Jornalismo

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Com o aval da família e acesso a raridades nunca vistas fora de seu círculo mais íntimo, o diretor Alex Winter, que dirigiu os filmes Bill & Ted, mergulhou na essência do iconoclasta-mor Frank Zappa e parece ter conseguido fazer o documentário definitivo sobre a complexidade deste gênio. O trailer é de tirar o fôlego.

O filme passa nos cinemas nos EUA dia 23 de novembro para chegar às plataformas de vídeo online no dia 27.

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Em mais um programa dedicado a contar o estado da imprensa que cobre música, converso desta vez com Guilherme Werneck, que depois de passar por algumas das principais redações do Brasil, tanto como repórter, editor e executivo, atravessou as transformações nas duas áreas nos últimos trinta anos e agora lidar a Bravo reinventando inclusive o conceito original da revista de cultura. Falamos sobre como o modelo atual de jornalismo acaba tornando a cultura coadjuvante, sobre a necessidade da crítica musical, a chegada da internet à profissão e uma uma barriga que derrubou meia direção do BNDES, entre outras lembranças e observações sobre uma mudança inevitável nesta área.

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O filósofo Sílvio Almeida cede aos anseios de seu novo público e lança seu canal no YouTube entrevistando ninguém menos que Mano Brown. O encontro inaugurou o novo canal e só peca por ser curto – mas há muito o que aprender nestes pouco mais de vinte minutos de conversa. E é muito importante ver o Brown, falando de Pelé, mencionando a solidão de um rei.

Assina o canal dele porque promete…

Rastilho extra

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Kiko Dinucci já havia mostrado “Habitual” nas versões ao vivo que fez de seu Rastilho, o ótimo segundo disco solo que lançou no início do ano. Mas só agora registra a música oficialmente, que em sua versão de estúdio conta com vocais da Ava Rocha.

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Helder Aragão saiu do interior do Sergipe rumo ao Recife e ajudou a moldar a cena que reinventou a música do norte do país a partir dos anos 90. Seguiu sua carreira adotando o pseudônimo DJ Dolores a partir de seu apreço pela linguagem eletrônica e trilhou caminhos que o levaram para o exterior e para o cinema, sempre cruzando fronteiras de linguagem e investigando possíveis novas conexões, como a que está começando a fazer com a África lusófona. Falamos sobre sua trajetória e também sobre a perspectiva de futuro para o país do ponto de vista da produção artística.

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O grupo inglês Arctic Monkeys acaba de anunciar um disco para 2020, quando tornam oficial o registro do show que fizeram no dia 7 de junho de 2018, quando mostravam pela primeira vez seu excelente Tranquility Base Hotel + Casino para seus conterrâneos, depois de passar pelos EUA e por parte da Europa. Como no show há dois anos, a renda arrecadada na venda deste disco também vai para a ONG War Child UK, que ajuda crianças que sofreram traumas de guerra e que está passando por apertos financeiros devido ao coronavírus. Abaixo, o trailer, a capa e as músicas que estarão no disco, que já está em pré-venda.

Arctic-Monkeys-Live-At-The-Royal-Albert-Hall

“Four Out of Five”
“Brianstorm”
“Crying Lightning”
“Do I Wanna Know?”
“Why’d You Only Call Me When You’re High?”
“505”
“One Point Perspective”
“Do Me a Favour”
“Cornerstone”
“Knee Socks”
“Arabella”
“Tranquility Base Hotel & Casino”
“She Looks Like Fun”
“From The Ritz to the Rubble”
“Pretty Visitors”
“Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair”
“I Bet You Look Good on the Dancefloor”
“Star Treatment”
“The View from the Afternoon”
“R U Mine?”

pattismith

Várias pessoas me recomendaram a edição do podcast WTF em que seu apresentador, o norte-americano Marc Maron, entrevista nossa querida Patti Smith e só posso repassar a recomendação adiante: ela fala sobre o tempo que morou no Chelsea Hotel, sobre Nova York, sobre sua relação com Burroughs e com Allen Ginsberg, sobre poesia… Patti Smith sendo Patti Smith.

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Ao anunciar seu terceiro álbum o solo, o mestre John Carpenter, diretor de clássicos do cinema de terror, o faz com o o primeiro single, a assustadora “Weeping Ghost”, que trabalha dentro do território musical que o acompanha desde os anos 80, quando compunha as trilhas originais de filmes memoráveis, como O Enigma do Outro Mundo, Fuga de Nova York e They Live. Lost Themes III: Alive After Death será lançado em fevereiro pela mesma gravadora Sacred Bones com quem lançou duas faixas neste ano, “Skeleton” e “Unclean Spirit”, em agosto.

Como no disco anterior, Lost Themes II, de 2016, ele volta a trabalhar com o filho Cody Carpenter e seu afilhado Daniel Davies (que, por sua vez, é filho de David Davies, dos Kinks) – e o disco já está em pré-venda. No final de agosto, ele recebeu o prêmio pelo conjunto da obra no canadense Fantasia Film Festival e falou por uma hora sobre seu trabalho, além de confirmar seu envolvimento direto com o remake de O Enigma do Outro Mundo. Ele desconversou quando perguntaram se era uma continuação ou uma história anterior – só espero que ele possa compor a trilha para esta nova versão, imagina…

ceu-kexp

As vantagens da quarentena: Céu pode participar de uma apresentação na rádio norte-americana KEXP, a partir de casa, sem precisar viajar para os EUA. E gravou uma entrevista e um show exclusivo para a rádio acompanhada de seu marido e produtor Pupilo na bateria e de seu fiel escudeiro Lucas Martins no baixo.

“Arrastar-te-ei”
“Pardo”
“Forçar o verão”
“Lenda”
“Coreto”

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Prestes a lançar uma reedição de Stankonia, seu clássico disco do ano 2000, os dois Outkast incluíram no pacote uma versão que o vocalista do Rage Against the Machine, Zack de La Rocha, fez para o clássico “B.O.B. (Bombs Over Baghdad)”, entupindo o hit de guitarras e elevando-o a outra estratosfera.

Pesado!