A Inker tá sorteando ingressos para o show que acontece dia 12 no Cine Jóia. Quem estiver a fim só precisa contar sua história pessoal com o Sonic Youth (a primeira vez que ouviu, se assistiu a algum dos shows da banda por aqui, alguma epifania enquanto ouvia alguma música…) aí embaixo que até a terça que vem eu anuncio quem vai retirar o par de ingressos na entrada do show.
Você já deve ter visto o original há tempos, mas Rob Paulson, dublador do Animaniac mais velho, lembra da música até hoje:
Paul McCartney chamou os velhos compadres para acompanhá-lo ao final de uma apresentação no Royal Albert Hall, na Inglaterra, no fim do mês passado.
Vi no Lucio.
Surpresa! Sem hesitar, dominamos a véspera da Sexta Santa e invadimos a Trackers para mais uma edição do encontro arrasa-quarteirão TRABALHO SUJO + VENENO SOUNDSYSTEM, quinta-feira, 5 de abril, meia-noite, agora. Se segura, que pra noite especial convocamos uma escalação feminina de altíssimo nível, botando os homens em seus lugares: a dupla já prata da casa SRY (de Giu Viscardi e Renata Chebel) e a one and only Flavia Durante, além da caliente e elegante dupla por trás da festa MACUMBIA, Flora Lahuerta e Gabi Ribeiro. De um lado, para nossa alegria, soul moderno, pop sem lei. Na outra pista, latinidades mágicas, pérolas brasileiras, grooves irresistíveis. O caminho você conhece: centro de São Paulo, esquina da São João com bulevar Dom José, primeiro andar do prédio da Trackers, duas pistas, salas secretas, varanda, diversão, madrugada da paixão. Confirme sua presença na página do evento no Facebook ou para o email baileveneno@gmail.com.
Poizé, eles voltaram.
Mas esse reggaeinho é fraco (o refrão parece Spice Girls). Vamos esperar o resto do disco.
Mantendo a média de bons clipes, o OK Go vem com essa beleza:
Vi no Marcelo.
E os Garotas Suecas seguem sua sina tropicalista…
Começamos a programação de abril com o trabalho solo do Supercorda, autor do meu disco brasileiro favorito do ano passado, Um Futuro Inteiro, tocando-o no Sesc Pompéia com o auxílio luxuoso de sua banda oficial. O show começa às 21h, é de graça, e os ingressos começam a ser distribuídos às 20h. Abaixo, o texto de apresentação que escrevi para o show dele:
A psicodelia brasileira tem um ar meio matuto, meio caipira, como se os grandes nomes da nossa música lisérgica olhassem a urbanidade com desconfiança ou picardia. Mesmo seu maior nome – os Mutantes – brincava com isso em músicas como “2001” e “Tiroleite”. Os cariocas do Supercordas assumem essa conexão em sua plenitude – mas um de seus integrantes, Pedro Bonifrate, vai além: não apenas linka o estado de espírito da expansão de consciência a uma arcádia roceira, utopia rural brasileira, como a localiza no Clube da Esquina do início dos anos 70, quando a turma de Milton e Lô ainda tomava doses cavalares de Abbey Road. Sua carreira solo vem sendo maturada há anos, em EPs gravados em CD-R e faixas em MP3, mas só em 2011 lançou seu primeiro álbum, o belíssimo Um Futuro Inteiro, cuja melancolia parece concluir que o lado sombrio da psicodelia passa pela tristeza do jeca.



