
Sério, isso existe! Vi no Delícia de Conta, da Veja São Paulo.

Não vi nada do Coachella nesse fim de semana, mas ao menos o Shambo reuniu esses gifs…






Rolou quinta passada, meia horinha de pura doçura psicodélica. Veja abaixo, que beleza:

Genial essa abertura dos Simpsons, nos lembrando que a última temporada de Breaking Bad vem aí (só em julho, mas quem se aguenta de tanto esperar?). E essa trilha sonora :~~~~~~~~~~
Dica do Vinícius, valeu!

Outro dia o Mark Ronson – que já produziu três músicas novas pro disco novo do Paul McCartney – comentou que o beatle veio pedindo uma sonoridade mais moderna para seu som. Disse Ronson à Rolling Stone:
“He came in one day playing some post-Bonde do Role baile funk-moombahton thing, asking, ‘How do we get this kind of energy?’ And then he played me ‘Climax’ by Usher, and he was like, ‘I love where all the sonics sit in this.'”
E hoje o trio mandou, via Feice, um remix funk de “Get Back” pra ver se entra de vez no radar do Paul. Vai que cola, né…

Eis o clipezinho que o Frank Ocean fez pra uma das melhores faixas do melhor disco do ano passado. A vibe Instagram não é sem querer…

Quarta-feira tem show do Television no Beco 203, que descolou um par de ingressos pra quem quiser vê-los na faixa. Ganha quem melhor descrever o estilo do homem-televisão, um dos maiores guitarristas da história, o senhor Tom Verlaine. O resultado sai na terça que vem – e o Beco descolou mais um mimo pro vencedor, que ganha o pôster (da Dani Hasse) autografado por ela!

Tou perdendo os shows do Coachella (o YouTube tá transmitindo ao vivo), mas não deu pra escapar do teaserzinho que o Daft Punk colocou no telão do festival californiano. E se já havia especulação sobre a volta da dupla francesa contar com uma banda no show, a revelação foi mais surpreendente ainda – eles mesmos estão tocando os instrumentos, como dá pra ver no aperitivo para “Get Lucky”, que além dos dois, conta com Nile Rodgers na guitarra e Pharrell Williams no vocal.
Hit até dizer chegar, mas já dá pra dizer que pode ser a grande música de 2013?

O show foi um tico mais longo que o de São Paulo (15 minutos a mais), abriu com “Plainsong” e “Pictures of You”, teve “Primary” no lugar de “Shake Dog Shake” e a primeira parte terminou com “Disintegration” em vez de “End”. O bis do meio foi idêntico ao que rolou em SP () e o final – entre “Dressing Up” e “Killing an Arab” – foi aquela explosão de hits na mesma ordem de toda esta turnê sul-americana. Mas
não foi a ordem das músicas que vez do show de Buenos Aires ser melhor que o de São Paulo, mas as diferentes condições ao redor do palco. Principalmente o fato de não ter área vip – como no Brasil -, que colocou os fãs de verdade na cara de Robert Smith. Era visível a animação da banda inteira ao ver seu público se descabelando a cada hit ou b-side.
Precisamos rever urgente essa obsessão brasileira por área vip (a área vip argentina ficava num canto do estádio, quem pagava a mais assistia ao show com ótima visão do palco e sentado, mas longe da grade). O show também teve direito à já clássica fama do público argentino de entoar os riffs das canções como se fossem hinos de torcida e os porteños ganham ainda mais pontos por não ficarem conversando o tempo todo durante as músicas e na educação ao pedir passagem (isso sem falar na maconha, onipresente, e no álcool, ausente). Os vídeos que fiz já aí embaixo (e a foto lá de cima também é minha):

Suspendo as atividades por hora pois vou ali pra Argentina tomar outra overdose de Cure em comemoração a uma data linda – o aniversário da minha mulher. Deixo vocês com os vídeos que fiz durante o show que a banda de Robert Smith fez aqui no sábado passado – e não foram poucos. Até a volta!