
Kevin Parker só cresce na escala de fodice: no mês passado, organizou um show em cima da hora pra juntar uma grana pra uma amiga, a cantora Felicity Groom, que teve seu carro roubado na cidade-natal do Tame Impala, Perth, na Austrália. Assumiu as baquetas ao lado do baixista Cam Avery, o novo integrante de sua banda, e ao tecladista Cam Parkin, da banda Cosmo Gets e inventou um nome para a banda, Kevin Spacey (a foto saiu do Tone Deaf). E um herói filmou 45 minutos desse show – saca só essa sonzeira…
O que tem na água de Perth?

E quem só conhecia o lado psicodélico dark de uma das melhores bandas de hoje em dia, aumenta o volume dos fones porque aí vem pedrada.

E já que falei dela…

Michael Ballhaus (diretor de fotografia), Nicholas Peleggi (co-roteirista) e o próprio Martin Scorsese contam como um trecho de quatro linhas em um livro virou um dos momentos mais memoráveis do clássico Os Bons Companheiros.
Curte planos seqüências? Então dá uma sacada nesses dois posts:
Mas sobre essa história da Miley Cyrus na premiação da MTV, fico com as sábias palavras da musa Kim Gordon.


Pattoli e a dupla TV Preto e Branco quebraram tudo na sexta passada, como podemos perceber pelas fotos da Bárbara, a seguir. E nessa sexta, chamei a Rafa Tomasi pra me ajudar a derreter quadris e alargar sorrisos à base de música. Vamo?

Em 1994 quem quisesse achar gravações dos Beatles que não fossem as que eles mesmos haviam lançado, teria que se aventurar pelo caótico mercado dos discos piratas, que, naquela época, já entrava na era digital. Mas não estou falando em MP3 ou torrents de discos inteiros – essas coisas literalmente não existiam naquela época. A grande novidade nos anos 90 – não apenas em se tratando de pirataria, mas em termos de mercado fonográfico – eram os CDs, que passaram de item de luxo dos anos 80 à carne de vaca na década seguinte – e logo a indústria dos piratas começou a digitalizar seus discos e se beneficiar das mesmas vantagens que as grandes gravadoras viram no compact disc (a possibilidade de fazer o consumidor comprar mais de uma vez o disco que já tinha, a facilidade no transporte e no estoque, a comodidade de relançar coleções inteiras em caixas compactas, etc.).
A pirataria beatle logo entrou nessa e, de repente, apareciam não apenas versões digitais de clássicos não-oficiais como até mesmo discos dedicados a períodos inteiros de gravações de John, Paul, George e Ringo – e além de lançamentos que se ocupavam das versões alternativas de discos clássicos, também haviam diferentes box sets reempacotando as principais fontes desta pirataria, as gravações na BBC e as do disco que, depois que os Beatles acabaram, virou o Let it Be. Era o sinal de alerta para por em prática um projeto que Paul McCartney vinha insistindo há anos, de relançar todo aquele material com a chancela oficial da banda. O grupo havia oficializado sua discografia em CD no final dos anos 80 (consagrando a versão inglesa dos discos pré-Revolver como canônica) e tudo indicava que os anos 90 seriam bons para os Beatles. Este processo – que culminou no projeto Anthology mas teve desdobramentos posteriores como o lançamento dos filmes em DVD, novas coletâneas e o Let it Be… Naked – começou com um CD duplo chamado Live at the BBC.
Um disco delicioso, cheio de versões para ídolos dos quatro e gracinhas feitas no rádio, que arredonda maravilhosamente a fase inocente e pré-psicodélica dos Beatles, servindo tanto como boa introdução à parte do universo da banda como caixa de surpresas para os fãs mais ortodoxos. Mas não é nem um décimo da totalidade do material que os Beatles gravaram na rádio estatal inglesa – as caixas de CDs piratas tinham nove, dez discos.
Acontece que há indícios que o grupo está prestes a entrar em mais uma fase de lançamentos oficiais e estes incluirão mais do que discos, graças a um novo acordo do grupo com a Universal Music (fala-se em linha de roupas e até uma máquina de pinball do Submarino Amarelo). Mas o que importa é a música – e além de uma nova versão para o velho Live at the BBC (com mais músicas? Em vinil? Não há detalhes) há a expectativa para o lançamento de um segundo volume com faixas desta cepa – até a data já foi cravada, 4 de outubro. A pré-venda de um livro oficial dedicado inteiramente às gravações na BBC (The Beatles: The BBC Archives: 1962-1970, que também será lançado no início do próximo outubro) reforça este rumor.

Dedos cruzados.

Que bom ver os Replacements de volta à ativa, não? E que tal ouvir a íntegra do show que rolou no fim de semana? Agradeça ao blog Slicing Up Eyeballs, que conseguiu a íntegra do show graças ao pessoal do Replacements Live Archives – e ao Giancarlo, que me deu a dica desse áudio( valeu!).
Demais.

Lá vem o clipe da minha música favorita do disco desse ano do Daft Punk.
Que sonzeira! Dica da Nayara (valeu!).

Videozinho da GQ (que ainda traz muitas fotos), dica do Judão.