“Tão bom perfume… Sei lá…”

Retomando as atividades pra avisar que agosto não vai dar descanso – no melhor sentido. De cara, já anuncio o repeteco da festa de 15 anos do Trabalho Sujo (“festa de 15 anos e três meses”, sugeriu a Jana – curti), que acontece ainda esse mês numa sexta-feira e deve repetir a fórmula bem sucedida da edição de abril. Numa sexta-feira também acontece mais uma Gente Bonita em Curitiba, cortesia do In New Music We Trust. Anuncio as datas corretas e mais novidades em breve, mas prometo um mês de muitas emoções. Afinal é o mês do aniversário de três anos dOEsquema, que acontece na próxima segunda-feira.

Vou discotecar na Glow in the Dark hoje

Discoteco hoje de novo na Funhouse, na ótima Glow in the Dark, também conhecida como “a festa da luz negra”. O esquema, pra quem não conhece, é simples e divertido: vá de branco (a cor da roupa também dá desconto na porta) e, lá chegando, você ganha umas canetinhas fluorescentes pra riscar tudo à vontade. Aí as luzes se apagam, liga-se a luz negra e todo mundo fica brilhando no escuro. Além de mim, que toco a partir das 0h30, também tem discotecagem dos Adverteasers, o Poms da Balada Mixta, o próprio Alex Correa (que além de organizador da festa ainda comemora seu aniversário, junto com a Helena, fotógrafa da festa) e o Péricles, também conhecido como Bo$$ in Drama. Vamo lá, vai ser altos! As coordenadas tão todas na página da festa no Feice.

Tom Vek hoje em São Paulo

Autor de uma das melhores músicas do ano (“World of Doubt”, acima), Tom Vek foi chamado para substituir o Atlas Sound, que seria uma das atrações do Creators’ Project, que rola nessa sexta na Bienal. Mas não é show, ele só vai discotecar. Mais infos lá no site do projeto.

Como foi o show do Jon Spencer Blues Explosion em São Paulo

Foi alto. Muito alto. Poderia ser mais alto (claro, sempre pode), mas a massa sonora dos três sujeitos no palco literalmente move as pessoas.

E foi preciso. Guitarras, bateria, berros, gaita, theremin, saudações para o público, “São Paulo” gritado no meio das músicas sem soar piegas, coro da galera, mãos pra cima, muito suor, pouca luz.

Show de roque – como se o Mick Jagger não tivesse nascido para o estrelato, apenas para o rhythm’n’blues. Por alguns instantes o Bourbon perdia sua cara de Moema e parecia estar no meio de uma Augusta utópica, à moda antiga.

Impressionante como Jon Spencer parece ter caído na fonte da juventude. Dez anos mais velho que eu, aparenta e move-se como se tivesse dez anos a menos.

Memorável.

Quem vai no Jon Spencer hoje?

Vai ser demais.

São Paulo e o orgulho coxinha

Vi no Instagram do dmichelsohn.

Momo em São Paulo

Marcelo Frota lança, em São Paulo, o novo disco do Momo, Serenade of a Sailor, nesse sábado, no Sesc Pompéia. Vamo aí?

Nossa Senhora do Crack

Enquanto isso, no centro de São Paulo… “Fumai por nós?”

O engraçado é que o autor da obra também é o autor da notícia, que veio à baila graças ao canal Você Repórter do Terra.

Bora no Jon Spença?

Escrevi pro Divirta-se, do Estadão, sobre a expectativa para o show do Jon Spencer semana que vem.

Da máquina do tempo

Quando o Jon Spencer Blues Explosion se apresentou no Brasil pela primeira vez, não fui. Era uma das minhas bandas favoritas dos anos 90, mas uma confusão com agendas e horários me fez perder um show que, pelo que disseram, trouxe uma banda mais densa e menos elétrica do que a que conhecíamos. Seu líder ostentava uma barba pesada que fugia do visual rock’n’roll clean e bruto que caracterizava o som do trio. Por isso, quando fui vê-los ano passado no meio do festival de 21 anos da gravadora Matador, em Las Vegas (na festa do meu casamento), não esperava muita coisa – daí a surpresa ao ver um Jon Spencer em 220 volts, teletransportado direto de 1995. O outro guitarrista, Judah Bauer parece mais velho e o baterista Russell Simins engordou uns bons quilos. Mas, no palco, Spencer encarna um Mick Jagger utópico. Vê-los no Bourbon será genial.

Dorgas ao vivo

Filmei o Dorgas na quinta passada tocando a minha música brasileira favorita desse ano, “Loxhanxha”. O som tava meio embolado, mas o show foi bem massa.