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Outro dia de rei

Porque você sabe que janeiro é o mês dos fodões – e se estivesse vivo, Elvis faria 73 anos hoje. Foda-se que talvez apoiasse o McCain e a Guerra no Iraque, o cara inventou o mundo como o conhecemos.

Cada uma…


Metronomy – “A Thing For Me”


Lykke Li – “Little Bit”


Ed O’Brien, Phil Selway, Jeff Tweedy & Johnny Marr – “Fake Plastic Trees”


Bad Folks – “The Weight”


The Very Best – “Kamphopo”

Angelentos

Quando Angeli liberou fazer o longa sobre os velhos hippies Wood & Stock, seu universo foi oficialmente apresentado ao mundo da animação (o próprio Otto Guerra, diretor do filme, já havia feito umas animações com os Skrotinhos, mas foram comerciais de Kaiser, não conta…). Ao ganharem movimento, os personagens do velho cartunista se mostraram quase estáticos, paradões – não apenas em termos espaciais mas também temporais. A história fraca do filme na verdade era um pretexto para dar animação a uma série de piadas conhecidas em forma de tirinhas desde os anos 80 – mas quanto tempo você leva para ler uma tirinha? Cinco segundos? Em Wood & Stock, esses cinco segundos transformavam-se em 30, deixando tudo muito lento e sem timing. Mas ao menos o filme tinha um traço lindíssimo, verdadeira homenagem ao desenhista Angeli.

Agora vem a Cultura com uma idéia parecida e exibe os Angelitos, que, ao picotarem as historietas em forma de microcurtas, poderiam ser, em tese, legais. Mas olha só:

Que agonia! Personagens míticos e tiras clássicas transformados em desenhos desanimados – e nem o traço faz jus à sujeira do nanquim de Angeli.

E aos poucos o documentário do Cristiano sobre o mítico Paebirú vai tomando forma…

Ainda no clima do filme de super-herói mais esperado do ano, o Edilson me mandou essa entrevista em que o mestre Alan Moore em que ele fala sobre a natureza de sua minissérie.

A história da internet, contada de uma forma didática e inteligente – alguém se dispõe a dublar isso pro português? Aposto que o autor curtiria… A dica é da Bia, que tá com blog bem legal lá com o povo Gizmodo.

Still Watchmen

Ainda no assunto, dois carinhas pegaram o já (mesmo com a música bregona dos Pumpkins) clássico trailer do filme e contrapuseram com as cenas do quadrinho original. Esse primeiro foi bem didático, justapondo cena a cena.

Já esse outro foi além e pegou a premissa da mesma Watchmen Motion Series e animou os quadrinhos um a um, para recriar, com o traço de Dave Gibbons, o supracitado já clássico trailer. Às vezes fica tosco, em outras funciona que é uma beleza.

Aproveitando que falei sobre o filme, lembra que eu falei da Watchmen Motion Series, aqueles pequenos curtas animados que faziam os quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons se mexer que nem aqueles desenhos antigos da Marvel? Esta série, que funcionava como uma espécie de aperitivo para quem quisesse se ambientar com a minissérie, originalmente estava disponível para download gratuito para quem tivesse conta no iTunes. Mas, aos poucos, os clipes começaram a aparecer no YouTube – e um desses caras fez um mashup de trechos do Watchmen Motion Series com o mesmo texto lido por ninguém menos que o próprio Alan Moore – que, como vocês sabem, é contra o filme baseado em sua obra.

E esse trailer japonês do Watchmen?

Nixon, Fidel, war room, JFK e o Comediante no grassy knoll! Porra…