Alguémeshpliquessaporra!
Só um dos dois sobreviverá:
Essa criança não riria tanto se as coisas funcionassem como a mãe-natureza planejou…
Perdi esse show porque fiquei trocando idéia com o povo do Asian Dub Foundation no hotel e não sabia que a turma do Spença ia tocar bem cedo – que merda. Fui salvo agora pelo Hominis Canidae, que fisgou a dica do sueco pernambucano Jarmessohn e postou no blog – que agora é dedicado basicamente a raridades de música brasileira e registros não-oficiais.
Gandhi? Vinícius deve estar rezando… Boa carta, boa carta. A minha vai a seguir.
Antes do Big Star, Chilton fez parte dos one-hit wonders Box Tops. E o único hit, no caso, é “The Letter”, interpretada acima no programa Upbeat.
E o blog da loja Amoeba lembrou de Alex Chilton nem pelo Big Star nem pelos Box Tops, mas por seu disco homônimo de 1970, que ninguém – tirando tarados por disco como os caras da loja californiana – lembra. Alex Chilton 1970 foge tanto do iê-iê-iê dos Box Tops quanto do rock perfeito do Big Star: a pegada é pantanosa, raunchy, country rock como se ele pudesse ter feito parte de um Creedence Clearwater Revival ácido o suficiente para compor músicas com títulos como “I Wish I Could Meet Elvis”, “The EMI Song” e “All I Really Want is Money”. O disco pode ser encontrado neste link e esta versão para “Jumpin’ Jack Flash” (menos caipira que a média do disco) é uma boa amostra do que dá para esperar dele.
Alex Chilton – “Jumpin’ Jack Flash“