havia reciprocidade no sentimento. Imagina isso no Rio…
Abaixo, alguns vídeos que fiz do show:
Quando o sujeito é fodão, sai de baixo. Vi na Fader.
Justice – “On’n’on (Ruined by Rick Rubin)” (MP3)
Dica do Terron.







