DM

O primeiro DM de 2021 chega logo depois da notícia da vacina quando eu e Dodô discutimos os desdobramentos – políticos e sociais – que poderão ocorrer após esta notícia. E é claro que tudo é motivo para falar de todo tipo de assunto, embora esta edição tenha conseguido ter um foco raro à natureza do programa.

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Dez

Será que esse último mês foi o pior mês deste bizarro 2020? O quanto a expectativa sobre o fim do ano e a negação do brasileiro em relação à quarentena transformou estes últimos trinta dias num dos períodos mais desgastantes de um ano pra lá de exaustivo. Eu e Dodô Azevedo embarcamos no último DM de 2020 puxando referências tão díspares quanto como a revolução industrial matou a noite, o Popol Vuh, Carl Jung, Tenet, nosso histórico de natais e reveillons, o From Hell colorido, a solidão do fim de ano e as adversidades que nos unem.

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American Utopia derrubou Trump? O exército brasileiro tem estrutura para segurar um país nas costas? Os shows devem começar sempre mais tarde? O verão do coronavírus, as chuvas torrenciais em São Paulo, a entropia da vida, a conexão entre judeus e negros no início do século 20, as regras do neoliberalismo e a Netflix virando uma emissora de TV: eu e Dodô atravessamos mais uma edição do DM fugindo do assunto que iríamos conversar.

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A eleição de Joe Biden ainda não estava definida quando eu e Dodô gravamos a edição desta semana do DM, em que falamos sobre como a derrota de Trump impacta culturalmente no planeta mais do que sua complexa derrota política – e isso diz respeito não apenas às próximas eleições no país (tanto a desse ano quanto a próxima, daqui a dois anos) como no futuro próximo que, de repente, parece mais promissor do que dez anos atrás.

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DM is back e mais uma vez desembestamos a falar sobre o que não tínhamos falado nas últimas semanas: Lovecraft Country, metrópoles tropicais, o terror do sotaque carioca, eleições no Brasil e nos EUA, o saber das crianças, o futuro das cidades, Mano Brown, a frustração de não ser mais capital do Brasil, Belém, a biblioteca do Veríssimo, um século de esquerda, a Lampion’s League, a maior cidade de interior do mundo e Pinblon.

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Partimos de um tema objetivo – as novas regras para concorrer ao Oscar do ano que vem – para aquela discussão aleatória que tanto apraz a mim e ao Dodô Azevedo, a deixa para falarmos sobre a publicidade como magia, Gramado decolonizada, a transformação do teatro no Rio de Janeiro, o melhor filme do Tim Burton, redes sociais, o fim do Vídeo Show, Picasso e a África, a liberdade de esquecer, o Dog Day Afternoon negro, como a geração anos 80 não se impôs, a terceira temporada do CliMatias, a garota do Tang, macropolítica e micropolítica, sem destilar ódio e sem milhões de views – tudo sem necessariamente sair do tema.

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Tínhamos outra pauta, mas eu e Dodô preferimos deixar rolar a conversa e passamos pela encenação da dor, Battlestar Galactica, sertanejo com música gaúcha e axé music, Roger Ebert sobre Spike Lee, a linguagem da imagem, mito x palavra, imperialismo maia, I May Destroy You, “Parque Industrial” do Tom Zé e a travessia do Mar Vermelho em mais uma edição desenfreada do DM em que discutimos tudo isso que está aí.

DM: Freestyle

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No nosso décimo programa, eu e Dodô finalmente começamos a conversar sobre o Juntatribo, embora sugerimos apenas o início de algo maior, e contamos com a participação do grande Fabio Bianchini numa edição do DM que retoma as raízes dos primeiros episódios: longos papos sem rumo que vão da eleição deste ano ao drama da passagem de som, passando por Ernesto Lecuona, 1984, a volta da inflação, mulheres negras, o palco que caiu, a demo do Astromato, o pato da Fiesp na testa, o gorro dos Beastie Boys, a árvore do Fabio Leopoldino, o prenúncio da geração digital e até Engenheiros do Hawaii.

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Mudamos mais uma vez o tema do programa em cima da hora porque neste sábado o Spike Lee vai realizar sua block party em homenagem ao Michael Jackson pela primeira vez online. Foi a deixa para que eu e Dodô discutíssemos sobre a importância deste que, mesmo após sua vertiginosa queda de popularidade, escândalos e morte, segue como nosso principal paradigma de rei do pop – e não só da música!

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Íamos falar de Juntatribo, mas Lovecraft Country, a nova série de horror da HBO, nos fisgou logo após seu primeiro episódio, por isso pulamos o festival indie campineiro para dedicar a edição desta semana do DM à investigação da obra e do personagem que inspiraram a série, o incel chamado H.P. Lovecraft, bem como a história de seu legado e sua mitologia, que foi parar inclusive nas mãos de Alan Moore. Também celebramos as cabeças por trás da série – nominalmente JJ Abrams, Jordan Peele e Misha Green – e descobrimos que o futuro da era de Aquário é o Grande Lebowski.