Dia 14 de agosto, no Cine Jóia, naquele esquema de festa fechada do Multishow, a Mixtape. Se pans, descolo uns ingressos pra sortear aqui, vamos ver…
E updeite urgente: No dia seguinte vai ter show aberto, pra todo mundo, com ingressos à venda.
Eitaporra, olha isso que a Tati me mandou:
E o pior é que não ficou ruim… Strange times, eu curto.
De chofre.
Ritchie – “A Vida Tem Dessas Coisas”
Massive Attack – “Teardrop”
Public Enemy – “Security of The First World”
N*E*R*D – “Things Are Getting Better”
Curumin – “Passarinho”
Of Montreal + Solange Knowles – “Sex Karma”
Chromatics – “Lady”
Xx – “VCR (André Paste Remix)”
Supertramp – “Breakfast in America”
Beatles – “I Am the Walrus”
TLC – “No Srubs”
Lana Del Rey – “Blue Jeans (Penguin Prision Remix Rod Mendoza Edit)”
2Pac – “California Love”
Hall & Oates – “I Can’t Go For That (No Can Do)”
Michael Jackson – “Billie Jean”
Massive Attack – “Safe From Harm”
Guilherme Arantes – “Meu Mundo e Nada Mais”
E o Destak levanta a bola que a banda de Rivers Cuomo talvez apareça no Brasil no segundo semestre deste ano, provavelmente no festival SWU. Não custa lembrar que o Destak acertou sobre a vinda mais recente de Dylan pra cá e errou sobre a vinda do Cure.
Chegou a sexta-feira e com ela a Noite Trabalho Sujo – desta vez quem me acompanha na pistinha do Alberta é minha querida Carol Morena, uma das donas da Bolha, a melhor festa de rock de Salvador. Mas a melhor sexta-feira de São Paulo não é feita só de rock, disse pra ela trazer todo seu arsenal de músicas foda pra nos acabarmos hoje à noite. Lembra das coordenadas, né? Se não, é só entrar no site do Alberta ou na página do evento no Facebook, tudo que você precisa saber está lá. E para incluir seu nome na lista de desconto, é só mandar email para noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h. Vamo nelson!
Vi aqui.
E esses dois então?
Ninguém nem sabe se esses meninos são brasileiros ou não…

Escrevi sobre o novo filme de Ridley Scott, o aguardado Prometheus, na edição desta semana do Divirta-se – e dividi a crítica em dois formatos: para quem já sabe sobre o que é o filme e para quem não sabe nada. Vá na fé:
Sem alarme, sem surpresas
Longa busca o sentido da vida e marca o retorno de Ridley Scott (de ‘Alien’) à ficção-científica
Prometheus, o filme de Ridley Scott que estreia hoje no Brasil, vem sendo festejado como a grande volta do diretor à ficção científica, tema que lhe revelou ao grande público graças aos filmes ‘Alien – O Oitavo Passageiro’ (1979) e ‘Blade Runner – O Caçador de Androides’ (1982). O primeiro, ‘Alien’, não foi um fenômeno de bilheteria, mas cresceu à medida em que o filme virou uma franquia que se estabeleceu por consolidar o trabalho de novos diretores (James Cameron, David Fincher e Jean-Pierre Jeunet). Já ‘Blade Runner’ foi responsável por criar o conceito de filme cult, ao superar o fracasso de bilheteria graças ao sucesso nas locadoras e na TV a cabo.
Os tempos também eram outros para a ficção científica, que, mesmo atravessando uma boa fase nos anos 80, nem de longe passou pelo auge da última década. O próprio Ridley Scott mudou e bastante – deixou temas específicos e ousados por filmes épicos de temas convencionais ao cinema.
Por isso, há um excesso de expectativa em relação a ‘Prometheus’, que narra a história de uma expedição espacial rumo a um planeta que poderia explicar a origem da humanidade.
Junte estes fatores citados ao fato que a produção foi revelando, aos poucos e desde o início do ano, uma série de pistas sobre o tema do filme e temos o dilema do fim de semana: assistir a ‘Prometheus’ com muita ou nenhuma expectativa? Optamos pelos dois caminhos. Veja a seguir.
Expectativa alta = decepção
Se você não sabe nada sobre a história de ‘Prometheus’, pare de ler este texto e vá para a coluna abaixo. Mas se você acompanhou os trailers, a especulação online, leu as primeiras resenhas que apareceram no exterior, assistiu ao TED falso com Guy Pearce e foi juntando diferentes peças que a produção revelou aos poucos, já deve saber que o filme funciona como uma introdução ao universo de ‘Alien’. Não conta como exatamente o monstro foi parar na nave do primeiro filme, e sim como aconteceu o primeiro contato entre a nossa espécie e a deles. E isso não é contado de forma casual como no primeiro filme, que basicamente narrava um problema com um cargueiro espacial.
Em ‘Prometheus’, a premissa é grandiosa, busca o sentido da vida e ganha dimensões desproporcionais – mas a história não acompanha a forma. Por isso, o que vemos é um ‘Alien’ superproduzido com rigor e zelo, mas sem oapelo sombrio e tétrico do primeiro filme. E, assim, decepciona.
Expectativa baixa = diversão
Se você não sabe nada sobre ‘Prometheus’, certifique-se que entrará assim mesmo na sala de cinema. Sem saber de nenhuma premissa anterior, é possível admirar uma história que tem altas aspirações e que é muito bem executada. O apuro estético justifica o ingresso: a direção é segura, ainda que convencional, os efeitos especiais são incríveis, o som é notável e a direção de arte talvez seja o grande trunfo do filme.
O elenco é OK: Michael Fassbender é sempre competente, Charlize Theron está bem como antagonista da tripulação e o resto dos atores não chega a comprometer, embora não tenham nenhum brilho. O que nos deixa com a história, que caminha sobre a temática de Erich von Däniken (do clássico ‘Eram os Deuses Astronautas?’) e da série ‘Ancient Aliens’, do History Channel, mas logo descamba para a tensão de um filme de horror B.
E é aí que‘Prometheus’funciona: tem o roteiro de um filme de baixo orçamento mas é filmado como uma superprodução. Não chega a ser bom, mas também não é ruim. Ao menos diverte.
Um pouco de Kimya Dawnson. Foto da Jennifer B.
Você lembra dessa música?
Ou lembra porque parece essa?
Na real, essa comparação é tão antiga que até o Nowaysis (banda cover de Oasis que existia nos anos 90) já fez uma versão do jingle à Oasis num Top of the Pops do século passado.
Não invalida a qualidade de “Shakermaker”, mas eu não conhecia essa comparação.








