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Um quarto lisérgico

Começamos julho no Centro da Terra com a segunda apresentação da minitemporada Terranoite que a dupla Carabobina nos proporcionou, mas foi uma experiência completamente diferente. Desta vez tanto a cenografia quanto as projeções ficaram por conta da Anne Santoro, que transformou o palco em um quarto psicodélico deixando Raphael Vaz e Alejandra Luciani ainda mais à vontade (sob os auspícios discretos de um certo Benke Ferraz, que apareceu em cima da hora). Foi uma noite memorável.

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Doce psicodelia

Bem bonita a apresentação da dupla Carabobina nesta terça-feira no Centro da Terra, quando Raphael Vaz e Alejandra Luciani tocaram pela segunda vez seu projeto ao vivo (a primeira vez em São Paulo), encerrando com a música que batizou esta minitemporada, Terranoite. Segunda que vem, os dois voltam num show com o mesmo nome, mas uma série de novidades.

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Carabobina: Terranoite

Maior prazer em receber a dupla Carabobina, formada pelo baixista dos Boogarins Raphael Vaz e pela produtora Alejandra Luciani, para duas datas de uma breve residência no Centro da Terra, quando apresentam-se pela primeira vez ao vivo em São Paulo. Terranoite, minitemporada batizada com o nome da faixa que lançaram na semana passada, acontece nesta terça-feira, dia 28 de junho, e na próxima segunda, dia 4, quando os dois recebem dois velhos companheiros para criar diferentes climas em cada apresentação. Na primeira, o convidado é Gabriel Rolim, que faz suas projeções analógicas enquanto os dois estiverem no palco. E na semana que vem, a cenografia fica por conta da Anne Santoro. Os ingressos para as duas apresentações, que começam pontualmente às 20h, já estão à venda neste link.

Uma viagem disco funk rock

Impossível ficar parado com a viagem disco funk rock que o Olympyc submeteu o Centro da Terra nesta terça-feira com seu espetáculo Submerso. Estreando pela primeira vez ao vivo o repertório de Love, um disco feito durante a pandemia e dedicado aos prazeres da carne, Marcelle, Fabiano Boldo e Samuel Fraga ainda contaram com o auxílio de João Deogracias nos synths e transformaram o teatro do Sumaré em uma pista de dança que por pouco não tornou-se literal. Uma trip que merece ser dançada de fato e que ainda contou com versões para TLC e Michael Jackson. Junte isso com as luzes acachapantes da Camille Laurent e o fino som do Bernardo Pacheco e a festa estava feita.

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Olympyc: Submerso

Nesta terça-feira, quem estabelece as regras do Centro da Terra é o trio eletrônico Olympyc, que traz sua vibe dançante em linguagem digital para o palco do teatro do Sumaré em seu espetáculo Submerso. O trio, formado por Marcelle (vocais), Fabiano Boldo (guitarra, synth e vocais) e Samuel Fraga (bateria, programação e synths), volta aos palcos com uma apresentação Submerso, iluminados por Camille Laurent que instiga a plateia para um encontro apaixonado com a música. Os ingressos estão sendo vendidos neste link.

Porque cargas D’Águas

Mais uma bela apresentação que o quarteto D’Águas faz no Centro da Terra, reunindo composições de seus quatro autores – Renato Gama, Alldrey Eloise, Izzy Gordon e Tita Reis. A temporada A Luta é Florescer encerra-se na próxima segunda-feira e promete ser especial.

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O acender da estrela do Sessa

Lindaço o show que o Sessa fez nesta terça-feira no Centro da Terra, preparando terreno para seu segundo disco, Estrela Acesa, que será lançado em dez dias. A princípio ele faria a apresentação apenas com seu violão, mas em cima da hora convidou Ciça Góis e Laura Rosenbaum, que o acompanharam em sua recente turnê pelo hemisfério norte, para subir ao seu lado no palco do teatro do Sumaré, deixando tudo ainda mais mágico.

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Sessa: Entre Álbuns

Às vésperas de lançar seu segundo álbum solo, o cantor e compositor paulistano Sessa faz a transição entre seu disco de estreia Grandeza e o novo álbum, Estrela Acesa, que será lançado no fim deste mês, em mais uma apresentação no Centro da Terra. Desta vez ele sobe no palco do teatro do Sumaré sozinho com seu violão e antecipa as canções do novo disco no espetáculo Entre Álbuns, em que inevitavelmente também toca músicas do álbum anterior. O espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos já estão esgotados.

Fez-se o D’Águas

Lindo o show que o coletivo D’Águas fez nesta segunda-feira no Centro da Terra. Formado pela união das carreiras solo de Renato Gama, Izzy Gordon, Alldry Eloise e Tita Reis, o grupo ainda conta com a direção do baixista e produtor Ronaldo Gama, que convidou Lucas Rocha Freitas e Leo Carvalho para fechar este espetáculo, que ainda teve a participação do artista plástico João do Belmonte.

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D’Águas: A Luta é Florescer

As segundas-feiras de junho no Centro da Terra ficam a cargo do coletivo D’Águas, quatro artistas que se reuniram para valorizar os próprios repertórios ao mesmo tempo em que passeiam por diferentes recortes da cultura contemporânea, como o jazz, o samba e o afrofuturismo. Izzy Gordon, Alldry Eloise, Tita Reis e Renato Gama reúnem-se ao produtor e arranjador Ronaldo Gama (que colaborou com os trabalhos solo de todos os envolvidos) para quatro noites em que celebram a própria obra e musicam poetas como Neide Almeida, Débora Garcia e Sérgio Vaz. Os ingressos podem ser comprados aqui.