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Lembra do Prometheus, filme que o Ridley Scott tá fazendo com o Damon Lindelof? Desde que as primeiras notícias sobre o filme surgiram, tem rolado uma especulação pesada que o filme seria um prequel da saga Alien, que Scott lançou em 1979. A boataria, na verdade, se baseava primeiro, claro, no fato de Scott ser o diretor dos dois filmes. E também pelo fato da forma como o título do filme era apresentado no trailer. Compara o trailer do filme desse ano…

…com o de 1979.

Eis que hoje o próprio Damon twitta o primeiro viral do filme, que é nada menos que um TED (no site do TED) apresentado por um certo Peter Weyland em 2023. Ei-lo:

O sobrenome do megalomaníaco vivido por Guy Pearce é conhecido dos fãs da série – afinal é a empresa Weyland-Yutani que é dona da Nostromo, a trágica nave-palco do primeiro filme. E há ainda a especulação sobre Prometheus explicar o tal do “space jockey” encontrado no filme de 79.

O filme promete! Dica do Ramon.

E me dê os parabéns: são seis anos de Vida Fodona!

Electric Guest – “American Daydream”
Kavinsky + Lovefoxxx – “Nightcall”
Gorillaz + Andre 3000 + James Murphy – “DoYaThing”
João Brasil – “Sou 212 Foda”
Xx – “VCR (André Paste Baile Funk Remix)”
Yuksek – “Off the Wall”
Mahmundi – “Desaguar”
Radio Taxi – “Garota Dourada”
Mayer Hawthorne – “A Long Time (Chromeo Remix)”
Lulu Santos – “Só Faço Com Você”
Bird & the Bee – “Private Eyes”
Lana Del Rey – “Radio”
Supercordas – “Ascensão e Glória do Império Cibernético”
Estelle + Janelle Monae – “Do My Thing”
Ting Tings – “Soul Killing”
Public Image Ltd. – “One Drop”

Por aqui.

Sigo com a minha curadoria do Prata da Casa, no Sesc Pompéia – e o show que encerra o primeiro mês de atividades é com os pernambucanos da Banda de Joseph Tourton. Abaixo segue o texto que escrevi sobre a banda para a programação:

A música instrumental brasileira vem se reinventando depois que uma geração inteira de bandas de rock descobriu que conseguiria se expressar sem necessariamente ter de usar palavras. Essa reivenção, consolidada a partir da virada do século, também acompanhou o momento da segunda fase do mangue beat, quando a cena criada por Chico Science e Fred 04 começou a pesar sobre as novas bandas. É deste cruzamento que surge a Banda de Joseph Tourton, que traz os ângulos não convencionais de bandas como Burro Morto, Hurtmold e Macaco Bong, mas temperados pelo filtro dub característico do Recife, o mesmo que os conecta ao Mombojó e ao produtor Buguinha, e pela presença de duas guitarras pesadas e de sopros lúdicos (flauta e escaleta entoam melodias sobre as ambiências propostas pelo quarteto), mesmo que o flerte instrumental ainda transite pelo jazz, krautrock, funk e, claro, música brasileira.

E na semana que vem, vamos assistir ao lançamento do primeiro disco do Max B.O.!

E lá vêm os mashups!

Esse foi feito pelo Reborn Identity.

Baloji no Brasil

Cruzei o Tejo no show do Marginals (ou foi na Arkestra?) e ele me falou que esse Baloji, MC do Congo, está vindo pro Brasil. Saca esse som…

Dias depois o Luna publicou uma entrevista com ele no Caderno 2, confirmando a vinda pro Brasi e definindo o tipo de música que ele faz…

“Toda a música que faço é baseada nessa ideia de que estar entre dois mundos não significa estar perdido. Eu tinha uma educação, um gosto e uma visão de europeu, mas ainda era um negro na Europa. Não dava pra fingir que não existia uma grande diferença. Quando volto ao Congo, também sou diferente por ter vivido na Europa. A maioria de nós tem problemas para voltar à África porque tentam agir como se não fossem.”

Baloji toca nas quatro noites do Festival Internacional de Francofonia, que rola no Sesc Pompéia, no final de março.

Conforme prometido, eis as fotos do lado Analógico – e a lente cool de Guido Hunn ainda registrou aqueles cantinhos não-pista que fazem da Trackers um lugar tão mágico… (Muito) Mais fotos aí embaixo.

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Xuxa lóki

Podecrer, Xuxa…

Podecrer.

Super sanduba

Deixa ela, vai.

E por falar na fruta amarela, e esse mashup que o Lou Reed postou no Facebook?

Hmmm….

Música nova dos Monkeys. Chama-se “R U Mine” e é um pouco acima da média do grupo.

Mas uma coisa é de se admirar na banda de Alex Turner: eles não param de lançar música nova.