…E como não poderia deixar de acontecer, a série inglesa deu origem a uma série norte-americana…
Pelo menos o Sherlock (vivido pelo Jonny Lee Miller, o Sick Boy do Trainspotting) ainda é inglês, mas o que dizer desse Watson vivido pela… Lucy Liu?
E por falar no personagem desse clássico dos anos 90…
Guten Abend, mit David Bowie.
Dois trailers novos e pronto: estamos mesmo em território Alien.
Uma homenagem do Oatmeal que eu tunguei inteirinha pra cá:
O original ainda lista uma série de links relacionados ao trabalho deste gênio.
Calma, vai rolar, só estamos pensando em umas coisas…
O mesmo Van Zoggel que fez os selos de Guerra nas Estrelas já tinha imaginado pôsteres de filmes sobre memes da internet, veja abaixo…
E o designer Stefan van Zoggel imaginou como seriam selos inspirados pela saga de George Lucas. Algumas amostras aí embaixo…
…tão pouco tempo pra escrever. Vi Racionais, Céu, Quarto Negro e Silva nos últimos dias, além de estar presente nos dois dias do Sónar em São Paulo, mas me falta tempo pra escrever sobre os shows (embora os vídeos que fiz já estejam todos no ar, para quem quiser assistir – tou colando uns aí embaixo). Enquanto não escrevo, linko a resenha que o Camilo fez para o ótimo festival do fim de semana, além dos textos que o Bruno fez sobre os shows do Sónar que conseguiu levar para o Circo Voador via Queremos (Mogwai, Little Dragon, James Blake e Chromeo). O Lucas também comentou sobre o show do James Blake (que perdi :-/).
Lorena Calabria investiga este fenômeno moderno…
Sexta feira passada, Espaço da Américas, a turnê Los Hermanos chega a São Paulo. Cerca de 8 mil pessoas na plateia. O show começa e, adivinha, começa o karaokê coletivo.
Esperei um pouco e fui furando a multidão. Ninguém dificultou, passei tranquila e fiquei bem no miolo. Ao lado, quatro amigas cantavam se olhando no olho. Dois casais abraçadinhos. Um menina chorava. Três amigos gritavam todas as letras. Esses, confesso, quase me fizeram mudar de lugar.
Um momento do show me chamou atenção em especial: o coro final de “Conversa de Botas batidas”. 8 mil pessoas na plateia cantando sem aumentar o tom. Tão certinho, como se fosse ensaiado. É bonito. Como o som crescente da torcida na hora do gol.
Aquela felicidade coletiva deve irritar também. Como essas pessoas podem delirar por uma banda que nem tá mais na ativa? Talvez seja isso: saber que pode ser a última chance de ver Los Hermanos ao vivo provoca uma comoção maior.
Lembrei dos outros shows que vi no mesmo Espaço das Américas: Morrissey e Noel Gallagher. Na boa, os fãs mais ardorosos dos gringos se comportam do mesmo modo que os do LH. Qualquer fã, de qualquer bandinha, se comporta assim.
Continua lá no blog dela…
















