
Quem vem?
Golden Boys – “Fumacê”
Bixiga 70 – “100% 13”
Orquestra Nômade – “Sonho de Tokyo”
Céu – “Visgo da Jaca”
Criolo – “Fermento pra Massa”
De La Soul + Common Sense – “The Bizness”
Strokes – “Machu Picchu”
Meghan Trainor – “All About That Bass”
Tame Impala – “Prototype”
Solange – “Losing You”
Chico Science & Nação Zumbi – “Baião Ambiental”
Marcelo Jeneci – “Sorriso Madeira”
O Terno – “Bote Ao Contrário”
Supercordas – “Sobre o Amor e Pedras”
Courtney Barnett – “Avant Gardener”
Metronomy – “I’m Aquarius”
Thurston Moore – “Forevermore”

A dupla sueca Drop Out Orchestra, responsável por versões disco para hits como “Get Lucky” e “Psychokiller“, encerrou seus trabalhos. E para sair-se bem, reeditaram o clássico “Drop the Pressure”, do Mylo, que já têm nada menos que uma década de existência.

2015 verá a estréia da nossa querida Polly Jean Harvey no mundo das letras, escrevendo seu primeiro livro, de poesias, com o cineasta Seamus Murphy, com quem ela já trabalhou em seu último disco, Let England Shake. Desde 2011 os dois viajam juntos para lugares como Kosovo, Washington nos EUA e Afeganistão e agora juntam imagens e texto no livro The Hollow of the Hand, que será lançado no final do ano que vem – e já está em pré-venda. Dá para ouvir a cantora inglesa recitando um de seus poemas – “The Guest Room” – na New Yorker.

O caso Ferguson é uma daquelas manchas na história dos Estados Unidos que vão se espalhar pelos próximos anos – e sua importância pode ser medida pelo impacto cultural do incidente, cada vez mais refletido em discursos, declarações e, agora, canções – como esta balada de Alicia Keys, que pede muita calma nessa hora.

O canadense James Harris, que apresenta-se como Hemingway, conheceu o Joseph Mount do Metronomy em 2011 e, depois de trocar emails, combinaram que ele poderia fazer um remix para o single “The Look” – mas o computador de James deu pau e ele achou que tivesse perdido todo o trabalho. No fim deste ano, dando uma geral nos seus arquivos digitais reencontrou não só o material do remix que enviaria para a banda mas também os primeiros rascunhos para uma outra versão – misturou as duas e finalmente trouxe o seu remix para o Metronomy à luz do dia. E naquela vibe sossegada característica de seu trabalho…

A melhor sexta-feira de São Paulo celebra seus três anos fazendo aquela mistura alto astral de gêneros, décadas e nacionalidades que não deixa ninguém parado! Para comemorar o terceiro aniversário, Alexandre Matias, Babee e Danilo Cabral começam a retrospectiva 2014 com vários hits desse ano – mas 2014 é só o começo da viagem! O nome pra lista de desconto você pode mandar para o noitestrabalhosujo@gmail.com até às 21h!
Três anos de Noites Trabalho Sujo!
Com Alexandre Matias, Danilo Cabral, Luiz Pattoli e Babee
Sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Alberta #3. Avenida São Luís, 272. Centro.
A partir das 22h.
R$ 35 / R$ 25 (com nome na lista pelo noitestrabalhosujo@gmail.com)

Comecei ontem minha participação no Sim São Paulo com a palestra inaugural do evento (O Ecossistema da Música no Século 21) e sigo a tarde inteira dessa sexta-feira no Centro de Sâo Paulo, desta vez puxando outras discussões como mediador. As duas primeiras rodadas acontecem no Cine Olido: numa delas, às 14h, falo sobre jornalismo empreendedor ao lado da Bianca Freitas (do Club NME Brasil) e do Marcelo Costa (do Scream & Yell); na seguinte, às 15h30, converso sobre assessoria de imprensa e mídias sociais com Cassio Politi (da Tracto Content), Francine Ramos e Natalia Birkholz (da Inker), Larissa Marques (da Lema) e Piky Candeias (da Batucada). Depois, a partir das 17h é na Praça das Artes, quando converso sobre rádios com Patrick Torquato (Rádio Frei Caneca FM), Ricardo Rodrigues (do Festival Contato) e Roberto Maia (da 89 FM), e, finalmente, termino o dia a partir das 19h, batendo um papo com o China, a Irina Bertolucci (do Garotas Suecas), Karina Buhr, Thiago Pethit e Tim Bernardes (d’O Terno), para falar do ponto de vista do artista sobre essa história toda. Para saber mais informações sobre o Sim São Paulo, basta entrar no site do evento.

Dono do melhor remix da Lana Del Rey neste ano, o alemão Mathias Modica, que atende pelo vulgo de Munk, é dono da gravadora Gomma e também lançou um belo disco para ser ouvido com atenção por quem está fazendo suas listas de fim de ano. Saca só essa jóia tirada do álbum Chanson 3000:

O Dr. Dog é aquela pequena banda que cresce no palco – tanto que sua reputação aumenta à medida em que mais fãs das gravações passam pela experiência de vê-los ao vivo, o que explica o fenômeno que é esse culto quase secreto à banda da Filadélfia. Live at a Flamingo Hotel será lançado no início do ano que vem e vamos torcer por duas coisas: para que o disco saia também em DVD (bem provável, a partir do trailer abaixo) e que alguém se disponha a trazê-los para o Brasil.

Depois de viver Julian Assange, Sherlock Holmes, Khan de Jornada nas Estrelas, um dragão de Tolkien e Alan Turing, Benedict Cumberbatch pode encarnar outro personagem peculiar para sua lista de tipos – a Marvel anunciou que o ator inglês foi confirmado como sendo o protagonista da adaptação para o cinema de Doutor Estranho, felizmente ultrapassando nomes como Joaquin Phoenix, Ethan Hawke, Ewan McGregor, Jared Leto, Matthew McConaughey, Oscar Isaac e Jake Gyllenhaal. O filme só estréia daqui a dois anos, mas já faço a aposta que pode ser um dos grandes épicos do estúdio, já que, como Guardiões das Galáxias, o personagem criado por Stan Lee e Steve Ditko (mais Ditko que Lee, como sempre) não é tão popular a ponto de inspirar comparações com as versões do quadrinho – e o fato de ser um personagem essencialmente mágico pode atrair um público completamente novo, além de ter todo o potencial para ser o filme mais psicodélico da Marvel. Com Cumberbatch como protagonista então…