Luísa Maita: Na Asa

cartaz Luísa Maita copy

Luísa Maita vem passando por um processo de amadurecimento artístico em que ela expande suas fronteiras estéticas para além do território da música com a ajuda de importantes parceiros. Explorando timbres eletrônicos e elétricos e narrativas literárias e poéticas em seu disco mais recente, Fio da Memória, ela também buscou novos limites quando foi convidada pelo dramaturgo Gabriel Fontes Paiva para fazer a trilha de sua peça Uma Espécie de Alasca. A parceria deu origem ao espetáculo Na Asa, feito a partir do convite do curador de música do Centro da Terra Alexandre Matias. Em quatro segundas-feiras de julho, Luísa é acompanhadada pela mesma banda que gravou Fio da Memória (com os produtores Zé Nigro, Érico Theobaldo e Rafa Barreto na formação), dirigida por Fontes Paiva e busca intersecções entre seus últimos trabalhos, releituras para músicas anteriores e canções inéditas que poderão formar seu próximo disco, ainda em processo de composição.

Fale sobre sua busca por novas sonoridades no disco Fio da Memória.

Fale sobre o convite para fazer uma trilha sonora para o teatro.

O que os dois trabalhos têm em comum?

Como eles evoluíram para o espetáculo Na Asa?

Fale sobre as músicas novas, como elas se encaixam nesse contexto?

E como o show foi pensado para o palco do Centro da Terra?

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