Vinteonze: Falar do momento, criar uma gíria

Sem esquecer que neste sábado temos a festa de 15 anos do Trabalho Sujo e o primeiro baile Veneno de 2011, terceira fusão de nossos esforços artísticos e primeira que sai do âmbito do áudio digital (Comentando Lost e Vinteonze sendo as duas primeiras), dedicamos o primeiro programa de abril essencialmente à música e, veja só, principalmente brasileira. Abrimos este Vinteonze falando do novo disco de Marcelo Camelo para depois depois falarmos da nova cena jazz de São Paulo, do Criolo Doido, de psicodelia brasileira, do livro da Cosac & Naif sobre o João Gilberto e do Cansei de Ser Sexy, além de fazer a leitura dos comentários sobre o programa passado, contracomentados por nós dois. Na trilha, a grande unanimidade de Caetano Veloso, Transa foi um disco escolhido por sua curta duração e também é assunto de nosso papo furado. E, porra, é o Transa, né?


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0004“ (MP3)

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  1. leitura de comentários?
    comentemos então!

    fazem uns 8 ou 9 meses que conheço o Trabalho Sujo e sempre tenho ouvido os anos vinte

    vocês sempre falam de coisas puta maneiras, e agora falando do Camelo com o Gil, putsss…

    isso sem falar os momentos que falam sobre filmes…

    só lamento morar puta longe dos grandes centros (em Ponta Grossa PR) ficando também longe de muita coisa boa que vocês falam aí

    Quando li ali que iriam falar de psicodelia brasileira logo pensei que iriam passar pelo Me & The Plant, o qual nem sei ao certo se pode ser encaixado aí mas para mim o fato de o cara “tocar” com uma planta já é muito psicodélico

    abraço, até.

  2. Pô, lembro de quando Los Hermanos não eram mega.

    Eu trabalhava numa produtora e fazia computação gráfica pra um programa de surf. Tinha um punhado de cariocas na produção, e todos falavam dos Hermanos. Os caras fizeram sucesso com a Ana Julia e todo mundo achou q era uma banda besta de popzinhos chiclete. Os cariocas explicavam:”Não, Los Hermanos é legal prá caramba, tem q ouvir as outras músicas”.

    Mas ouvir ONDE as outras músicas? Só toca Ana Julia! Aí rolou o seguinte, a produtora, por uma ligação do dono com a Abril Music, fez uns três clipes dos Hermanos: Quem Sabe, Todo Carnaval Tem Seu Fim e Cara Estranho (clipe bizarro q não estaria fora de lugar no fuckyeahdementia). Teve até um momento bonito, porque na produtora tiha um cara que chamava Marcello Camello, xará do Hermano, e muitas fotos foram tiradas do encontro dos – provavelmente – únicos dois Marcellos Camellos do mundo. Na passagem de tempo de um clipe pra outro deu prá ver os caras passarem de uns moleques q apareciam de madrugada p/ ver o clipe na ilha de edição para, ahn, popstars. Depois saí da produtora, não sei se fizeram mais clipes prá eles.

    Na época do primeiro clipe, Quem Sabe, fui ver um show dos Charlatans no Olimpia (saudoso Olimpia) e quem abria eram os Hermanos. Impossível imaginar isso hoje: um show de 50 minutos dos Hermanos, com metade do Olimpia vazio e pouco gente prestando atenção. Mas foi um show muito bom! Anos depois vi um show do Marcello Camello e não chegou nem aos pés, em termos de energia e animação, desse minishow de abertura pros Charlatans.

  1. 12/04/2011

    […] o Eduardo se empolgou com o nosso Vinteonze embalado pelo Transa e botou sua maquininha de banners de letras de músicas pra trabalhar em cima da grande unanimidade […]