
A família do Marvin Gaye está processando Robin Thicke pela similaridades um dos hits de 2013 – a irresistível “Blurred Lines” – e o delírio disco music do velho Gaye “Got to Give it Up”. Mas as músicas não são propriamente parecidas, a não ser pela levada – como este mashup deixa bem claro.

Richard Ribeiro talvez seja um dos bateristas mais presentes na atual cena musical brasileira – já passou pela formação de bandas que acompanharam Karina Buhr, Marcelo Jeneci, Gui Amabis, Marcelo Camelo, Dudu Tsuda, Pélico, Tulipa, Guizado, além de ter trabalhado com nomes como Maurício Takara, Chankas e Rob Mazurek. Mas além de acompanhar o trabalho de outros músicos, ele também tem seu projeto autoral, o Porto, que lança hoje seu segundo disco em um show na Serralheria, em São Paulo. Richard toca bateria e vibrafone e dispara uns samples, enquanto Regis Damasceno, guitarrista do Cidadão Instigado e outra metade do Porto, segura nas seis cordas – e o som é instrumental, psicodélico e com doses precisas de tensão e lirismo, levando o tal do pós-rock para outras paisagens. Odradek, o novo álbum, está disponível para download e pode ser ouvido na página da dupla no Bandcamp. Pedi para ele descolar uma música para o Soundcloud e falar um pouco sobre a escolha – e depois de dizer “fudeu!”, ele explicou que “cada música mostra um pouco o que é o Porto e que é difícil uma só representar o trabalho todo. Algumas são mais intensas, outras mais contemplativas, outras sombrias, há trechos mais abstratos e caóticos também”, mas como ele precisava escolher, sugeriu a faixa que abre o disco, “Capetinja”: “Acho que é a música que capta de uma maneira mais direta algumas coisas que falei”.
Mas Richard também sugere que assistamos ao vídeo de “Mesmo que os amantes se percam, continuará o amor”, resumindo o Porto como “canções sem letras, mas que vêm do coração, com um pouquinho de psicodelia e amor”. Saca só aí embaixo:

Joakim Benon e Elin Kastlander voltaram a dar notícia no fim do semestre passado ao lançar seu site oficial com uma cartinha para os fãs:

Além do novo site, dão a faixa “Fagelsangen” (“Canto dos Pássaros”, em sueco) para download – baixa lá.
E até agora, nada de disco novo. Será que algo mais aparece em 2013?

Viram a versão original que o diretor Anton Corbijn fez para o primeiro hit do In Utero, do Nirvana? Apareceu essa semana (e faz parte, claro, da versão cheia de extras do disco que será lançada no final de setembro):
Comparando com o vídeo original (abaixo), dá pra perceber que há apenas uma mudança, mais para o final do vídeo – além de um tratamento de cores diferente.
Mas vale sempre rever pela nostalgia. Que banda!

Deve ser difícil…
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Vi no Buzzfeed.

E já que estamos na sessão nostalgia, que tal isolar o vocal do Black Francis de clássicos do Pixies?
Pixies – “Hey” (a capella)
Pixies – “Debaser” (a capella)
Vi no Slicing Up Eyeballs, dica do Bruno (valeu!).

Faz tempo que ele tá nessas, mas é sempre surpreendente…

Um dos maiores nomes da história da música se apresenta nesta quinta-feira no Credicard Hall em São Paulo e no sábado no Ciibank Hall, no Rio de Janeiro, e tenho três pares de ingressos para sortear (um para São Paulo, dois para o Rio) para quem mandar seu nome – aí embaixo, nos comentários (não esqueça de mandar o email!) – até às 15h desta quinta-feira. Vamo aê?
Atualização 1: Quem ganhou o ingresso de hoje já foi avisado, inclusive do procedimento para retira-lo na bilheteria. Os ingressos para o Rio ainda estão valendo – às 14h anuncio quem ganhou.

Sexta-feira passada foi incrível – eu e Bianca derretemos a pista hit atrás de hit como dá pra ver pelas fotos da Bárbara, aí embaixo. E quem comanda essa noite de sexta é o Pattoli e seus compadres do TV Preto e Branco. Vai perder?



Ok, esse não é propriamente do dia (afinal, seu auge foi há algumas semanas), mas vale deixar aqui o registro de todos os outros 99 problemas do Jay Z.