Os detalhes do vídeo acima, o clipe novo do Emicida, começam com o elenco desse Kill Bill paulistano:
Elenco: Emicida, Neymar, Fióti, Eiryo Okura, Alan Antunes, Gaby Amarantos, Sandro Dias, Rael da Rima, Kamau, Projota e Rashid.
E por mais onipresente que Emicida possa parecer, também há uma sensação de que ele tá só começando…
Alguém contava com algo próximo ao que rolou nesse episódio passado? Um dos melhores da série – clique no vídeo abaixo por sua conta e risco…
Uma noite memorável! Aproveito pra agradecer em público o auxílio luxuoso do Pattoli, da Flávia e das SRY que ajudaram a esquentar a madrugada fria do sábado para o domingo. Abaixo, algumas fotos de divulgação da festa, além do vídeo que foi ao ar ainda no domingo.
Demais esses pôsteres da Filarmônica de Berlim. Vi no blog da Carol.
Você já parou para pensar na possibilidade do amor ser uma mistura entre êxtase com admiração, alegria com confiança, serenidade com aceitação? Ou do remorso ser fruto do luto com o nojo, da tristeza com o desgosto, da chateação com a melancolia – e de ele ser o oposto exato do amor, e não o ódio?
Essas são muitas das revelações do diagrama acima, desenvolvido pelo psicólogo Robert Plutchik, em 1980. Vi no Update or Die.
E hoje é dia de assistir a um filme ao ar livre, na maior tela de cinema do mundo, e depois se esbaldar na primeira incursão das Noites Trabalho Sujo para além das portas do Alberta. E para tocar na festa do Vivo Open Air de hoje chamei só gente fina – e que você já conhece bem se um dia se aventurou por alguma das minhas festa: Flávia Durante, Luiz Pattoli e as SRY (Giuliana Viscardi e Renata Chebel) me ajudam a incendiar a pista depois do filme Sete Dias com Marilyn, único título do festival que nunca foi exibido no Brasil. As coordenadas para a noite deste sábado podem ser encontradas no site oficial do evento. A noite promete!
Gosto mais dessas músicas do que de “Contravento”, que já havia postado aqui.
Mais um texto meu e da Helô pro Blog do IMS:
“Fui a Garanhuns e não comi ninguém”, diria uma camiseta inventada em alguma conversa pela internet, mais uma piadinha infame em cima de um dos crimes mais chocantes e grotescos do século 21 brasileiro: um homem, sua mulher e sua amante mataram, mutilaram e comeram um número ainda não definido de mulheres, em Pernambuco. Os canibais preferiam o fígado, mas não desprezavam músculos. Foram encontrados pedaços de carne humana congelados no freezer da casa. E eles admitiram misturar carne humana ao recheio da coxinha (entre outros salgadinhos) que a mulher vendia pela cidade. E assim transformaram a vizinhança em canibais involuntários. Presos no dia 11 deste mês, os canibais de Garanhuns confessaram o crime, fizeram ressalva (comemos o fígado, não o coração – “ah bom!”) e despertaram a ira dos locais. Moradores da região invadiram a casa após a prisão do trio e puseram fogo em tudo.
Duas vezes
O compadre Claudio Silvano – autor do blog Anorak e dos flyers das Noites Trabalho Sujo – baixou em São Paulo na semana passada, vindo de BH às vésperas de se mudar para Paris. E me ajudou a demolir a pista do Alberta com doses cavalares de hits arrasa-quarteirão, como você pode ver pelas fotos do Leandro Furini, abaixo:












