Música

Enorme prazer de conversar nesta edição do Tudo Tanto, meu programa semanal sobre música brasileira, um papo com o papa do rock gaúcho, mister Frank Jorge, que está para lançar seu novo disco em parceria com o produtor carioca Kassin. Aproveitei a deixa para, claro, falar do disco novo mas também voltar no tempo e fazer uma radiografia de sua carreira a partir dos Cascavallettes e Graforreia Xilarmônica e falar sobre a importância do humor, da canção e da estranheza em seu trabalho.

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Em mais um programa sobre jornalismo e música, chamei o Rafael Chioccarello, do site Hits Perdidos, para contar sua trajetória junto à cobertura de música, como ele aos poucos criou seu próprio site e como o utiliza para travar diálogos – tanto no site quanto nas redes sociais – com seu público e também com artistas, aos quais dedica uma especial atenção inclusive fora de seus domínios. Ele conta como fez teste para ser VJ da MTV, como a pandemia mexeu com seu trabalho e quais são os novos desafios para 2021.

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Que momento! Na minha edição desta semana da meu programa de entrevistas Tudo Tanto, sobre música brasileira, tenho a enorme honra de receber o mestre Jards Macalé, que está cheio de novidades para 2021: um disco em parceria com João Donato, outro em homenagem ao centenário de Zé Kéti, outro instrumental, um festival sobre sua obra no cinema e seis shows que irá gravar ainda neste início de ano. E aproveito a oportunidade para lembrar história dos anos 60, 70, 80… até hoje.

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Em mais um programa dedicado a jornalismo e música, converso com o compadre Camilo Rocha, pilar da dance music brasileira, quando convergiu crítica e reportagem ao redor da então incipiente música eletrônica. Jornalista e DJ, ele trouxe o conceito de rave para o Brasil ao mesmo tempo em que abriu espaço para estes artistas pelos veículos que passou, da Bizz ao Vírgula, passando pela fundação do clássico Rrraurl, UOL, Estadão e finalmente o Nexo, onde trabalha hoje. E antecipa o livro que está terminando, com previsão de lançamento ainda para este ano.

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Finalmente chego ao Brasil no Rádio Trabalho Sujo, meu programa em que conto histórias sobre a história da música, e começo por uma história que pude testemunhar, quando o grupo Legião Urbana tocou pela última vez em sua cidade-natal, em Brasília, quando lançou o disco Que País é Este? – 1978-1987, no estádio Mané Garrincha, que acabou num caos generalizado após um show polêmico encerrado abruptamente. A versão em vídeo é a fita bruta que depois de editado vira um programa em áudio que estreia no Dublab Brasil na quarta, às 16h, E agora também está no Spotify.

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Conversar sobre música só não é melhor do que conversar sobre música com os amigos, e assim trago mais um Vários Artistas, programa quinzenal que chamo velhos e novos chapas para papear sobre discos, shows, músicas e todo esse universo que tanto amamos. Desta vez voltei bem no tempo quando reconecto-me com um broder de décadas atrás – Serjão Carvalho construiu sua reputação na fotografia, mas sempre foi parceiro de sons e shows, principalmente o tempo em que trabalhamos juntos nos anos 90, em Campinas, quando ele assistiu ao parto do **Trabalho Sujo**. Várias histórias!

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Na edição desta semana da minha coluna sobre música brasileira Tudo Tanto, resolvi bater um papo com o empresário suíço André Bourgeois, que, há vinte anos no Brasil à frente da Urban Jungle, gere a carreira de diferentes artistas como Céu, Boogarins, Otto, Edgar e Teto Preto, entre outros. Além de repassar seu histórico e sua relação com a música brasileira, também olhamos para os bastidores da música no país em tempos de pandemia – e como isso pode mudar completamente a música como a conhecemos.

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Mais um mestre que 2021 carrega: o pianista e tecladista Chuck Corea, que começou sua carreira tocando em alguns dos álbuns mais clássicos de Miles Davis (como In a Silent Way e o catártico Bitches Brew) e, ao lado do mestre, ajudou a fazer a transição do jazz dos anos 70 para os anos 80, estabelecendo uma vertente do gênero que muitos torcem o nariz mas que tem sua importância, o fusion. Antes disso, tocou no clássico grupo Return to Forever, além de tocar com alguns dos principais nomes do gênero. Ele morreu nesta terça, após ter descoberto um raro tipo de câncer que se desenvolveu muito rápido, como disse sua família em uma nota.

Conversando sobre jornalismo e música praticados neste século, desta vez chamei Bento Araújo, o senhor Poeirazine, para contar sua trajetória e falar sobre este pequeno império pessoal que ele criou no começo do século, como um fanzine impresso. Entre 2003 e 2016, a publicação pagou as contas de Bento, que embarcou em seguida em um projeto mais ousado: um livro bilíngüe sobre os 100 discos psicodélicos mais importantes do país. Lindo Sonho Delirante chega à sua terceira edição e funciona como gancho para falarmos sobre jornalismo independente, como sustentar um negócio desta natureza, a comunidade que ele criou ao seu redor, turnês pela Europa, o Poeiracast e, claro, sobre sua paixão pela música.

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A morte de Mary Wilson, nesta quarta-feira, enterra de vez o sonho das Supremes, principal grupo vocal dos anos 60 (e a concorrência não era fraca…). Mesmo ela não sendo a principal estrela do grupo – trunfo que ficou para Diana Ross, que acabou desconfigurando o trio a favor de seu estrelato -, ela foi uma de suas fundadoras e era a alma do trio, com sua voz suave e aveludada, que funcionava como sua presença na banda: era a cola que segurava tanto os três vocais quanto as três estrelas no estúdio quando a situação ficava tensa. Sem contar que era maravilhosa…