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Clint Eastwood e a geração mariquinha

Na Piauí:

“Vivemos numa geração meio mariquinha, todo mundo diz: “Vamos lidar psicologicamente com isso?” Naquela época, você simplesmente sentava o pau e resolvia na porrada. Mesmo que o cara fosse mais velho e fortão, pelo menos você era respeitado por encarar a briga, e te deixavam em paz.

Não sei se dá para dizer exatamente quando começou essa geração mariquinha. Talvez tenha sido quando as pessoas começaram a se perguntar sobre o sentido da vida.”

Roberto Carlos & Clint Eastwood

Aos poucos um consenso?

“I don’t give a fuck about who wants to get married to anybody else! Why not?! We’re making a big deal out of things we shouldn’t be making a deal out of … Just give everybody the chance to have the life they want” – Clint Eastwood, na GQ.

“Acho que todo ser humano tem direito à felicidade. Desde que essa felicidade não cause a infelicidade do outro. Se um gay se casa com outro, a mim não causa problema nenhum. Então, por que ser contra uma coisa que significa felicidade pra eles?” – Roberto Carlos, no