Bebe Buell + Creem
Já o Vinícius vai vintage: Bebe Buell, pra quem não sabe, é a mãe da Liv Tyler, e Creem, pra quem não sabe, era a principal concorrente da Rolling Stone nos anos 60 e 70 (até a chegada da Spin).
Já o Vinícius vai vintage: Bebe Buell, pra quem não sabe, é a mãe da Liv Tyler, e Creem, pra quem não sabe, era a principal concorrente da Rolling Stone nos anos 60 e 70 (até a chegada da Spin).
Segue mais uma rodada de gatas com camisetas pop, começando pela bela sugestão do Carlão…
Vai dizer que você também não faria isso com um filho teu?
E segue o jogo. Carlão joga uma carta brasileira…
Tomás seguiu no Brasil, com outra boa carta…
Vinícius foi de Megan Fox, casual, gata e pop, como sempre.
Uma camiseta da Woot.
Enquanto esperava a atendente de uma livraria em Ipanema encontrar um exemplar do livro novo do Marcelo Coelho (Patópolis parece bom, pelo menos em tese, leio depois) e me decidia se embarcava no fenômeno editorial Milênio só for-fun (cês sabem que eu acho Dan Brown e J.K. Rowling mais importantes do que qualquer aspirante a prêmio Nobel de literatura, né), eis que encontro ninguém menos que o grande Carlão, o novato desta mesa de cartas gatas que batizei (assumo, não sabia; missão: mudar o significado, banir o significado antigo) e, detalhe, único dos três participantes que conheço pessoalmente e troquei mais do que algumas palavras por email. Mas o compadrio com Carlão vem de outras épocas, dos tempos em que ele era guitarrista de uma banda de surf music (com o hoje-quase-global JP Cuenca na outra guitarra) e eu me preocupava com a cena musical independente brasileira (hoje não preciso mais, ela já anda sozinha) – e não dois fãs de Lost perdidos sem rumo, como hoje. Como bom novato, pediu desculpas por jogar duas cartas repetidas na seqüência e comemorava sua redenção com a carta acima, que já tinha visto, tive de concordar. Mas eu tava no Rio, longe da internete, atrasei o jogo. E, pra voltar, podia só comentar a carta do sujeito, mas preferi comentar o breve mas fortuito encontro com o sujeito. A próxima é de quem mesmo?
A próxima era do Tomás, que veio com a minimusa Miley, uma t-girl de futuro. Confesso que eu já tinha essa daí (como eu tenho outra aqui dela, com outro artista na camisa), por isso mesmo concordo com a boa carta.