Como foi a Noite Trabalho Sujo com Bruno Correia + Tiago Lyra

E a Noite Trabalho Sujo foi DAQUELAS, como dá pra ver pelas fotos da Bárbara aí embaixo. E nessa sexta tem o Pattoli com a Dani Cruz. Quem vai?

E a Noite Trabalho Sujo foi DAQUELAS, como dá pra ver pelas fotos da Bárbara aí embaixo. E nessa sexta tem o Pattoli com a Dani Cruz. Quem vai?

Resolvi comemorar o aniversário de São Paulo chamando dois cariocas pra fazer a Noite Trabalho Sujo chacoalhar: Bruno Correia – também conhecido com o Cavalo Correia – pertencia ao coletivo carioca Hang the DJ e volta às pistas com toda seu dandimalandrismo típico. Já Tiago, o homem que transformou o Trenzinho Carreta Furacão em hit da internet graças a um mashup com uma música do Phoenix, é bissexto nos CDJs, mas irá nos brindar com seu bom gosto de baixo calão. E eu medio essa conversa de malucos numa daquelas noites que prometem pegar fogo – afinal, também é dia de comemorar a sexta vez consecutiva em que o Trabalho Sujo é eleito o melhor blog do Brasil! Para quem ainda não sabe como é o esquema da festa, tá tudo detalhado na página do evento no Facebook ou no site do Alberta – e dá pra mandar nomes pra lista de desconto para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. E como hoje é feriado, o Alberta só abre às 22h. Nos vemos lá!

E a primeira participação da comadre Babee Leal nas Noites Trabalho Sujo de 2013 vem com um gostinho especial – afinal, é a segunda vez que ela realiza sua nova festa-conceito De Puta a Madre e depois de uma primeira edição bem frequentada e quase superlotada, é a vez de trazer este inferninho itinerante para a pistinha do Alberta – e ela promete a mesma vibração e alegria que sabe comandar quando assume os CDJs no nosso porão favorito. E tome hits! As coordenadas da festa estão tanto no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook – e dá pra mandar os nomes para a lista de desconto para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. Não te arrependerás!

Só quem foi na minha festa de aniversário sabe como incrível a Noite Trabalho Sujo com o Camilo Rocha (que ainda teve uma palhinha do Pattoli e a presença do compadre Arnaldo – demais!). As fotos da Bárbara, abaixo, dão só uma idéia geral do que aconteceu por lá…

Domingo agora completo mais um verão ao redor do sol e pra exorcizar o fim do inferno astral, convidei o chapa e mestre Camilo Rocha pra experiência coletiva transcendental que é a Noite Trabalho Sujo – e se você sabe da importância de Camilo para a pista de dança brasileira, pode recolher seu queixo do chão. No repertório, clássicos instantâneos e o obscuros, pérolas impensáveis e hits óbvios de todas as épocas – a trilha sonora perfeita para se acabar de dançar numa noite fria dum verão paulistano. Para chegar lá, basta seguir as dicas que estão tanto no site do Alberta e quanto na página do evento no Facebook – e os nomes para a lista de desconto podem ser enviados para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. Chega mais pra me dar os parabéns!

Começamos muito bem o ano no Alberta, com a Camila, do Copacabana Club, me ajudando a temperar bem a primeira Noite Trabalho Sujo de 2013 – dá pra ter uma idéia pelas fotos da Bárbara, logo abaixo. E nessa sexta eu vou comemorar meu aniversário com o Camilo Rocha, hein! Vai ser histórico!

Como foi de feriado de ano novo, conseguiu descansar, tudo certinho, São Paulo tá ótima nessa época, esse frio não tem nada a ver com verão e… sexta-feira é dia de Noites Trabalho Sujo, que retomam seus trabalhos este ano com a ilustre presença da vocalista do Copacabana Club, Camila Cornelsen – a Cacá – que divide os CDJs comigo para receber 2013 em 220 volts, puro verão pop! Para não se perder, é só seguir as coordenadas no site do Alberta e na página do evento no Facebook. E é claro que rola de incluir nome na lista de desconto, claro. É só mandar o seu nome e os de seus amigos o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. Vamos começar bem o ano?

Por muito tempo eu gostei de música a sério – de discorrer sobre discos, dar a maior importância do mundo para listas e critérios de avaliação musicais, a busca do equilíbrio entre o jornalismo e a crítica, do peso de uma resenha -, mas desde que comecei a discotecar de verdade, com o surgimento da Gente Bonita, em 2006, que deixei essa preocupação em segundo plano e passei a me dedicar aos ímpetos mais primitivos da canção, ao aspecto mais passional e primevo da música – a celebração, o êxtase, a dança, a transcendência coletiva. E sempre agradeço por isso – a copiosa tarefa de enumerar argumentos para justificar a ênfase em artista tal ou no disco xis é quase mesquinha, se comparada ao transe grupal atingido durante uma sexta-feira à noite. E se 2011 já tinha se destacado com o surgimento das nababescas ANALÓGICODIGITAL (em que, ao lado do Veneno Soundsystem, promovemos nosso primeiro baile de carnaval e uma festa com a presença do ícone Don Letts nas picapes), este ano foi a vez das Noites Trabalho Sujo me ajudar a enfiar o pé na jaca da história da noite paulistana com uma sexta-feira inacreditável, que pintou de um convite descompromissado do grande Ivan Finotti para se tornar uma festa célebre pela vibe de acabação feliz. O formato de long set ao lado de um amigo convidado surgiu quase sem querer e ajudou a dar o tom dessas noites incríveis – afinal, quem discoteca vai entrando em alfa junto com o público. E ao lado de amigos e comadres consegui expandir a noite de São Paulo para além do espaço-tempo, misturando hits de todas as épocas, de todos os países e de todos os gêneros em momentos de puro delírio na pistinha do Alberta 3. Até os limites da tolerância do próprio Ivan eram testados, quando ele via a pista de sua casa noturna – batizada como uma música do Dylan, com fotos do Mick Jagger e os Ramones espalhados pela casa – se acabando ao som de alguma axé music tocada pelas Awe Mariah, ou quando a Carol Morena tocou A Cor do Som, ou quando Pattoli ou Danilo tocavam “Gangnam Style” ou quando eu desenterrava “I Saw You Saying” dos Raimundos. Mas a infâmia é apenas um dos ingredientes destas noitadas, que ainda contaram com altas doses de 2012 (“Flutes” do Hot Chip tocou desde que apareceu online, além de novas da Cat Power, Nicki Minaj, Frank Ocean, Poolside, remixes da Lana Del Rey, Grimes e Chromatics) e outras tantas da história do rock (quando Rage Against the Machine, Strokes, Cure, Led Zeppelin ou Queen tomavam o controle), equilibrando hits de todas as épocas com clássicos da música brasileira (ah, “Sereia” do Lulu Santos…) – e sempre com o dedo no volume pronto pra abaixa-lo e deixar a galera cantar tudo sozinha. Tudo em prol de uma noite em que a dança, os sorrisos, o xaveco e a catarse tornam-se uma coisa só (basta ver as fotos). Quem conhece, sabe – e pode ir esperando que 2013 promete!

Como foi? Foi ÉPICA, como o ano. Veja abaixo nas fotos da Bárbara, abaixo. E a primeira de 2013 acontece no dia 4 – e deixa o ano começar pra eu te contar quem é a convidada…

Sem motivo pra pânico! Se o tema do dia é o fim do mundo, proponho como tema da noite o fim da rotina! E termino o 2012 da Noite Trabalho Sujo com uma festa homérica, em que, ao lado de meus três fiéis comparsas da noite – Babee, Pattoli e Danilo – contamos a história da música pop em ordem cronológica – começando pelas 23h30 nos anos 1950 e indo até o século 21 madruga afora. Só uma desculpa pra organizar o caos de hits de todas as épocas, lugares e gêneros que populam a Noite Trabalho Sujo, uma das cinco melhores festas de São Paulo segundo o público do Guia da Folha. Se você ainda não sabe o rumo de lá, todas as coordenadas estão no site do Alberta e na página do evento no Facebook. E dá pra incluir nome na lista, claro, basta mandar seus nomes para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h.
Obrigado a todos que freqüentaram e me ajudaram a fazer a melhor sexta de São Paulo neste primeiro ano (não viu as fotos das festas do ano? Subi lá no Feice) e preparem-se que 2013 será muito melhor! A Noite Trabalho Sujo desliga suas máquinas na sexta dia 28 e voltamos à luta no dia 4!