Cine Ensaio

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Um dos marcos iniciais do cinema, o cinema de terror sempre esteve renegado à segunda divisão da sétima arte, mesmo com clássicos imbatíveis, sucessos de crítica e de público. Eu e André Graciotti, no Cine Ensaio desta semana, debruçamo-nos sobre a história desta tradição para honrar seus principais marcos e criticar os desvios criados para não se celebrar este estilo como o que ele realmente é: um dos principais gêneros da história do cinema.

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Quem mais está querendo que os cinemas voltem a funcionar é Christopher Nolan. O criador da trilogia Batman e de clássicos modernos como Interestelar, Dunkirk, Memento e O Grande Truque quer que seu filme de 2020 seja visto ainda este ano nos cinemas e não arreda o pé disso. Mas por quê? O que ele está querendo esconder? Cheio de mistérios como alguns de seus projetos anteriores, Tenet guarda segredos que eu e o André Graciotti tentamos desvendar nesta edição do Cine Ensaio, além de aproveitarmos para comentar sobre o cinema deste diretor que está entre os mais importantes da atualidade.

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Os cinemas devem voltar à atividade em agosto – mas você tem coragem de entrar em uma sala de cinema em plena pandemia? Eu e André Graciotti falamos sobre como o momento em que vivemos está impactando a indústria do cinema e como isso pode mudar completamente nossos hábitos nos próximos anos em mais uma edição do Cine Ensaio.

O fim do futuro

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A partir dos anos 1980, a ficção científica determinou que o futuro havia chegado. A partir deste período, as histórias do gênero passaram a abordar questões como compulsão tecnocientífica, cataclismo ecológico, realidade virtual, ultracapitalismo e rebeldia política, para vislumbrar um futuro distópico que parecia ser o estágio final da humanidade. Filmes como Blade Runner, Akira, 12 macacos, Matrix, Wall-E, A.I., Exterminador do futuro e Gattaca, entre outros, estabeleceram que o futuro seria necessariamente opressor e pessimista. As características comuns a essas produções, entre outras, serão analisadas no curso, a fim de mostrar como elas contribuíram para uma ideia cínica e pessimista de futuro. Este é mais um curso que eu e o André Graciotti ministramos, a partir do próximo dia 3, na Casa Guilherme de Almeida. Ele acontece online durante todas as segundas de agosto e as inscrições, gratuitas, podem ser feitas no site da Casa Guilherme.

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Quem aguenta ver um filme de quatro horas? Quem aguenta ver uma série com dez episódios de uma hora? Qual é o tempo ideal de um filme? Os filmes da Marvel são uma enorme série exibida no cinema? Mad Men é um filme de dezenas de horas? Eu e André Graciotti não nos apegamos a nenhum filme ou série específicos pra falar sobre tempo gasto – ou aproveitado – assistindo narrativas audiovisuais por horas e horas em mais uma edição do Cine Ensaio.

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No nosso terceiro programa sobre cinema, eu e André Graciotti falamos sobre como o terceiro filme de Ridley Scott naufragou nas bilheterias e abriu caminho em locadoras e na TV a cabo, criando um culto que terminou com o filme sendo refeito e voltando às salas de cinema como um clássico moderno. Mas Blade Runner foi o primeiro filme cult?

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Na segunda edição do programa semanal que faço sobre cinema com o André Graciotti, conversamos sobre a importância do maestro italiano Ennio Morricone, que faleceu no último dia 6 de julho.

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Mais uma novidade da segunda temporada do CliMatias é o programa semanal Cine Ensaio, que apresento ao lado do André Graciotti, que ministrou comigo cursos de cinema no último ano, e que trará discussões semanais sobre filmes, atores, diretores, movimentos cinematográficos, arte e mercado. Na primeira edição, conversamos sobre o que torna o filme um clássico e quais são os novos clássicos.

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Já estão abertas as inscrições para meu primeiro curso online, em que disseco a melhor fase de Quentin Tarantino, seus últimos quatro filmes. Conhecido pelos diálogos ágeis, pelas referências cinematográficas, por seu humor peculiar e altas doses de violência gráfica, o cineasta norte-americano mudou radicalmente o enfoque de sua filmografia ao abandonar o tempo do presente e se dedicar a filmes de época. De Bastardos inglórios a Era uma vez em Hollywood, o autor de Pulp Fiction, Kill Bill e Cães de Aluguel expandiu seu horizonte estético e conceitual ao envolver-se com a história dos Estados Unidos, recriando passagens épicas do passado de seu país a partir de um ponto de vista criativo. O curso, que acontece entre os dias 20 e 29 de abril, é mais uma parceria com o chapa André Graciotti e será ministrado em parceria com a Casa Guilherme de Almeida. Para inscrever-se no curso – que é gratuito e tem vagas limitadas – basta entrar no site da Casa Guilherme.

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Lá vou eu falar de cinema de novo: desta vez criei o Cine Ensaio, ao lado do compadre André Graciotti, em que discutiremos filmes de um ponto de vista mais amplo que sua própria história. E começamos falando do agora, reunindo Bacurau e Parasita para falar sobre como o tenso 2019 também se traduz em dois de seus principais filmes, traçando paralelos e pontos em comuns entre o filme brasileiro e coreano que vão além da catarse, da violência e do desejo de vingança em suas superfícies. A apresentação acontece na próxima quinta, dia 5, às 20h, na Unibes Cultural (do lado do metrô Sumaré), e também falaremos sobre outros filmes do ano que também traduzem estes sentimentos à tona, como Odisseia dos Tontos, Era Uma Vez em Hollywood e Coringa. Os ingressos podem ser comprados antecipadamente neste link.

Cine Ensaio: Bacurau, Parasita e um tenso 2019
Cine Ensaio
5 de dezembro de 2019
Unibes Cultural
Rua Oscar Freire 2500
Ao lado do metrô Sumaré
(11) 3065-4333
R$ 20