Alexandre Matias, Ronaldo Evangelista, Rogério de Campos, o fim do trabalho intelectual, ficção científica e Love & Rockets. O áudio tá nesse link e o vídeo segue abaixo:
E as referências: • Veneno no Studio SP • Drácula do Coppola • Mamma Mia • “O penultimo filme do Clooney” • “O soldado cortado ao meio” • Donnie Darko • Psirico • MK Ultra • World Trade Center 7 • Klaatu Barada Nikto • The Descendants • Love & Rockets New Stories • Seattle 99 • A crítica de Zeca Camargo à critica • Dahmer: jornalismo, Letuce e Camelo • O livro da Chiquinha • Golden Shower • Tarja Preta • O Pintinho • Daytripper • Banda Crime • Sobre a autoria de “Ai Se Eu Te Pego” • O Espião Que Sabia Demais • Caçapa • Cronocrimenes • Mixtape Veneno: Novos Planos para o Verão • Matt Groening + Ed Lincoln •
É de tirar o fôlego.
Last Shop Standing – Um documentário sobre os últimos exemplares de uma espécie em extinção.
E se você acha que isso é muito chororô, espere quando começarem a fazer desses documentários sobre livrarias…
O Camilo já tinha falado do novo projeto do Adriano – My Dirty Fingers -, mas não custa destacar a parceria dele com a Marina ex-Bonde do Rolê, atual Marina Gasolina. Delícia de música…
E por falar no Adriano, ele e Marquinho – que revi dia desses, no maior reencontro improvável – retomaram aquela que é uma das grandes bandas de rock de São Paulo – e os Butchers’ já estão com show marcado pro mês que vem.
Coisa fina…
Fui ontem no Sesc Pompéia ver o primeiro dia do Nublu Festival com duas expectativas: ver o show do Marginals e ouvir a música nova da Tulipa, que o Ronaldo já havia cantado a bola no blog dele. Estava com uma certa pulga atrás da orelha em relação à participação do Rodrigo Brandão no show dos Marginals – afinal, o próprio já tinha me falado na terça que estava tenso em relação ao show porque os Marginals não ensaiam. E, realmente, não acho que tenha funcionado direito – principalmente pela sensação de que Rodrigo parecia estar sobrando do transe endiabrado que o grupo submeteu o público que lotou a choperia.
Marginals + Rodrigo Brandão – “Sem Título”
Eles estavam infernais – no melhor sentido do termo – e o calor quase sólido que esquentava a casa ajudava no clima pesado da jam. Thiago França, devidamente caracterizado de beduíno, alternava-se entre a flauta transversal, o sax e a própria voz como instrumento, manipulando-os com pedais espalhados ao chão, como também fazia Marcelo Cabral, que até tirou o arco certa feita para deixar seu baixo acústico harmonizar. Tony Gordin, na bateria, dava o clima para as viagens dos dois, mas manteve-se mais contido que o normal, talvez para marcar mais o ritmo e facilitar para as rimas de Brandão.
Marginals- “Sem Título”
Já o Wax Poetic eu acho bem chato – parece um sub-Morcheeba sem carisma e nenhum hit conhecido. Só vale por terem dado espaço para Tulipa apresentar sua nova música, além da banda ter encarado (ponto pra eles) um dos hits dela – “Brocal Dourado” – com o arranjo original.
Wax Poetic + Tulipa Ruiz – “Brocal Dourado” / “Assim”
Você já tinha visto a versão crua – pois segue a versão finalizada, bem melhor:
…and we’re back! A décima Noite Trabalho Sujo vai ser nota 10, escreve aê – não por nada convidei a minha comadre Babee (que convidou outra comadre minha, a querida Malg) pra desfilar as pérolas dançantes do meu podcast favorito, o Boombop Shuffle. Por isso prepare-se para uma noite de extremo bom gosto e pernas doendo de tanto dançar. O caminho das pedras você já sabe, não? Se não sabe, vê no site do Alberta ou na página do evento no Feice. E o nome na lista você manda para o email noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h da sexta. E segue o set que as duas prepararam para o aquecimento da naite.








