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Destaque

Mais uma Noite Trabalho Sujo memorável, daquelas que vão ficar na cabeça e no coração por um bom tempo – pois além de tocarmos apenas Beatles (sem versões, sem carreira solo, sem remix), eu, o Danilo, o Mutley, o Wilsera e a Babee tivemos a manha de não repetir nenhuma música sequer por toda a madruga. Foi épico, como dá pra sacar pelas fotos da Bárbara, aí embaixo. A próxima festa tem o Pattoli tocando junto com a irmã dele, a Bia, e a Noite Trabalho Sujo está na eleição de Melhor Noite de 2012 segundo o Guia da Folha. Vota lá!

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Outro mestre que se vai, com a singular característica de que sua obra mais popular também é a mais importante, como se Abbey Road ou Revolver tivessem provocado a beatlemania ou se Kind of Blue, In a Silent Way e o Bitches’ Brew fossem um mesmo disco. Time Out é o nome da obra-prima do quarteto do pianista que faria aniversário no dia seguinte à sua morte e é um dos melhores discos de todos os tempos. Ponha os fones, aperte o play e celebre a existência do mestre Brubeck.

E um aviso: se você ainda não tem esse disco em vinil, espere que logo logo vai aparecer uma versão deluxe de chorar…

Aproveitando a seqüência Chromatics, segue mais uma mixtape outonal (depois da fantástica feita pelos Poolside) que o jovem mestre Johnny Jewel disponibilizou há pouco em seu Soundcloud.

“After looping the globe twice…We’re finally back in Montreal for one of my favorite times of year. It’s the end of Autumn, & all of the Reds, Greens, & Yellows have disintegrated into Black & White. Everything is buried by the snow…Perfect weather for locking yourself in the studio with a synthesizer & your favorite records…I put together a collage of songs that, for one reason or another…always remind me of Autumn.

Something Old.
Something New.
Something Borrowed.
Something Blue.”

O set e a lista das faixas seguem logo abaixo:

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E aproveitando a onda de sucesso que vem surgindo ao redor de seus Chromatics, Johnny Jewel lançou mais um disco, desta vez compilando material gravado durante as sessões de um dos grandes discos de 2012, o ótimo Kill For Love. Running from the Sun funciona como um gêmeo mau e coadjuvante do disco lançado do início do ano, mais sombrio e menos inocente e foi organizado e remasterizado em uma madrugada insone. O clima gelado chega ao auge em quase meia hora de gravação, com uma versão gelada de “Blue Moon” que encerra o álbum. A íntegra do disco e a ordem das faixas seguem abaixo:

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A semana começa naquela preguiça…

Massive Attack – “Be Thankful for What You Got”
Black Sabbath – “Planet Caravan (DJ Steep Dub Mix Edit)”
Melody’s Echo Chamber – “You Won’t Be Missing That Part Of Me”
Mombojó – “Saborosa”
Asiko Rock Group – “Lagos City”
BNegão & Os Seletores de Freqüência – “V.V.”
Curumin – “Paris Vila Matilde”
Tim Maia – “Nobody Can Live Forever”
Donald Byrd – “Beale Street”
Rolling Stones – “Coming Down Again”
Delgados – “Clarinet”
Timmy Thomas – “Why Can’t We Live Together (Underdog Rework)”
Gérard Manset – “Revivre”

Boraê?

Bem boa a capa do Ilustríssima dessa semana, em que o compadre Cardoso vê-se obrigado a passar uma semana desconectado. Justo ele…

“Minha droga favorita sempre foi o e-mail. Não sei precisar quantos já escrevi no total, mas só de 2004 pra cá foram mais de 300 mil. Estimo que na época do “CardosOnline”, fanzine por e-mail (!) que editei entre 1998 e 2001, deve ter sido muito mais.

Eu passava de 8 a 10 horas por dia apenas lendo e escrevendo e-mails. A média caiu um pouco nos últimos anos, mas ainda hoje passo mais tempo lendo e respondendo e-mails do que fazendo qualquer outra coisa quando estou on-line. Até porque, no fundo, é como diz aquela gostosa canção cheia do groove sensual que exsuda dos muitos lábios de Janet Jackson: “You don’t know what you’ve got ‘till it’s gone” (algo como “você só sabe o que tem em mãos quando a coisa acaba”).

Uma semana sem internet. Tentei me lembrar das várias vezes em que isso devia ter me acontecido, mas não consegui. Muitos anos atrás, quando ainda existia uma separação bem visível entre os mundos on-line e off-line, era mais possível.

Internet só no computador, conexão discada, planos de horas (eu tinha 30 por mês). Atualmente, com internet sem limites no celular, no videogame, nos parques, restaurantes e até na geladeira, difícil é não estar conectado.

Quer dizer, difícil pra você. Pra mim beira o impossível.

A íntegra do texto segue no site da Folha e a foto que ilustra o post é a foto que o Cardoso tirou, via Instagram, da ilustração que o Laerte fez para seu texto – e que não sei porquê não está na versão online do caderno. Vacilo, ajeitem aê.

E por falar em música boa de 2012, olha só essa primeira versão pra ótima “Calor do Amor“, da Mahmundi, um dos hits do ano…

Push the Sky Away vem aí:

O disco inteiro, só em fevereiro do ano que vem (ou um pouco antes, quando vazar), mas o primeiro single, a soturna “We No Who U R” acabou de dar as caras:

Abaixo, logo depois da lista com as músicas do disco (“Higgs Boson Blues” é genial!), um vídeo mostra como foram as gravações, do disco que já esta em pré-venda:

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O pior é que…

…mas não ouvi ainda esse tal Abraçaço ainda. Alguém?

E acabaram de subir outro show na íntegra do Radiohead – e a apresentação do dia 29 de setembro do ano passado, no mítico Roseland Ballroom de Nova York foi filmada por vários fãs e editada naquele esquema Rain Down que já tínhamos visto por aqui quando a banda se apresentou em São Paulo. Quem quiser baixar pra ver direitinho em casa, é só seguir este link. Abaixo, as quase duas horas de show na íntegra e o setlist da noite:

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