Worlds collide quando Waldo Squash, da Gang do Eletro, dá um trato no K-pop do Psy.
Queria ver a letra em português que o Maderito faria pra versão original…
Antes mais nada, ouça:
De novo:
Olhaê o disco todo dele:
O pós-dubstep do XXYYXX habita um território ambient do hip hop há muito explorado por bastiões como Massive Attack, DJ Shadow, parte da gravadora Warp e da Stones Throw. Mas no caso da obra do garoto Marcel Everett é como se tivéssemos, pela primeira vez, uma visão nativa, de dentro, de um universo sonoro em que beats e texturas – inclusive vocais – se entrelaçam, como se não fizessem distinção entre si. Há um impressionismo animal, que, de saída, já corrói o conceito cartesiano de canção e o transforma suas faixas em ecossistemas que poderiam ser apreciado por alguns segundos ou por dias inteiros, não apenas por meros minutos. E quando você descobre que Marcel, da Flórida, tem apenas 16 anos, que aprendeu a tocar há dois anos, é fã de R. Kelly e Ja Rule e se declara CEO do Illuminatti é de se pensar se isso talvez seja o tom dessa década que ainda está começando…
Thiago lança seu Estrela Decadente no sábado que vem, dia 6, no Sesc Pompéia, onde, além do disco físico (o virtual pode ser baixado em seu site) irá vender versões ampliadas dos minipôsteres que estão no encarte do segundo álbum (com tiragem limitada). Neles, Pethit e os convidados do disco (a saber: Mallu Magalhães, Cida Moreira, o produtor Kassin, o baterista Stephane San Juan, o guitarrista Pedro Penna e a pianista Camila Lordy) posam como se as músicas do CD fossem filmes – o que tem a ver com o conceito do disco. Pethit descolou versões ampliadas dos cartazes pra eu colocar aqui no site. Veja os outros abaixo:
Olha só a capa que o Grampá fez pro novo disco do Gui Amabis, Trabalhos Carnívoros…
Vocês lembram que ano passado o primeiro disco dele sorrateiramente ficou entre os melhores do ano, né… O segundo disco será lançado no mês que vem pela YB e vai que no show de domingo agora, na Casa do Mancha, ele toca algumas músicas do disco novo?
Incrível essa galeria de fotos do embate de Bento 16 contra o vento feita pela Manu no Jezebel. Aí embaixo tem mais:
E na Globonews, ainda por cima…
É, amigo… Dica do Luís Augusto, valeu!
Agora é oficial, pode chorar:
Todos os discos dos Beatles – de acordo com a discografia considerada oficial, a inglesa – serão relançados em vinil 180 gramas a partir do próximo dia 13 de novembro, em uma caixa que reunirá todos os discos de acordo com suas versões originais. São 14 discos: 12 lançados pela banda ainda na ativa, sendo dois póstumos – Let it Be, lançado logo após o fim da banda, em 1970, e os dois volumes do Past Masters, que reunia todo material que não saiu em álbuns, apenas em compactos. Os discos serão vendidos separadamente, mas a caixa conterá um livro de 252 páginas em que o produtor de rádio inglês Kevin Howlett, detalha a gravação de cada disco individualmente, com um capítulo para cada álbum, repleto de fotos raras e inéditas. A caixa custará US$ 399 e cada disco ficará entre US$ 25 e US$ 30. No ano que vem, o grupo relança a caixa em versão mono (!). Não duvide se bater todos os recordes de faturamento da história da banda – e alavancar ainda mais a renascida indústria do vinil.
Abaixo, a lista de todos os discos lançados, com os detalhes sobre o tratamento de áudio e visual de cada relançamento:
Que pérola!
Pinçada pelo Dangerous Minds.
Ted Boy Marino, que morreu agora há pouco, seria um pouco mais que uma nota de rodapé na cultura pop brasileira caso não tivesse sido um dos primeiros Trapalhões – quando o grupo de Renato Aragão era formado pelo próprio, Ivon Cury, Wanderley Cardoso e, claro, o próprio Ted Boy. Uma espécie de Anderson Silva da Jovem Guarda, ele foi o responsável pela popularização do telecatch no Brasil e seu jeito de brigão e sotaque carregado (era italiano mas cresceu na Argentina) o garantiram seu lugar naquele rascunho chamado Adoráveis Trapalhões, ainda nos anos 60. Depois Didi assumiria o personagem e reinventaria o grupo sem o adjetivo, tornando-o clássico. Mas Ted Boy Marino não era um mero Pete Best e teve vida própria, como podemos comprovar nessa reportagem da revista Cruzeiro recuperada pelo incrível Tarnished Angels (de onde saiu a foto que ilustra esse post) como em seu single Jovem Guarda, “Rapaz Moderno”, abaixo:
Possivelmente a melhor versão até agora.
Parabéns ao pessoal do Fórum Chaves, que remixou essa pérola.











