Vinteonze: Pranksters, pricks, punks e lordes

Finalmente mais um especial cinema em que falamos de alguém confundido com Jesus Cristo, outro meio foda-se tudo, mais um personagem super intrincado, um produtor picareta, um elenco impecável, da arte de brincar de criar mitos, do direito de xingar, da lógica do Monty Python, de uma mulher dupla, de um filme que não vai mudar a vida de ninguém, personagens recorrentes, de tudo que vai se amarrando aos poucos, da caravela voadora de Da Vinci, do jeito que brincam com a personalidade de cada um, de uma galera estudando xadrez na União Soviética, de uma falsa protagonista, do Quermite, de um monte de gente em volta dele, do altar dos Anos Vinte, de cheirar cocaína, do escalamento da moral social do coletivo, do Zé Colméia e do Scooby Loo, de uma briga clássica na história dos limites da censura, de uma música de masturbação do Prince e de como a história da humanidade é a história da superação da violência através do diálogo – tudo isso ao som do Força Bruta, do Jorge Ben. Shall we?


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0026“ (MP3)

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Sem Resultados

  1. Daniel Araujo disse:

    -Um Conto Chinês é legal pacaraio mesmo! Fui assistir “no escuro”, não tinha a menor idéia do que era o filme, e curti muito. Esse Darin é fantástico, o cara destrói nesse filme. Talvez o melhor mau-humorado do Cinema!
    -Tem um outro filme com o Darin que é fantástico também, ficou pouco tempo em cartaz e não vi ninguem falando dele. Chama ABUTRES, e é do Pablo Trapero. Filmão! Sobre o relacionamento de uma paramédica com um advogado picareta que vai em acidentes tentar descolar um trampo com a vítima, tipo processar o culpado pelo acidente, ou cobrar uma indenização. Esse advogado é o papel do Darin. Ele chega nos acidentes antes da ambulância e fica lá passando uma conversinha na vítima até a albulância chegar, e é assim que ele conhece a paramédica. A sinopse parece até coisa de comédia romântica, mas é dos filmes mais depressivos que já vi. Uma paulada!
    -Voltando no papo da Mirian Lane, esses dias reli um livro da Conrad (“Homens do Amanhã”) e no prefácio nos lembram que a Lois era Miriam e o Clark Kent era EDUARDO. Como deixaram uma tradução tão espetacular se perder?
    -E aí tá.

  2. YCK disse:

    Mulher de Senador é foda. Tem uma história que um general não foi presidente do Brasil porque ficou de amizade com a cunhada e as esposas dos outros generais vetaram.

  3. Breno Fortes disse:

    Po, quando Un Cuento Chino tava no cinema aqui na espanha bobiei e acabei não vendo, fiquei com uma puta vontade de ver agora…

    E seguindo o tema dos filmes argentinos, rola uma errata aí, ‘Abre los Ojos’ e ‘Tesis’, do Amenábar e ‘Los Amantes del Círculo Polar’ do Julio Medem são espanhóis! 🙂

    De argentinos recomendo ‘El Hombre de al Lado’ do Mariano Cohn e Gastón Duprat, ‘Tiempo de Valientes’ do Damián Szifron e ‘La Historia Oficial’ do Luis Puenzo…

    • YCK disse:

      Interpretei “O homem do lado” como uma richa interna entre argentina nova/moderna/européia e argentina antiga/colonial/sudaca. Como viu o filme do seu ponto de vista?

  4. Luiz Augusto. disse:

    pedido pro próximo vinteonze: falem algo desse doc http://youtu.be/PEcvjN7s260