
Klaus e Danilo fizeram a casa cair na última Noite Trabalho Sujo, como dá pra ver pelas fotos da Bárbara, abaixo. E nessa sexta eu volto à ativa, chamando a Fê Catania pra ajudar na seleção de hits!

Música nova do Washed Out, coisa fina.
O disco novo chama-se Paracosm e está programado para ser lançado em agosto. A capa é essa:

E a ordem das faixas segue abaixo:

E, como sempre, ele tira de letra o temor pejorativo do entrevistador, que sequer responde. E a gíria, ainda por cima, é curtir…
Vi no Let it Blog.

O projeto Bisous les Copains (Beijos-amigos) do ilustrador francês Guillaume Kurkdjian traz um gif animado a partir de uma ilustração original. Tem outras aí embaixo.

Momento “minhas férias”.
Poolside – “Harvest Moon”
Tame Impala – “Feels Like We Only Go Backwards”
Do Make Say Think – “Do”
Dinosaur Jr. – “Freak Scene”
Bob Mould – “Star Machine”
Postal Service – “Clark Gable”
Deerhunter – “Monomania”
Christopher Owens – “Riviera Rock”
Breeders – “I Just Wanna Get Along”
Tinariwen – “Imidiwan Matanam”
Jesus & Mary Chain – “Reverence”
Wedding Present – “Kennedy”
Blur – “This is a Low”
The Knife – “Raging Lung”
Wu-Tang Clan – “C.R.E.A.M.”
Thee Oh Sees – “Carrion Crawler”
Nick Cave & the Bad Seeds – “The Mercy Seat”
Phosphorescent – “Song for Zula”
My Bloody Valentine – “New You”
Los Lobos – “Chuco’s Cumbia”
Neil Young & Crazy Horse – “Like a Hurricane”




E por falar em gif animado, a mídia é o de menos, vide o trabalho apresentado pelo o turco Erdal Inci, que experimenta com vídeos clonados desde 2004. Ele encontrou-se no loop infinito do gif animado, em que enfileira cenas de si mesmo em escala exponencial e começa a expor seu trabalho internacionalmente também offline, ao levar seus gifs para a Action Gallery italiana. Veja outros exemplos aí embaixo:

A edição deste mês da Galileu lista as dez inovações que o Instituto de Tecnologia de Massachussets, o MIT, aposta que sairão dos laboratório rumo a rotina das pessoas. Há serviços e novidades que já estão nas prateleiras, mas algumas – como o chip que pode permitir recuperar a capacidade de memorização que destacamos na capa – têm 2013 como um ano decisivo para sua popularização. A capa ainda traz uma matéria sobre a importância do MIT assinada pelo Tiago Doria. Além da matéria de capa, ainda temos um dossiê sobre o que são smart cities e como podemos mudar nossas metrópoles hoje para melhorar a qualidade de vida no futuro, uma matéria sobre pessoas que não sentem medo por problemas no cérebro, a farmácia de remédios brasileira, a resistência da internet discada no Brasil, uma entrevista que fiz com o porta-voz do PirateBay, que vem ao Brasil no mês que vem, um ranking de consumo de remédios no mundo, o novo disco do Daft Punk pela Gaía Passarelli e as pinturas na água da canadense Corrie White. Abaixo, a apresentação da edição que faço todo mês no início da revista, que já está nas bancas.

TRAFICANTE DE MEMÓRIAS: No filme Johnny Mnemonic, o personagem de Keanu Reeves cedia parte do cérebro para guardar segredos industriais
O chip na capa desta edição não será plugado em quem tiver lesões cerebrais que impedem a formação de lembranças a longo prazo. A ilustração é uma versão do dispositivo que foi conectado ao cérebro de cobaias em testes que provaram que é possível ligar o corpo à máquina. As experiências com humanos devem começar ainda este ano e, se forem bem-sucedidas, podem se tornar realidade em breve. Theodore W. Berger, da Universidade do Sul da Califórnia, não esperava ver o fruto de mais de três décadas de estudos funcionando, mas depois dos avanços neste século, ele está mais otimista.
O implante de memória é uma das tecnologias escolhidas na última edição da revista Technology Review, publicada pelo MIT, como um dos principais avanços científicos que veremos em 2013. A publicação seleciona anualmente 10 rupturas técnicas que estão saindo do laboratório rumo à realidade. O implante de Berger é, entre os itens deste ano, uma das que mais deve levar tempo para chegar às ruas para entrar em nossa rotina — ele fala em dois anos até que as aplicações médicas aconteçam de fato. Mas outras, como o relógio de pulso que conversa com o telefone celular, o robô-operário que interage com outros humanos e o sequenciamento de DNA de fetos, por exemplo, já são realidade e estão ao alcance de quem pode pagar por elas.
Tudo bem que ainda há muito chão pela frente para chegarmos a algo próximo do que William Gibson previu quando escreveu Johnny Mnemonic, conto que virou filme em 1995 com Keanu Reeves, em que um “traficante de memórias” cedia parte de seu cérebro para armazenar segredos industriais — se é que um dia chegaremos perto disso. Mas é fato que o século 21 vem nos apresentando, exponencialmente, novidades que antes pareciam fantasia, mas que graças a cientistas espalhados pelo planeta estão se materializando na vida real. O exemplo mais óbvio talvez seja a internet. Da mesma forma que, há 20 anos, nem sonhávamos com o que hoje fazemos rotineiramente, avanços científicos irão moldar o futuro de tal forma que aos poucos nos sentiremos vivendo num conto de ficção científica — que não será mais ficção.
***
Falha minha: na Carta ao Leitor passada, citei o livro Abundance: The Future IsBetterThanYouThink, de Steven Kotler e Peter H. Diamandis e disse que ele não havia sido publicado no Brasil. Mas a editora HSM me corrige e diz que lançou o livro por aqui como Abundância — O Futuro É Melhor do que Você Imagina. Feita a correção, refaço a indicação: leia. Vamos lá!
Alexandre Matias
Diretor de Redação
matias@edglobo.com.br

Sim, esse encontro aconteceu, veja só:
E, abaixo, Zappa dá sua versão para os fatos:
Enquanto isso, atento às novidades (hehe), o Jota Quest chamou o próprio Mr. Chic (Camilo fala mais da importância dele aqui) para participar de seu novo disco:

E não foi o único nome de peso no novo trabalho do grupo mineiro. Há pouco mais de um mês, Adriano Cintra twittava que estava em BH produzindo faixas pro Jota Quest:

Não era ironia e o ex-Cansei de Ser Sexy foi parar no Instagram do próprio Jota Quest:

Será que pode sair algo bom daí? Existe alguma probabilidade, ainda que pequena (afinal, é o Jota Quest)…

Vazio Tropical, o novo disco do Wado, já está disponível para ouvir em streaming (não vi pra download em nenhum lugar ainda). Produzido pelo Marcelo Camelo, o disco conta com participações do Momo, do Cícero e de Mallu Magalhães, entre outros. Fui de carona no URBe e pincei uma das faixas que Wado compôs com Cícero (são três ao todo) para servir de aperitivo do novo disco.
E dá pra ouvir o disco inteiro aí embaixo: