Daniel Faraday (1978-1977)
Vi esse poster com uma ponta de atormentação: quando é que Daniel Faraday reaparecerá?
Vi esse poster com uma ponta de atormentação: quando é que Daniel Faraday reaparecerá?
E já me perguntaram se eu esqueci de Lost hoje. Como esquecer? Tá certo eu não vou conseguir ver ao vivo (GB hoje, anyone?), mas só deixei pra começar a terça maluca mais tarde pra faixa do Lucas na coletânea não sumir debaixo de uma avalanche de fumaça preta e posts ensandecidos.
Mas é hoje. Episódio do Sawyer, que quase sempre é bom.
Conforme prometido, eis a segunda faixa da coletânea OViolão que eu disponibilizo aqui no Sujo. “Nighttime in the Backyard” era inédita quando pedimos para o Lucas, no ano passado, mas a gente demorou e a faixa acabou saindo no disco dele desse ano, Sem Nostalgia. A foto que ilustra o post, você sabe, é da Caroline Bittencourt. Do outro lado, o Bruno vai de Wado.
Lucas Santtana & Seleção Natural – “Nighttime in the Backyard“
O Vinícius nem esperou eu jogar pra gastar o zap dele, no próximo post segue a minha cartada.
Esse outro clipe também é dos Lonely Island, mas merece um post à parte.
A combinação acima apareceu num post do Freaky Show Business, que ainda incluía um Dom Casmurro desses “filmes brasileiro pós-retomada” que só crítico de cinema suporta. Mas pense bem: Narizinho = Alice? Seria Rabicó um coelho branco dos trópicos? E a Cuca? A Rainha de Copas? Se o Chapeleiro Maluco é o Visconde, logicamente o Gato é Emília – e é só enfileirar os personagens de cada lado e deixar a imaginação fazer a correspondência biunívoca. O problema é que se você pára pra pensar, lembra do Lost Girls do Alan Moore (em que ele faz uma relação entre as viagens de Alice, Dorothy e Wendy com a puberdade feminina) e é inevitável achar que o Sítio é uma grande parábola sobre a iniciação sexual de dois irmãos adolescentes…