Por Alexandre Matias - Jornalismo arte desde 1995.

Aparelho: Nosso golpe, nossas regras

Será que esse é o último Aparelho ou apenas o primeiro que cumprirá a ameaça de seu título? Sob a sombra de um golpe de mimimi, eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin conjuramos as bandas que copiavam os Mamonas Assassinas para fazer uma análise do contexto da ditadura militar à luz desse monte de merda que assola o país há uns quatro, cinco anos…

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NTS: Pop dos anos 80

Em mais uma reunião para falar sobre música com os meus irmãos das Noites Trabalho Sujo, eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli atravessamos os anos 80 em busca do pop perfeito. Década que fez parte de nossas infâncias e adolescências, é um período de experimentação musical e de consolidação de artistas completamente novos no panteão mundial. E assim passamos dos gigantes Madonna, Prince e Michael Jackson pelo rock brasileiro da década, a ascensão do U2, o heavy metal daquele período, o surgimento do rap e da música eletrônica e um monte de hits que não saem de nosso inconsciente. E a gente podia ficar falando horas sobre isso…

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Vida Fodona #719: Sei lá o que tá acontecendo

Tantas coisas acontecendo, tantos sentimentos superpostos que eu nem sei mais de nada…

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Tudo Tanto #089: Roberto Barreto

Como uma banda como o BaianaSystem sobrevive sem shows? O papo com o guitarrista e fundador do grupo Roberto Barreto parte de uma dúvida que pairou sobre o grupo durante todo o ano de 2020 e materializou-se no recém-lançado disco OxeAxéExu, primeiro conjunto de canções da banda que nunca foi testada anteriormente nos palcos e que foi lançado em três partes, contando com a reação do público entre um ato e outro como uma forma de retomar o diálogo perdido com a ausência de shows. E vem mais novidades neste ano…

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Jornalismo-Arte: Alex Antunes

Vamos às origens daquilo que a gente chama de jornalismo musical moderno com um longo papo com um dos pilares do gênero. Alex Antunes dividia-se entre o ativismo político, o início do punk e a cobertura das transformações culturais que aconteciam no fim da ditadura militar no final dos anos 70 até que misturou estes três polos ao começar a escrever sobre música, primeiro em fanzines e na ancestral Somtrês até ser um dos primeiros grandes nomes da recém-lançada revista Bizz. Com passagens por algumas das principais redações do país, ele equilibrava-se entre o jornalismo, a vida de artista underground (à frente dos grupos Akira & As Garotas Que Erraram e Shiva Las Vegas) e o xamanismo, que lhe rendeu seu primeiro romance. Uma viagem no tempo que dá a esta edição do Jornalismo-Arte ares de arqueologia, mas sem que nunca fique uma sensação de nostalgia ou saudade, afinal o bom é ouvir Alex contar histórias sensacionais, que vão de como ele parou de falar com Mario Sergio Conti, como fundou a revista Set, como lançou a carreira de produtor do Miranda ou como fez o último passeio de carro ao lado do mitológico Celso Pucci.

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Kiko Dinucci de volta ao skate

Depois de parir seu Rastilho a partir de um acidente de skate, Kiko Dinucci reencontra a velha prancha ao convidar integrantes do coletivo Velô Skatearte para fazer o clipe de “Febre do Rato”, que ele apresenta em primeira mão aqui no Trabalho Sujo, bem como conta a história de como o clipe aconteceu. Veja abaixo:

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Trabalho Sujo ao vivo #002

De novo…

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Rádio Trabalho Sujo: London Calling, do Clash

Uma das principais bandas do punk rock inglês, o Clash deu um salto considerável ao transformar seu terceiro disco em um manifesto sobre a história do rock. Em mais uma edição do Rádio Trabalho Sujo, comento sobre a transformação do quarteto de um grupo politizado e musicalmente direto na conhecida “única banda que importa” a partir do disco duplo London Calling. Assista aqui: Continue

Bom Saber #046: Fabiana Moraes

Em mais uma edição do meu programa semanal de entrevistas, convido a querida Fabiana Moraes para conversar sobre as mudanças que estão acontecendo no jornalismo brasileira. Ela, que atualmente publica no Intercept Brasil e também dá aula de sociologia, passou por alguns dos principais veículos independentes do Brasil e publicou cinco livros desenvolvidos a partir de reportagens que apurou. Aproveito para pedir que ela comente sobre seus dois próximos trabalhos, um sobre a importância da pauta no jornalismo e outro sobre como o nordeste brasileiro era visto pela geração modernista há um século.

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Altos Massa: A gente precisa do escapismo?

No meio do mar de lama emocional que atravessamos neste 2020 que segue se arrastando por 2021, às vezes dá vontade de parar de saber de tudo que está acontecendo para focar apenas nos seus próprios problemas pessoais – que já não são poucos. Na primeira edição do Altos Massa a ir para o domingo, eu e Pablo Miyazawa falamos da importância de tirar a atenção dos problemas de larga escala pelo menos momentaneamente e como isso não necessariamente implica em alienar-se da realidade.

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