Vinteonze: Obviamente produto de consumo fraco

Eu não sei como é que a gente consegue misturar o papel dos produtores na história da música gravada, o filme do Novos Baianos, o disco novo do Momo, música eletrônica dos anos 80, as trilhas sonoras de Kubrick, o filme do Itamar, Chico Buarque no Facebook, a influência da música eletrônica no tropicalismo, Coração Materno de terror, João Gilberto e W. Carlos, o filme do Lars Von Trier, a nova ótica da carreira de Caetano, “Jesus negão, não!”, Miranda e o Banguela num papo com pouco mais de 40 minutos, o tempo de duração do disco novo do Kassin. Mas o fato é que a gente consegue.


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0016“ (MP3)

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Sem Resultados

  1. YCK disse:

    Matias, é o #16.

  2. Valeu, acertei na hora de gravar, errei ao postar 😛

  3. Joao disse:

    Tocando nesse assunto das trilhas sonoras eruditas do Kubrick, rola um papo de que ele queria usar o Atom Heart Mother Suite do Pink Floyd na trilha de Laranja Mecânica, mas o Pink Floyd recusou porque o Kubrick queria fazer muitas edições na música. Inclusive dá pra ver o Atom Heart (com a famosa capa da vaca no pasto) quando o Alex passa na loja de discos.

  4. YCK disse:

    O doc do Itamar é bom, bem montado, segue uma linha cronológica boa. Tem trechos de shows, entrevistas, tanto com o nego dito quanto com as filhas dele, a mulher, amigos, as orquídeas. Tem um cara na augusta de final de semana que vende filmes cults piratas, coisa que não vem pro circuito br ou que fica pouco tempo. É capaz que ele tenha o “Daquele Instante em Diante”, Ronaldo.

    O “Melancolia” com as cenas do começo, que depois aparecem correndo normais dão uma sensação de deja vú fodida, e concordo, o cara soube usar a tecnologia ao seu favor, a cena final tava de matar.