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Pattoli e Dani esmerilharam na última sexta, como dá pra ver pelas fotos da querida Ju Alves, logo abaixo. Nessa sexta quem assume a pista do Alberta é a Babee, que convidou o Mitkus. Vai ser foda!

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Glue Trip com clipe novo, da deliciosa “Elbow Pain”. Que banda :~

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E a Sussa no domingo, com o Six e o Denem comemorando cinco anos do Suppaduppa foi incrível – quem foi sabe (e dá pra sacar pelas fotos da Ju, saca só. E essa semana teremos uma surpresa Sussa… Aguarde…

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E por falar nos 50 anos da apresentação dos Beatles no programa do Ed Sullivan, os Arctic Monkeys aproveitaram o show que fizeram no Madison Square Garden, em Nova York, no sábado, para relembrar o acontecimento. “Aparentemente, um em cada três americanos assistiram àquela apresentação, então se tivermos sorte, um em cada três americanos poderão assistir a isso no YouTube”, disse Alex Turner, antes de começar uma versão correta para “All My Loving”.

Atualização: o Bracin descolou a íntegra do áudio desse show, o maior show que os Monkeys fizeram nos EUA. Replico abaixo, junto com o setlist:

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Qual o melhor jeito de aproveitar esse calorão do que saindo de casa numa festa ao ar livre, com uma trilha sonora sossegada no meio de gente boa? Neste domingo, a Tarde Trabalho Sujo chega mais uma vez à Casa Do Mancha, e convidamos Six e Denem, do Suppaduppa, para comemorar seu aniversário de cinco anos de existência do site na tranquila, e os dois ainda trazem o Bazar Rapadura para a tarde de domingo, que ainda conta com os já tradicionais Kød. burgers artesanais do Bruno Alves, além das discotecagens de Alexandre Matias, Klaus Kohut e Babee. A festa começa às 16h20 e segue noite adentro – e a casinha, de visual novo, agora aceita cartões de débito.

Vambora!

SUSSA – Tardes Trabalho Sujo
Domingo, 9 de fevereiro de 2014
Com discotecagem de Alexandre Matias, Babee e Klaus
Convidados: Suppaduppa (Six e Denem) completando 5 anos do site Suppaduppa
Kod Burgers Artesanais e Bazar Companhia Rapadura
Casa Do Mancha
R. Felipe de Alcaçova – Pinheiros. São Paulo.
Telefone: (11) 3796-7981
A casa aceita cartões de débito.
Ingresso: R$ 20
Horário: a partir das 16h20

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Neste domingo completou meio século que os Beatles chegaram aos Estados Unidos para fazer sua primeira turnê oficial, que iniciou com a aparição no programa de Ed Sullivan. Era o início da chamada “invasão britânica”, em que grupos do Reino Unidos, liderados pelos Beatles, começaram a devolver para os Estados Unidos sua versão para o tal de rock’n’roll que havia se popularizado na década anterior, e também o passo mais importante da escalada dos Beatles ao topo do pop, de onde não saíram desde então.

Numa matéria sensacional (em inglês), a Billboard reconta a trajetória de uma banda que começou 1963 desconhecida na própria Inglaterra, terminou aquele ano como fenômeno de popularidade local e, em meses, varreu os Estados Unidos como nunca nenhum outro artista pop havia feito antes – ou fez depois. A matéria aborda vários aspectos conhecidos dos beatlemaníacos sobre os motivos do sucesso da banda naquele fevereiro de 1964: o assassinato do presidente Kennedy em novembro de 1963 e seu impacto nos jovens dos EUA, as tentativas frustradas de fazer a banda vender discos ainda em 1963 e os bastidores da negociação da vinda dos Beatles aos Estados Unidos, mas joga luz em novos fatos, como o faro de Ed Sullivan para notar um sucesso em potencial, uma menina de 15 anos que tornou “I Want to Hold Your Hand” em um sucesso instantâneo, os motivos da histeria adolescente, uma reportagem disposta a falar mal do grupo que apresentou “She Loves You” aos EUA e a ascensão de uma novíssima tecnologia de entretenimento portátil que ajudou na popularidade do grupo. Segue um trecho sobre essa nova tecnologia:

The transistor radio was the technological spark that lit the fuse of teen culture in the ’60s. Like the Internet in the last decade, it was a vehicle of public music discovery and sharing. Like the Walkman in the ’80s, it made music portable and private in new ways that energized listeners. One could take it anywhere-the schoolyard, the beach, wherever-and share music with friends. But one could also listen through an earplug while walking down the street, sitting in the back of the class or lying in bed at night, under the covers, so parents wouldn’t know.

Prior radios had neither portability nor the earplug. Subsequent technologies-the boom box, Walkman, iPod-enhanced the public or private listening experience, but not both. The Maysles’ documentary shows the Beatles taking their Pepsi-branded transistor radio everywhere, listening both collectively and through earplugs to top 40 stations. In a meta moment, they do a face-to-face interview with a DJ in their hotel suite while simultaneously listening to the interview being broadcast live on their radio.

So imagine, if you will, teenagers across America turning on their new transistor radios during Christmas vacation in 1963, listening for hours, everywhere, alone and with their friends, and hearing -over and over again-a new sound that excited them even more than their new piece of hardware.

Vale ler a matéria na íntegra.

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Uma escolha improvável? O projeto Álbum, do Sesc Belenzinho, criou fama por levar ao palco a íntegra de clássicos da música brasileira interpretados por seus próprios autores – nomes como João Donato (tocando A Bad Donato), Tom Zé (Todos os Olhos), Walter Franco (Revolver), Sepultura (Chaos A.D.), Ave Sangria (o disco homônimo), Pato Fu (Gol de Quem?) e Titãs (Cabeça Dinossauro) já passaram pelo palco da unidade tocando seus discos. Mas o show deste sábado é dedicado a um disco tão específico e pouco ouvido que sua simples lembrança é uma grata surpresa: o grupo curitibano pós-punk Beijo AA Força, um dos pilares da cena musical da capital paranaense desde os anos 90, apresentará hoje seu mítico Sem Suingue, de 1995, o disco que consolidou sua mudança estética de banda punk rumo ao autorreferido retropicalismo “polaco-nagô”, que propunham ao realçar as contradições entre a identidade cultural de Curitiba e à onipresente exuberância da brasilidade pós-Vargas, aquela da linha evolutiva que começa na semana de 22, passa pela bossa nova e pelo tropicalismo para descambar na Blitz e nos Paralamas (para quem não conhece, o disco pode ser ouvido e baixado aqui). Conversei com o Luiz Ferreira, vocalista e líder do BAAF, sobre o show deste sábado (que acontece às 21h30, na comedoria do Sesc Belenzinho):

Por que vocês escolheram o Sem Suingue para tocar na íntegra?
Foi um convite do Sesc, eles têm um projeto, o Álbum, em que convidam músicos para fazer o show de seus álbuns mais significativos. Este é o nosso álbum mais conceitual, com referências musicais mais diversas, o que mais elaboramos e ano que vem fará 20 anos, todos os músicos estavam disponíveis. Juntar e tocar com esses caras é sempre divertido.

O que significa esse disco para a carreira do BAAF?
Seguramente é o nosso disco mais importante, é onde estão nossas referências mais fortes. Tem tudo ali, ousamos e chegamos a um resultado nunca alcançado até então. Foi nosso primeiro trabalho com Antonio Saraiva, que é um grande arranjador, enfim, é o nosso trabalho mais elaborado.

A formação que toca em SP é a mesma que gravou o disco? Há alguma surpresa no show?
Tivemos que substituir somente o tecladista Therciano Albuquerque, que não pode participar devido à sua agenda, convidamos Cesar Reis, um velho amigo.

O que mudou na Curitiba dos anos 90 para a atual?
Curitiba hoje é uma grande cidade com muitos bares, cafés e casas de show, naquela época eram muito poucos os locais para se apresentar. Hoje é uma cidade com muitas bandas e existe por lá uma grande efervescência cultural, os jovens artistas de hoje têm mais expectativas.

Por que Curitiba não conseguiu emplacar um artista de dimensão nacional?
Curitiba mostrou ao mundo Paulo Leminski, herói da cultura local e somos todos muito fãs de Dalton Trevisan. Curitiba é assim, meio vampira mesmo. Conhece a Teoria da Invisibilidade do Jamil Snege? O curitibano gosta mesmo é da invisibilidade.

Como anda o BAAF em 2014?
O BAAF na verdade acabou em um show em 2007 lançando um DVD e CD gravado ao vivo com nossos punk rocks que esgotou naquela noite – fizemos só 400. Ficamos um tempão sem fazer show, mas não nos deixaram descansar, vieram convites e provocações, a partir de 2011 aceitamos os desafios, hoje temos uma agenda até junho. O BAAF na verdade são várias bandas, tem o Sem Suingue, que é esse show com uma formação e o foco mais pro samba e pra música brega, com o punk rock mais ofuscado. Temos outra formação, mais punk rock mesmo, o quarteto da formação clássica, de antes e depois do Sem Suingue. Talvez façamos algo em dupla, é que eu e o Rodrigão fizemos muitas músicas para trilhas de teatro e cinema, nosso estúdio chamava Chefatura – por causa de um armário que lembrava arquivos de delegacia, com várias gavetinhas…. Aí será mais um Beijo AA Força, o BAAF Chefatura.

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Let it roll…

Dorgas – “Egocêntrica”
Savath Y Savalas – “Barceloneta”
Secos & Molhados – “Amor”
Tatá Aeroplano – “Te Desejo Mas Te Refuto”
Beck – “Heart is a Drum”
Angel Olsen – “Hi-Five”
Erasmo Carlos – “Sábado Morto”
Marcelo Jeneci – “Sorriso Madeira”
Radiohead – “Where I End and You Begin”
Maquinado – “O Som”
Lorde – “White Teeth Teens”
Rita Lee – “Tratos à Bola”
Haim – “Let Me Go”
Warpaint – “Keep it Healthy”
Sebadoh – “Oxygen”
Superchunk – “Out of the Sun”
Mombojó – “Saborosa”
Nancy – “Cinema Nacional”

Vem!

noites7fevereiro2014

A melhor sexta-feira de São Paulo começa esse fevereiro quente sob o comando de Luiz Pattoli, que convidou Dani Cruz para dividir os CDJs numa noite que promete sorrisos escancarados e pernas doendo de tanto dançar! E as coordenadas pra chegar lá você já sabe – senão, dá uma sacada no site do Alberta #3 quanto na página do evento do Facebook – os nomes pra lista de desconto vão para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h! Vamo lá!

ballinoates

O produtor norte-americano Scott Melker criou o The Melker Project para mashupar trabalhos de artistas pop clássicos com vocais de hip hop – velho truque da comunidade mashup, tão velho quanto eficaz. E depois de criar discos sobre bases dos Beatles e Fleetwood Mac, dedicou-se a reinventar os hits da dupla de soul branco Dayll Hall & John Oates num disco irresistível, em que as bases de plástico da dupla dos anos 80 funcionam perfeitamente sob os vocais do Wu-Tang Clan, T.I, Kanye West e Rich Boy. Saca só: