Ethan Hawke e Julie Delpy em Antes da Meia-Noite

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Jesse e Celine se conheceram num trem no leste europeu (em Antes do Amanhecer, de 1995), se reencontraram dez anos depois em Paris (em Antes do Pôr-do-Sol, de 2004) e agora passam uma temporada na Grécia com os filhos. Fruto da imaginação do grande Richard Linklater e das atuações de Ethan Hawke e Julie Delpy, o casal euro-americano volta a aparecer no cinema para mais uma longa DR em forma de filme. Antes da Meia-Noite estréia no mês que vem nos EUA e em junho no Brasil. O trailer segue abaixo:

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17 Resultados

  1. Rafael disse:

    Longa DR em forma de filme – ehehe, que redução tosca!

  2. Matheus disse:

    conceito de DR? DR agora é um conceito filosófico amplo? você que cago em chamar os outros dois filmes de longas DRs meu amigo, talvez não deve nem ter visto.

    • Sim, DR eh um conceito amplo = discutir a relacao. Se pra vc DR nao eh um conceito amplo, soh lamento o tipo de relacao q vc teve…

      “Talvez nao deve nem ter visto” – que criança…

  3. Aline F disse:

    e que DR! rs.

    amo essa sequência. tomara que a terceira seja ótima tbém!

  4. Cleiton disse:

    Pelo visto o pessoal não gosta de DR… 😛

  5. guga disse:

    E ainda rolou aquela participação no Waking Life…

    http://vimeo.com/16121539

  6. haroldo disse:

    Pô, Matias, acho muito reducionista o termo também, de verdade. Você limitou os dois filmes a diálogo. Não nego que a sustentação seja a troca afetiva através das palavras – diálogo -, mas acho que os dois filmes são muito mais que isso e se sustentam por outras vias também. O uso da música, a cinematografia etc. Para falar direitinho precisaria rever os dois. Mas não me lembro do filme ter funcionado como cinema apenas pelos diálogos…
    valeu.

    • Mas os filmes sao essencialmente dialogo. Concordo q tem outros elementos, mas nao acho q o fato de um filme ser amparado por dialogo o diminua. Vide Woody Allen ou o Bergman…

      Nao eh ter funcionado APENAS pelos dialogos. Mas tire os dialogos (a DR, e nem toda DR eh crise ou briga, discutir a relacao faz parte da mesma) e sobram no maximo umas paisagens e um casal bonito.

      • Rafael disse:

        Nesse caso concordo com Matias

      • haroldo disse:

        entendo o que vc chama de dr. também não acho que a narrativa clássica, o plano dramático, o diálogo, a relação antropocêntrica da imagem seja uma forma reduzida de cinema. mas ó, se tiver só paisagem e um casal bonito ainda sim pode ser cinema se o diretor quiser um filme assim, uai.
        no final de semana vi um filme que ilustra muito bem essa dicotomia. transeunte, do erik rocha. o personagem a gente só descobre quem é depois de uns vinte minutos transcorridos. ele pouco fala com as pessoas do espaço em que ele vive – o centro do rio – ainda sim ele constroi relações bastante férteis com a cidade, tornando-se parte dela. vale conferir. tem um flaxflu no maracanã de tirar o fôlego – em preto e branco. o filme ainda não foi lançado comercialmente mas vc tem torrent no making off – pq o canal brasil exibiu.

        • Poder pode. Nao disse q deixa de ser cinema. Soh falei q o forte nesses filmes do Linklater sao os dialogos. Sem eles, os filmes nao sao nada.

          Mas acho todos menores q Waking Life, meu Linklater preferido…

  7. Rafael disse:

    Mas comentando o trailer, q soh agora fui ver: eita! Parece ser bem mais… light q os outros dois, ri varias vezes, ‘you are the mayor of crazytown’ haha, e a musiquinha… hm… apesar na natureza enganosa de trailers, eh claro. Pareceu ser um filme mais comum. A ver!

    E a parte 4, Julie Delpy disse ser esse recente ‘Amour’

    • Acho q esse trailer nao entrega tudo… Acho q vai rolar um papo de crise da meia idade. Soh espero q nao venham com papo de “o cara se apaixonou por uma menina mais nova”.

  8. haroldo disse:

    ops: “ainda assim”

  9. Luciano disse:

    Só espero que a a trilha desse terceiro tb seja boa. No primeiro teve Kath Bloom e Kath McCarthy; no segundo teve ninguém menos que Nina Simone. Quero ver o terceiro.

  1. 26/04/2013

    […] que não é spoiler! Não é que a Celine, interpretada por Julie Delpy, que morre no novo filme de Richard Linklater, Antes da Meia-Noite, e sim Amy Lehrhaupt, inspiração do próprio Linklater para a personagem de […]