Comentando Lost: The End

E assim fechamos o Comentando Lost para sempre. Como o episódio foi duplo, usamos a divisão do torrent e separamos as duas partes em dois programas, para não dar problema pra quem baixou dois arquivos separados do episódio final. Satisfeitos com a jornada, eu e Ronaldo comentamos o que os caras quiseram dizer com tudo aquilo, com os flashsideways, com a igreja no final, com o último vôo. Siga-nos. Semana que vem voltamos com outra coisa, completamente diferente, mas bem parecida. Vambora.

Alexandre Matias & Ronaldo Evangelista – “Comentando Lost: The End – Parte 1 e 2

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1 Resultado

  1. Ultimo Comentando Comentando LOST!

    -Cara, tá vendo como o papo metalinguistico tem tudo a ver com a série? Até o Animal Man do Grant Morrison apareceu na conversa! :¬) Prá mim, esse lance de metalinguagem é O coração da série. Quando os personagens chegam na Frozen Donkey Wheel ou na rolha de luz da caverna é como quando o Truman tromba com o céu, é quando eles chegam nos limites do mundo ficcional. Tirar a Frozen Donkey Wheel do lugar significa tirar a narração do eixo, os personagens se embolam entre presente, flash-back e flash-forward. Tirar a rolha do lugar é fazer todo o mundo ficcional onde eles vivem ir pelo ralo, começando pela Ilha. Quando o pai do Jack diz que não há “agora” onde eles estão, não está falando do limbo, está falando da série. Nesse sentido, tudo que aconteceu foi real para eles, porque o que é uma série de TV prá nós é o mundo real deles. O Jacob, sendo o cara que costurou as linhas dor personagens entre si, é a representação dos autores. Papel que depois foi passado pro Hurley. Viagem, né? Mas desde que o episódio em que o Desmond tinha consciência das passagem de presente prá flash-back – lá na terceira temporada – eu acredito que esse papo metalinguistico está no coração da série (ou no “coração da Ilha”, como eles chamaram a rolha da agua iluminada :¬D )

    -Discordo do Ronaldo: não acho que o Desmond tenha virado o Man In Black do Hurley. Acho que é como o Ben falou, só era complicado sair da Ilha porque o Jacob queria. O Hurley, sendo gente boa, deve simplesmente ter colocado o Desmond num barco e mandado ele direto prá Penny.

    -Mas concordo com o Ronaldo no lance do Sandman! Até o lance da substituição do “man in charge” no finzinho da história é igual. O Sandman era assim também. A gente sabia que um cara novo assumia o posto de Mestre dos Sonhos mas a história acabava antes da gente poder ver como seria o “reinado” dele. E desculpa o spoiler prá quem ainda não leu Sandman! :¬)

    Comentando LOST, assim como LOST, foi legal prá caralho! Abração procêis.