Vinteonze: A invenção da juventude

Sacamos o vinil do primeiro disco da Karina Buhr para falar se todo mundo é artista ou se ninguém é artista, do marketing do rock, de uma esquisitice séria, do Pitchfork x Addicted to Noise, da bandeira do indie, da diferença entre rock ou pop, do David Carson na Ray Gun, da Nação Zumbi com a Tulipa Ruiz no Rock in Rio, da Mariana Aydar com o Emicida, do faça-você-mesmo do jazz, de brincadeiras visuais, do porquê de as pessoas serem tão ingênuas, de miniexpectativas e minirrepercussões, dO Iluminado 2, dos discos novos da Mallu Magalhães, Lenine, Marisa Monte e da própria Karina Buhr, do que a revista Bizz representa até hoje, dum contexto em que essa sigla faça sentido, da diferença entre emprego e trabalho, de quando o artista vira um gênero, de um silêncio muito bem colocado, de um beat do Takara por três minutos e da primeira vez que a dinâmica Vinteonze chega ao meio impresso.


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0023“ (MP3)

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9 Resultados

  1. YCK disse:

    Tenho vinte anos e não sei o que a bizz representa.

    Ronaldo, e o Miles? Expo dele no rio e o aniversário de morte dele dias atrás.

    Terminei de ler a bio do Fela, indica uma do Miles agora, por gentileza.

  2. João disse:

    A matéria que o David Carson botou em dingbats é sobre o Bryan Ferry. Olha ela aí: http://ha065.files.wordpress.com/2011/04/raygun1994.jpg

  3. Jacqueline disse:

    jabá?

  4. André disse:

    Caríssimos,

    sempre escuto o programam e sempre tive vontade de comentar mas são tantas idéias que eu teria que estar aí com vcs para poder me explicar ao vivo. Falando nisso, já pensaram sobre uma participação especial dos ouvintes no Vinte 11? Ia ser legal. Eu topo!

    Bom, na verdade to aqui pra dizer que, na minha modesta vopinião, a contribuição do jazz para o rock vai muito além do improviso dos músicos. Também não fico nessa que o rock “roubou” tudo do jazz (não que seja esse o seu caso, Ronaldo). Vejo tudo como uma evolução, onde o próprio jazz ganhou muito com o rock, apesar de ter perdido audiência, principalmente a do público jovem.

    Agora, a cultura do faça vc mesmo já existia muito antes do punk, inclusive no jazz. Caso mais notório é o Sun Ra e sua gravadora Saturn, totalmente independente. Outro exemplo do DIY é o engenheiro de som Rudy Van Gelder, que antes de montar seu estúdio utilizava a sala de visitas da casa dos pais para fazer gravações profissionais de jazz.

    Bom, na verdade nem sei direito porque escrevi aqui, acho que essa discussão pegou num nervo. Adoro o programa. Continuem com o excelente trabalho!! Abs!

  5. Arthur disse:

    Muito legal o papo sobre a Ray Gun e David Carson. Grande influência pra mim como designer.

    Ótimo programa!

  6. Duque disse:

    Vinte Onze e a sua eterna saga “o que é MPB?”. hahaha

    Não conhecia a Ray Gun, e depois dos comentários de voces, e de dar uma pesquisada na net, eu pirei MUITO.

    Tem umas diagramações muito loucas, como títulos sobrepondo os textos, parágrafos invertidos, textos inteiros no meio da junção das páginas…Esse David Carson é um gênio mesmo.

    O triste é que não consegui achar muita coisa dela na net. Te invejo, Matias. Hahaha

    Abraços!

  7. Luiz Augusto. disse:

    dêem um pouco mais de tempo pra gente digerir os vinteonzes.

    apenas sobre o programa passado:
    eu compreendo isso que vocês explicaram sobre amor e ódio serem a mesma coisa e mesmo sozinho acredito que já tinha passado por essa linha de raciocínio. Porém ainda não aceito. Ainda.

    esperando a história dos 12 roteiros.

    abraço.

  8. Luiz Augusto. disse:

    . . . . o Iluminado 2 também né

    li alguma coisa sobre isso por aí, tipo aqui:
    http://dailycaller.com/2011/09/28/stephen-king-writing-sequel-to-the-shining/

    é aquela coisa, ou vai ser muito ruim,
    ou muito bom.

  9. Luiz Augusto. disse:

    acredito que não possa faltar na pauta do Ronaldo para o próximo programa: a morte (hoje) de Leon Cacoff,

    a exemplo do Gil Scott-Heron, mais uma pessoa que eu só descubro no momento de sua morte.