Todo o show: David Bowie ao vivo no Beat Club, em Bremem, em 1978
Fase Berlim ao vivo, num show que aconteceu no dia em que meu irmão nasceu (21 de maio de 1978), versão lindaça de “Heroes”, Adrian Belew na guitarra… Que artista!
Fase Berlim ao vivo, num show que aconteceu no dia em que meu irmão nasceu (21 de maio de 1978), versão lindaça de “Heroes”, Adrian Belew na guitarra… Que artista!
Vai um flashbackzinho aê?
David Bowie – “Heroes”
Legião Urbana – “Perfeição”
Beatles – “A Day in the Life”
Rod Stewart – “Maggie Mae”
Blur – “Girls & Boys”
Human League – “Don’t You Want Me”
Dire Straits – “Money for Nothing”
Rádio Táxi – “Garota Dourada”
RPM – “Louras Geladas”
Neutral Milk Hotel – “Holland 1945”
Arnaldo Baptista – “Vou Me Afundar na Lingerie”
Tim Maia – “Brother, Father, Sister and Mother”
Babe Ruth – “The Mexican”
Paul McCartney – “Temporary Secretary”
Aphex Twin – “Windowlicker”
Vem!
Que encontro!
Renata, Giovana e Camis assumem os CDJs na terceira Noite Trabalho Sujo, nessa sexta no Alberta, e dão um aperitivo do que vão fazer essa noite…
Ha-ha, por Batom Vermelho (MP3)
Blondie – “Heart of Glass”
Madonna – “Into the Groove”
Bangles – “Walk Like an Egyptian”
Desireless – “Voyage Voyage”
Depeche Mode – “Enjoy the Silence”
Pixies – “Here Comes Your Man”
Cure – “In Between Days”
Smiths – “Ask”
Clash – “Police and Thieves”
David Bowie – “Suffragette City”
Ramones – “Sheena is a Punk Rocker”
Depois dos Ramones…
Os mais atentos repararam que, no vídeo do professor ensinando seus alunos cantar David Bowie, ele usa imagens do livro infantil que o ilustrador norte-americano Andrew Kolb fez para a música “Space Oddity”, transformando-a em um conto sci-fi pra crianças, com forte inspiração do 2001 do Kubrick (repare nas naves e nos uniformes dos astronautas) e do Genndy Tartakovsky, do Dexter:
O curioso é que o livro foi alvo do próprio David Bowie (ou dos representantes de suas músicas) e o ilustrador teve de remover o texto da obra, ficando o livro exposto assim em seu portfólio online:
Engraçado é ver como, mesmo se inspirando em 2001, o ilustrador prefere um final trágico e mundano para a música de Bowie, diferente da ótica transcendental cogitada por Kubrick. Talvez pelo fato de a morte ser algo transcendental mesmo – mas, a olhos mortais, é algo meramente trágico e mundano…