Mensagens secretas em Big Lebowski

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O clássico dos irmãos Coen de 1998, Big Lebowski, conta com várias piadas internas e mensangens subliminares escondidas em seu roteiro, como o professor Rob Ager, no excelente Collative Learning, explica no vídeo abaixo:

O Labirinto de Kubrick – A arquitetura impossível de O Iluminado

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Ainda sobre O Iluminado, vale ver e ouvir o bom e velho Rob Ager demonstrar por que a arquitetura do Overlook Hotel é impossível espacialmente falando. Ele compara takes diferentes de cenas que acontecem no mesmo lugar para mostrar que há portas que não fecham cômodos nenhum, como Kubrick troca a câmera de lado apenas para confundir o espectador, detalha janelas e quartos que não existem, a dúbia localização do salão de bailes e a estranha dimensão do labirinto exterior. Assista abaixo:

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Laranja Mecânica e uma mentira chamada Ludovico

Mais um filme do Rob Ager sobre um filme do Kubrick – desta vez ele advoga que o tratamento Ludovico não funciona e que o Alex se dispõe a ser cobaia porque vai fingir que foi curado. O vídeo-ensaio tem duas partes e pode ser visto abaixo.

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2001 dissecado

Rob Ager aprontou mais uma: debruçando-se sobre um de seus temas favoritos, 2001 – Uma Odisséia no Espaço, ele lança mais uma série de vídeo-ensaios (abaixo) em que fala sobre uma possível conspiração escondida na trama superficial – e que não tem a ver com vida alienígena. Ele termina o vídeo com algumas questões em aberto, e aproveito para linkar, também abaixo, sua belíssima conclusão sobre o que é o monolito emblemático do filme. Para quem quiser saber ainda mais, recomendo visitar a página dele sobre o filme.

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O Iluminado e o sistema financeiro global

Você deve lembrar do Rob Ager das análises sobre o Big Lebowski e o 2001 que eu já postei por aqui. Seu objeto mais recente de estudo é o filme O Iluminado, do mestre Kubrick, em que ele, além de cogitar que boa parte das cenas de loucura de Jack são apenas devaneios de um escritor em frente a uma página branca, ainda traça uma complexa e sensata relação entre a lógica de Kubrick, elementos do filme que não estavam no livro original de Stephen King e a criação do atual sistema financeiro global. A primeira parte segue abaixo, as outras três vêm logo depois:

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Deschavando Big Lebowski

O Rob Ager é o mesmo cara que fez aquele vídeo que eu postei outro dia falando das referências à IBM em 2001 e ele tem um site dedicado a esse tipo de dissecação cultural de filmes, principalmente. E entre suas análises em busca de referências e metadados em diferentes obras, eis que ele dedica-se a um favorito da casa:

In this film the Coen’s have dragged us through the universal strikes and gutters of life, the same strikes and gutters that are faced by all people regardless of their country or generation. With creative flair, sophisticated metaphors and good ol’ fashioned humour, they are encouraging us to stop running around like headless chickens and just … well …. you know …

Sua crítica pode ser lida tanto em seu site (que, ele todo, vale a visita) quanto em vídeo, em quatro partes, nos links abaixo.

Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4

Kubrick: 2001 e a IBM

Muito foda.