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Todos os programas publicados no canal do Trabalho Sujo no YouTube. E mais.

Em mais um programa dedicado a conversar sobre música, chamei minha querida amiga Mariana “Piky” Candeias, para puxar por sua memória musical e reconstruir sua relação com discos e artistas a partir de sua trajetória. Ela, que tem a empresa de assessoria de imprensa Batucada Comunicação (https://www.batucadacomunicacao.com/site/), trabalhou com diferentes gravadoras, como Warner, Abril, Trama e Deck, além de ter passado pela fase áurea da MTV nos anos 90. Ela aproveita para recapitular a evolução de seus hábitos musicais e como eles moldaram seu próprio gosto.

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Thiago França me chamou para participar mais uma vez de seu podcast – e além de ter sido o primeiro convidado a participar mais de uma vez do programa, ainda pude participar da primeira edição presencial do Sabe Som depois do início da pandemia – cuidando, claro, dos protocolos de segurança. O papo foi sobre a produção musical do ano passado e ainda contou com participações remotas de GG Albuquerque, Isabela Yu, Bernardo Oliveira e Pérola Mathias. Confere aí embaixo. Continue

Finalmente consegui conversar com Anelis Assumpção sobre seu agitado 2020 – um ano que começou com o encerramento da peça musical que fez em homenagem a seu pai Itamar Assumpção – a arrebatadora Pretoperitamar – e seguiu com o lançamento de sua discografia em todas as plataformas digitais para finalizar com o Museu Itamar Assumpção, projeto em que trabalhava há anos – uma oportunidade também de criar outros pontos de conexão com a vida e a obra do próprio pai. Na edição desta semana do meu programa sobre música brasileira Tudo Tanto também falamos sobre como ela está encarando a quarentena, sobre processo criativo nestes dias estranhos e sua incursão pelo universo dos livros, um deles em parceria com Kiko Dinucci.

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Era inevitável que entrevistasse o Marcelo Costa, capo do site Scream & Yell, no meu programa dedicado ao jornalismo que cobre música, por isso dediquei o primeiro Jornalismo-Arte de 2021 a repassar sua trajetória, começando nos tempos de quando o site ainda era um fanzine impresso distribuído gratuitamente a partir do interior de São Paulo, a se tornar uma das principais referências do jornalismo independente que cobre música e cultura no país. Marcelo aproveita para falar das aulas que tomou durante a vida, assume que nunca teve iniciativa como gostaria (mas que sempre seguiu as que a vida lhe apresentou), repassa diferentes fases do site e como consegue geri-lo há mais de vinte anos.

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Para começar 2021, chamei Chico Barney, um dos grandes profetas do Twitter brasileiro, para tentar prever o que pode acontecer no decorrer deste ano que está começando – e encontrei um arauto do apocalipse, pessimista a longo prazo com o que está acontecendo com o país, tanto do ponto de vista político quanto social e de comunicação. Ao menos ele espera que a próxima edição do Big Brother Brasil consiga tirar parte do país desse abismo de bad vibe.

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Eis o resultado do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, que foi divulgado na noite desta segunda-feira.

Artista do ano: Teresa Cristina
Artista revelação: Jup do Bairro, pelo álbum Corpo sem Juízo
Melhor live: Caetano Veloso
Melhor disco: Rastilho, de Kiko Dinucci

Faço parte da comissão julgadora de música popular, que escolheu os vencedores acima, ao lado de Roberta Martinelli, Marcelo Costa, Adriana de Barros, Pedro Antunes e José Norberto Flesch.

O primeiro DM de 2021 chega logo depois da notícia da vacina quando eu e Dodô discutimos os desdobramentos – políticos e sociais – que poderão ocorrer após esta notícia. E é claro que tudo é motivo para falar de todo tipo de assunto, embora esta edição tenha conseguido ter um foco raro à natureza do programa.

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Será que este novo ano pode ser bom? Há como ser otimista no meio deste caos que estamos atravessando? Eu e Pablo Miyazawa recepcionamos o novo ano no primeiro Altos Massa de 2021 com um ceticismo duro que pode por vez soar paranoico, mas que também tende a criar uma espécie de rede de segurança. E é justamente neste ponto em que encontramos a chave para encarar o ano com algum otimismo… Será?

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Phil Spector, produtor que ajudou a definir o som da segunda metade do século, morreu neste sábado, na cadeia. Ele inventou a produção “wall of sound”, que dava um ar grandiloquente e suntuoso para pequenas joias pop – a mais conhecida, deste período, é a imortal “Be My Baby”. Ajudou a parir clássicos como “You’ve Lost that Loving Feeling” e “River Deep, Mountain High”, além de ter produzido o último disco dos Beatles – o único a não ser produzido por George Martin -, o póstumo Let it Be. Também trabalhou com John Lennon, George Harrison, Leonard Cohen e com os Ramones. Junto de sua fama de produtor espartano, vinha junto a péssima reputação como ser humano – misógino e paranoico, ia armado para todas as gravações e apavorava músicos e intérpretes ameaçando-os de morte, além de ter torturado psicologicamente sua esposa Ronnie Spector, uma das Ronettes, que teve de fugir de casa para salvar-se, e ser acusado por dois de seus filhos de tê-los molestados quando ainda eram crianças. Sua carreira terminou a partir da morte de outra esposa, Lana Clarkson, em 2003, que finalmente o levou à cadeia em 2009, onde permaneceria preso até 2024, quando poderia sair sob condicional. Mas foi vítima do covid-19 e morreu devido a complicações após ter contraído a doença.

Chamei o autor do melhor disco de 2020, o grande Kiko Dinucci, para discutir a história deste seu Rastilho e sua reconexão com o violão, contando como o disco se materializou de um acidente de skate ao seu lançamento no início do ano. Falamos sobre como o disco capturou o clima da quarentena antes de ela começar, dos bastidores da primeira live deste novo momento e, inevitavelmente, da situação política e social do Brasil.

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