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Destaque

E por falar em Legião Urbana, segue a íntegra da apresentação da banda no Programa Livre, em 1994. Olha o repertório:

“Mais do mesmo”
“1965 (Duas tribos)”
“Que país é este?”
“Love in the afternoon”
“Será”
“Tempo perdido”
“Pais e filhos”
“Vinte e nove”
“Perfeição”

Um rolê por L.A.

A cidade continua impregnada pelo ar dos Doors..

Vai um flashbackzinho aê?

David Bowie – “Heroes”
Legião Urbana – “Perfeição”
Beatles – “A Day in the Life”
Rod Stewart – “Maggie Mae”
Blur – “Girls & Boys”
Human League – “Don’t You Want Me”
Dire Straits – “Money for Nothing”
Rádio Táxi – “Garota Dourada”
RPM – “Louras Geladas”
Neutral Milk Hotel – “Holland 1945”
Arnaldo Baptista – “Vou Me Afundar na Lingerie”
Tim Maia – “Brother, Father, Sister and Mother”
Babe Ruth – “The Mexican”
Paul McCartney – “Temporary Secretary”
Aphex Twin – “Windowlicker”

Vem!

Mad Men voltou essa semana (quem sabe eu entre na onda da série, preciso retomá-la) e a Newsweek aproveitou a deixa para voltar seu projeto gráfico para 1965, incluindo aí, como não, a publicidade…

Bem massa. Vi no Das Bancas.

Cara…

O gordo que rola nu na estrada (nunca vi um nome tão longo para um fantasma) é uma das lendas mais sem objetivo que vi em minha vida. Fiquei sabendo desta história, tal como contei na postagem anterior, quando fazia uma viagem em caminhão entre Buenos Aires e São Paulo em 2005. Os caminhoneiros relataram que, perto de São Gabriel, no centro do Rio Grande do Sul, existe a lenda do “homem gordo que rola nu na estrada”. Um deles, um senhor de 65 anos, jurava de pé junto que havia deparado-se com este adiposo fantasma uma noite de lua cheia na estrada em meados dos anos 90. Não é um fantasma que apareça com frequência.

Físico – Trata-se, pelas descrições, de um senhor muito gordo, obeso, de talvez uns 150 a 160 quilos, que – totalmente nu – rola ladeira abaixo na estrada. O sr. em questão é “branquelo”, o que sugere que poderia ter sido – no período em que estava vivo e que tinha que pagar impostos – um integrante da comunidade polonesa ou alemã da região, segundo o diálogo que mantive com o grupo de pessoas que acreditavam no “gordo que rola…”. No entanto, quando tentei especular sobre a eventualidade de que fosse albino, não tive respostas entusiastas sobre o assunto.

Modus operandi – Ele rola nu, girando a grande velocidade (como se fosse um imenso barril). E, quando está perto da colisão com um veículo, desaparece no ar.

Onde – Ele rola na estrada. Em uma ladeira, na direção do declive. Logo, não há esforço algum.

Efeitos colaterais da performance do gordo nu e branco – Nenhum efeito. O gordo aparece e some. O único ponto negativo é o susto – breve – do risco de atropelar o obeso fantasma. E de talvez amassar o pára-lamas

Trânsito – O gordo em questão atua em um trecho específico da estrada (e somente à noite). E. mais especificamente ainda, só para os que trafegam de Uruguaiana rumo à Porto Alegre (no sentido inverso, aparentemente, o sr. obeso não age. O motivo disso não o conheço. Mas, essa unilateralidade não parecia que fosse um problema para as testemunhas desse evento fantasmagórico)

Ariel Palácios conta essa e outras num post velho de seu blog.

“Baby don’t hurt me… no more”

Alexandre Matias, Ronaldo Evangelista, Guilherme Werneck, Fernando Sabino, os beats e quadrinhos autobiográficos.

E o MP3 tá aqui.

Como eu amo o Brasil, putamerda.

Juçara postou em seu Soundcloud a versão feita só no gogó pelas meninas do Vésper para o clássico dos Racionais – em que ela mesma segura a voz principal. Bem bom. Dica do Arthur – e a foto é que ilustra o post é da participação dela no show do Sambanzo no Prata da Casa, feita pelo Josué de Holanda.

Eu não gostei, mas teve quem gostasse, portanto…