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Destaque

E lá se vem mais uma versão do hit coreano, dessa vez, com uma banda de escola:

Mais uma da banda do ator-faz-tudo, desta vez com a lenda-viva da Motown nos vocais…

O Acervo Ayom desenterrou esse disco Tam… Tam… Tam…!, de 1958, que registra uma série de música de terreiro, entre elas uma certa “Nanã Imborô” cujo canto é muito parecido com o canto de Jorge Ben em seu primeiro hit, “Mas Que Nada”, antes da letra começar. Saca só:

Dica do Gás.

Eis a capa do primeiro disco do Silva, que será lançado na semana que vem digitalmente e chega na versão física até o fim do mês. O disco chama-se Claridão e pode ser um dos grandes de 2012. Abaixo, a mesma capa sem o adesivo que identifica o disco, e três vídeos que dão uma amostra da seriedade do novo disco:

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E hoje no Prata da Casa a Kika lança seu primeiro disco, Pra Viagem (que pode ser baixado na íntegra em seu site) – e o show promete. Os ingressos começam a ser distribuídos às 20h e o show, de graça, rola a partir das 21h. Abaixo, o texto que escrevi sobre ela para o prpjeto. Vamo?

Dub, afrobeat, samba, reggae: São Paulo vive um 2012 que mistura gêneros musicais negros de forma muito fluida, em que os tambores da África encontram a manha brasileira e a ginga caribenha num caldeirão de grooves que quase sempre descamba para a catarse de arranjos polirrítmicos e celebração percussiva. A cantora e compositora Kika, no entanto, transpõe essa expectativa e compacta toda exuberância em seu canto macio e pequeno, mas cheio de autoridade e firmeza. Criada sob as bençãos do estúdio Traquitana e do produtor Victor Rice – duas instituições do novo groove paulistano -, ela gravou seu primeiro disco, Pra Viagem, disponível para download gratuitamente, com uma seleção de músicos que fazem parte do filé mignon desta atual safra paulistana – como Anelis Assumpção, Dustan Gallas, Kiko Dinucci e músicos da banda Bixiga 70. Mas ela nunca deixa o holofote e conduz calmamente seu baile, gingando tranquila enquanto canta com uma naturalidade própria.

Já que o Scorsese preferiu registrar um show em vez de contar a história dos Stones (como fez com Dylan e com George), restou aos próprios Stones contar sua própria saga, em Crossfire Hurricane, que estréia nos cinemas do exterior este mês.

O filme é dirigido por Brett Morgen, que fez o excelente The Kid Stays in the Picture (já viram? É excelente!) sobre o produtor-mestre da melhor era de Hollywood, Robert Evans, e conta com entrevistas com todos os Stones, além de vasto material de arquivo. Será que chega aos cinemas do Brasil.

Mellon Collie & The Infinite Sadness também conhecido como “o disco em que os Smashing Pumpkins desandaram de vez” ou, mais precisamente, “Billy Corgan pirou” e agora recebe tratamento de luxo pra fã nenhum botar defeito: são cinco CDs e um DVD com mais 64 faixas além das 28 originais, dois livros, pacote completo. Mas se eu lembro direito, um dos esportes da época era montar uma versão simples do Mellon Collie (o original era duplo) pra mostrar que os Pumpkins ainda teriam salvação. Se muitas que foram parar no disco não valiam à pena, imagina essas 64 não ouvidas…

O pior é que não duvide nada se pintar pelo menos uma música boa no meio dessas tantas. Corgan ainda era bom compositor e pode ter deixado passar algo, por mais perfeccionista que tenha se tornado. Não custa lembrar que é o disco que nos deu a melhor música do Cure que não foi composta por Robert Smith:

Tulipa se entrega em “Víbora”, das melhores músicas de seu novo Tudo Tanto, em vídeo feito no finde pelo Diego.

A foto do bottom é do Insta dela.

Novos gestos

E o WTF do dia vai para Bruno Medina, do Los Hermanos, propondo gestos pra sintetizar ações ligadas ao meio digital.

Os gestos acima significam “só conheço na web”, “momento Instagram”, “dá um Google nisso” e “tá bombando no YouTube”. Poizé.

Vamos começar os trabalhos do dia com a música que abre o incrível disco de estréia do Star Slinger, uma faixa criada em cima de outra, das Staples Singers.