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Jogar é humano

Ian Bennett, do Follow the Foot, fez um filme para ilustrar os pequenos jogos que nos propomos diariamente.

Eu chamo isso de “novas superstições”. Outros devem chamar de transtorno obsessivo compulsivo. Normal.

E você, que jogos joga?

Mais integrantes do Odd Future vai para além do hip hop. Depois do Frank Ocean, é a vez da Syd tha Kyd e do Matt Martians se reinventar como The Internet – e acenar um futuro próximo em que o trip hop renasce das trevas.

Dica do JapaOne, valeu!

Vamo começar a terça direito?

Um “clássico é clássico” do futuro:

Assange e Gaga bateram um papo durante um jantar de cinco horas nesta segunda-feira de noite, segundo o site Digital Spy. Quem quer se beneficiar da fama de quem? Será que já vamos começar o revival do o início desta década?

A dupla de indie folk paulistana Onagra Claudique é a atração de hoje no Prata da Casa do Sesc Pompéia. O esquema é aquele de sempre: chega uma hora antes do show (que começa às 21h) e retira seu ingresso de graça na bilheteria. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto sobre a banda:

Duas novas tradições correm em paralelo na músicaclaramente acústica brasileira e pouquíssimas vezes se cruzam. De um lado, há uma MPB influenciada pelos violões e clima pastoril de uma música mineira que começa no Clube da Esquina e que, vez por outra, flerta com certo indie rock mais introspectivo e tímido. Do mesmo jeito, há uma safra de bandas indies brasileiras que, como parte de um movimento global, redescobre os prazeres da música acústica através da música folk norte-americana ou britânica. Entre as poucas intersecções, os paulistanos do Onagra Claudique destacam-se por explorar por completo este horizonte de acordes maiores e texturas claras, com pouco sotaque urbano. Formado por Roger Valença e Diego Scalada, o grupo lançou seu primeiro EP – A Hora e a Vez de Onagra Claudique – este ano, após gravá-lo em São Paulo, sob a produção de Mauro Motoki, do Ludov, e masterizá-lo no Sterling Sound, em Nova York. O resultado soa tão Fleet Foxes quanto Lô Borges, tão Bon Iver quanto Rosie & Me, mesmo que cantando sempre em português.

E essa versãozinha supimpa, hein?

Outra música nova do bom velhinho e sua gangue. Dezessete minutos. Coisa séria.

Sério… O rei precisa se submeter a isso pra provar sua majestade? Desse jeito complica… Vamos ter que esperar algum remix pra salvar isso?

A foto acima é do Roberto no enterro da Hebe.

Inspirado no já clássico How Report the News, aquele quadro metatelejornalístico do Charlie Brooker (um dos grandes nomes do século 21, caso você não esteja prestando atenção), a turma do Piangers fez essa paródia do programa político padrão – para qualquer candidato, de qualquer partido, em qualquer cidade do Brasil – para o primeiro turno, mas também vale para o segundo. E possivelmente pras próximas eleições dessa década.

Já falei que um dos principais problemas da nossa era é a chatice? Mas bem que podiam fazer um desses de novela…

É do ano passado, mas tá valendo:

Essa mulher é demais.