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Charli XCX no armário da Criterion

Um clássico da nouvelle vague, um Cronenberg, um Antonioni e um Bergman: eis as escolhas de Charli XCX no armário da Criterion. Mas ela escolheu filmes bem fora da curva e deu uma das melhores definições sobre o cinema de David Cronenberg, quando explica que saiu do filme escolhido “confusa, por não saber o que eu achava sobre o filme” e que acha que descobriu “um novo sentimento depois de assisti-lo” – e isso vale pra praticamente todos os filmes do mestre canadense.

Assista abaixo:  

Maria Schneider + Eric Clapton

A dica do Vinhal veio do post do Milton sobre a recém-falecida atriz de O Último Tango em Paris e Profissão Repórter. Schneider, ao lado de Antonioni na foto acima, traja uma camiseta pra lá de vintage, dos tempos em que o velho Clapton era, junto com Keith Richards, o próximo candidato a morrer de overdose de heroína. A rodada volta para o Pattoli, vai lá.

Planos-seqüência clássicos

touch-of-evil

E por falar em plano-seqüência, separei alguns clássicos pra matar o tempo. Começando pelo principal deles, o ousado início de A Marca da Maldade, de Orson Welles. Se ele inventou o cinema em Cidadão Kane, com esse filme ele inventou o cinema B:

Tem vários outros aí embaixo: