
Estávamos todos empolgados com a volta de Twin Peaks no ano que vem quando chegou a notícia que David Lynch não participaria da nova temporada da série que inaugurou a TV do século 21. Mas… Twin Peaks sem David Lynch? Faz algum sentido isso? O próprio elenco da série acha que não…

A edição desta semana da revista Rolling Stone norte-americana traz mais uma matéria em busca da essência de Kurt Cobain e antecipa um trecho de uma demo inédita gravada pelo líder do Nirvana que está no novo documentário Montage of Heck:
A mesma edição também traz uma infame entrevista com a filha de Kurt, Frances Bean Cobain, que, entre outras coisas, disse que não curte tanto a música da banda do pai:
“Eu não gosto tanto de Nirvana assim (sorri). Foi mal pessoal da divulgação, da Universal. Eu curto mais Mercury Rev, Oasis, Brian Jonestown Massacre (ri). A cena grunge não é algo que me interessa, mas “Territorial Pissings” é uma música muito foda. E “Dumb” – choro sempre que escuto essa música. É uma versão desconstruída da percepção de Kurt sobre ele mesmo – sobre ele usando drogas, sem drogas, se sentindo mal por ter virado a voz de uma geração.”
E o Lucio crava que “Montage of Heck” só vai passar em uma única sessão, em uma única sala de cinema, em uma única cidade do Brasil. Tomara que se liguem que isso é uma burrada.

O arcade fire Will Butler segue atiçando fogo em seu primeiro disco solo, Policy, agora com o clipe oitentista pra escorregadia “Something’s Coming”. Aumenta o som:

O jovem Kevin Parker já começou a mostrar o terceiro disco do Tame Impala, já batizado de Currents, ao vivo. Começou com o início de sua turnê norte-americaa nesta quarta-feira, na cidade de Pomona, na região de Los Angeles, na Califórnia, quando a banda revelou as duas músicas que já havia revelado “Let it Happen” e “‘Cause I’m a Man”, que crescem bastante (especificamente a segunda metade da primeira) ao vivo, saca só:
Tem gente lamentando esse novo rumo estético da banda, mas eu tô apostando que eles, de novo, vão deixar todo mundo de cara.

O mês tá bom…
Marcos Valle – “Funga Funga”
Cidadão Instigado – “Dudu Vivi Dada”
Ava Rocha – “O Jardim”
Bárbara Eugênia – “O Peso Dos Erros”
Marcelo Camelo – “Pazpazpazpazpazpaz”
Warpaint – “No Way Out”
Toro y Moi – “Buffalo”
Tame Impala – “‘Cause I’m a Man”
Carly Rae Jepsen – “All That”
Jamie Xx + Romy Madley Croft – “Loud Places”
Jamie Lidell – “Believe in Me”
Grimes – “REALiTi”
John Talabot – “Machine (John Talabot’s Synthedit)”
8:58 + Robert Smith + Lianne Hall – “Please”
Tove Lo – “Not on Drugs (The Knocks Remix)”
![]()
É uma ideia idiota, é um filme do Adam Sandler, mas, como sempre, pode ser que funcione, por mais ridículo que pareça. Afinal, se Transformers já virou filme, por que não levar a sério uma história em que personagens de videogame invadem o planeeta?

O produtor norte-americano Scott Herren, também conhecido por Prefuse 73, começa a revelar seu novo disco, batizado Rivington Não Rio, mostrando que segue o caminho de texturas e abstrações sonoras associado ao seu nome. O disco deve sair no início de maio e a partir dessa “Applauded Assumptions” dá pra ter uma ideia da boa viagem…

Nossa querida dupla nova-iorquina Holy Ghost prepara-se para registrar oito anos de frilas remixando seus melhores contemporâneos. A coletânea Work for Hire reúne remixes que Alex Frankel e Nick Millhiser fizeram pra nomes como MGMT, Phoenix, LCD Soundsystem, DataRock, Cut Copy, Moby, RAC, Blood Orange, entre outros. O grupo reuniu os remixes antigos num mesmo set do Soudncloud, mas deixou de fora as três inéditas feitas só pra coletânea, um pro José González, outro pra Katy Perry e um terceiro pro Hanni El Khatib, que teve sua deliciosa “Two Brothers” turbinada pelos dois abaixo:

Depois de liberarem duas músicas novas pra anunciar seu novo disco, batizado Kindred, a banda Passion Pit libera mais uma música, que ajuda a melhorar a expectativa sobre o novo trabalho, que será lançado no fim deste mês. “Until We Can’t (Let’s Go)” é a melhor entre as três que eles já soltaram.

Escrevi no meu blog do UOL porque os números de Lost fazem sentido especificamente hoje: http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/08/fanaticos-pela-serie-comemoram-hoje-e-dia-de-lost/.
***

4, 8, 15, 16, 23, 42…
Enquanto Lost era a série mais importante de seu tempo, estes seis números confundiam os fãs e serviam como prova para quem não acompanhava a série que tudo aquilo era só um emaranhado de referências aleatórias feitas para instigar a atenção e fazer os aficionados discutirem sobre temas sem sentido.
A série acabou em 2010, algumas coisas foram explicadas, muitas delas não, entre elas, a sequência de números que apareciam em todo canto da série, de um bilhete da loteria premiado em 2004 a um número talhado numa escotilha enterrada nos anos 70.

Como a internet não para, alguém descobriu que a combinação dos números faz sentido especificamente hoje, dia 8 de abril de 2015. Mais especificamente às quatro e vinte e três da tarde, aos quarenta e dois segundos…
Sim: 4 (abril) / 8 / 15 / 16:23:42. Os números formam a data precisa de uma comemoração que irá ser feita apenas por fãs fervorosos da série de J.J. Abrams. Aqueles que, mesmo sem ter gostado do final, ainda celebram o seriado como um dos mais importantes de nossos dias.
E, de quebra, transforma o dia 8 de abril no dia anual de Lost. Como o quatro de maio (May the 4th/Force) é o de Guerra nas Estrelas.
E essa agora?
