Nós que agradecemos, Alex Chilton
Nossas vidas foram melhores por causa de suas canções.
Foda. :~
Nossas vidas foram melhores por causa de suas canções.
Foda. :~
Vamos lá com a faixa do dia da nossa coleta de fim de verão, cantada pelo mestre Frank Jorge, um hino jovem guarda sobre o cool e o anticool que atira para todos os lados numa espécie de “Arrombou a Festa” dos anos 00, trocando nomes e celebridades por rótulos e hypes. Frank Jorge, né… O Bruno, por sua vez, chama o Momo.
Frank Jorge – “São Tantas Tendências”
Eis o primeiro filme inspirado no livro de Lewis Carroll. Vi lá no Lombardi.
Big Star é uma das minhas bandas do coração e ler sobre a passagem de um ídolo que eu não vi ao vivo machucou o início desta manhã. Sabe tudo aquilo que escrevem sobre o Wilco? Pois: o Big Star é tudo o que o Wilco queria ser. Se você só conhece uma música deles (e você conhece), recomendo – óbvio – os três primeiros discos da banda. Se você já conhece, a dica é a caixa que saiu ano passado, cheia de versões demo dos clássicos da banda. Se você já conhece, compartilhe portanto seu luto comigo. Ao menos ele volta a ter com Chris Bell, velho parceiro que bateu as botas ainda nos anos 70.
E justo agora que um documentário vinha aí (abaixo, um programa de rádio sobre a banda que a Babee pinçou dia desses.
Hot Chip – “I Feel Better” (que clipe doido da porra)
Claudio N – “Louva Deus” (aê, Chambaril!)
Devendra Banhart – “Baby”
Sebastian Tellier – “Look” (FO-DA-ÇO)
Speed Freaks e De Leve – “Morta”
E segue o jogo…