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Sem Resultados

  1. O Sherlock da BBC já saiu por aqui http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22966439&sid=113144202131228706304427218

    Essa ideia do Mundo Livre S/A colocar dublês no clipe de “Melô das Musas” foi usado pelo R.E.M. também em “Crush With Eyeliner”.

    Comentário “Sonia Abrão” da edição: O Lance Bass que o Ronaldo mencionou namorou uma pessoa do Manhattan Connection! Mas não foi o Caio Blinder….hehe http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1646614-9798,00-PEDRO+ANDRADE+FALA+A+REVISTA+SOBRE+NAMORO+COM+EXINTEGRANTE+DO+NSYNC.html

  2. Mateus disse:

    Não achei o disco da Lana del Rey antipop. Claro que algumas instrumentações podem ser pouco habituais para artistas pop contemporâneos, mas todas as músicas do álbum tem um refrão ou uma linha que fica ecoando na cabeça depois de ouvir umas vezes. Na minha opinião umas canções lembram Britney Spears (“National Anthem”, “Dark Paradise”, “Off to the Races”), outras são grandes pérolas pop (“Radio”, “Blue Jeans” e “Diet Moutain Dew”) e outras são simplesmente ruins (“Summertime Sadness”, “Carmen”).

    Acho que é um disco pop meticulosamente pensado e seu sucesso e bom índice de vendas certamente agrada a Interscope, que provavelmente quer sugar tudo que puder da artista enquanto ela ainda tiver tamanho apelo na mídia.

    Não sei como é a autoria das canções, se há muitos produtores e compositores envolvidos além de Lana, mas imagino que sim. Vocês sabem?

  3. André Timm disse:

    Concordo com o Evangelista na questão do Milli Vanilli. Hoje, é tanta pós-produção em estúdio, em cima de gente que canta tão mal, que no final das contas, não se distancia tanto de uma pessoa cantando por outra, como foi o caso da dupla.

  4. não é exatamente um comentário, talvez o fruto para alguma discussão:
    acabo de ver no blog do Marcelo Rubens Paiva ele falando de de uma série, tal de “Pioneer One”, segue algumas linhas escritas por ele:

    “Dias de hoje, fronteira dos EUA com Canadá. Um misterioso objeto radioativo cai na Terra.
    Testemunhas pensam ser um meteorito.
    Outra hipótese é de que a Al-Qaeda espalha por um pequeno avião radioatividade no ar.
    Mas a agência governamental recupera o que parece ser uma capsula espacial desconhecida da era soviética.
    E, surpresa, dentro dela, encontra um moleque russo, debilitado, com câncer e imunidade baixa.
    Talvez um sobrevivente de uma secreta missão a Marte dos anos 80.
    Enquanto a Casa Branca precisa de respostas, a cada hora a história parece mais enrolada. O cosmonauta aparentemente nasceu em Marte, planeta para onde a antiga União Soviética mandara uma espaçonave, cujos tripulantes sobreviveram com os recursos de lá e procriaram, algo cientificamente possível.”
    ( http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/pioneiros/ )

    uma outra resenhazinha http://www.seriemaniacos.com.br/blog/primeiras-impressoes-pioneer-one/

    achei interessante.

  5. Noah Mera disse:

    Faz pouco tempo a revista fórum publicou um artigo comparando o Cortazar ao RENATO E SEUS BLUE CAPS da literatura argentina. http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9731

  6. Daniel Araujo disse:

    – mas que bacana, programa sem convidados! 20-12 roots. Nada contra os convidados, muito pelo contrário, mas foi legal a vibe “nostálgica” desse 20-12/8. Faltou só o áudio baixinho do LOST atrás! 🙂
    – Vi só os 15 primeiros minutos do Sherlock da BBC e achei SENSACIONAL. Watson blogueiro foi incrível. Também foi legal o Watson na psicóloga:”Você precisa escrever no seu blog, para lidar com seus traumas de guerra. Escreva sobre o que acontece na sua vida”. O Watson – “Não acontece NADA na minha vida.” E corta pro título da série – “SHERLOCK”. Massa!
    – O Cortázar é demais. Esses dias, não sei se por conta de aniversario do cara ou algo assim, rolou um movimento no tuiter de gente demonstrando que “Cortazar nunca foi um grande escritor”, que é considerado medíocre na Argentina e que “só o Brasil acha ele grande coisa”. Pensei “E DAÍ?”. O cara era demais, independente da opinião dos conterrâneos dele.
    -Uma dica de livro para o ilustre Ronaldo. Não sei se alguém já sugeriu, ou se até o Ronaldo já leu, mas aí vai: “O Escorpião Encalacrado” de Davi Arrugucci Jr – professor de letras da USP e tradutor de vários livros do Cortázar. É um livro sobre a obra do Cortázar, fala bastante d’O PERSEGUIDOR, AS BABAS DO DIABO e O JOGO DA AMARELINHA, e mais alguns contos. Livrão lindo.

  7. fra tura exposta disse:

    Também concordo com o Ronaldo….Os caras que cantavam para o Milli Vanilli e programas de computador ajustando qq coisa, dá tudo no mesmo…
    Sente só a desgraçeira….

    http://tvig.ig.com.br/musica/clipes/kelly-key-shaking-8a49802635afd8f80135e33315e106b6.html

  8. Gleidson Medeiros disse:

    Olá,

    Mais um exemplo de banda que faz parte do esquema pop fabricado descaradamente assumido. Chama La Casa Azul, projeto de um produtor chamado Guille Milkway. O cara colocava uns modelos para fingir ser uma banda de verdade.
    Segue o link
    http://en.wikipedia.org/wiki/La_Casa_Azul

  9. stêvz disse:

    “I Dunno”

    One of the good things that happened in the sixties was that at least some music of an unusual or experimental nature got recorded and released. So, who were those wise, incredibly creative executives that made this Golden Era possible? Hip young guys with Perrier breath? No — they were old cigarchomper guys who listened to the tapes and said, “I dunno. Who knows what the fuck it is? G’head — put it out there! Who knows? I dunno.” We were better off with that attitude than we are now. The ‘bright young men’ are far more conservative — and more dangerous than the old guys ever were. So, how did The New Guys get in there? Some got in because their Dad was one of The Old Guys. Some of them actually worked their way in — the guy with the cigar said one day: “Sherman, look, I took a chance — it went out there — next thing I know, we sold a few million units. I still don’t know what the fuck this shit is, but we gotta do some more. I tell you, Sherm — I need some advice! Why don’t we get one of those hippie bastards in here?” So, they hire the hippie bastard — not to do anything ‘big,’ just carry the coffee; bring the mail; stand around and look happening. So one day the old guy says: “Sherman, listen — I think we can trust him; he looks like he’s ‘happening.’ We’ll make him an A&R man — let HIM talk to these stupid fuckers with the tambourine ‘n incense. He understands this shit — he’s got the same hair.”
    From there, he’s moving up and up; next thing you know he’s got HIS feet on the desk and he’s saying, “Get rid of Sherman, Ms. Maxwell — and — oh, that ‘new group’? We can’t take a chance on them. . . it’s just not what the kids really want — I know — I got the same hair.” Things will not improve until these cocksuckers move back to Mister Rogers’ Neighborhood. There is something to be said for an executive who is willing to take a chance on an idea, even if he doesn’t like or understand it. The new guys don’t have that spirit. They are forever looking over their shoulder. (Remember when they used to have the same hair? All that shit they stuck up their nose made it fall out a couple of years ago.)

    http://www.katarsis-net.com.ar/downloads/the-real-frank-zappa-book.pdf

  10. YCK disse:

    Papo bom com sempre. E para continuar ilustrando o movimento populacional como um organismo vivo, o crescimento de Vegas desde 1974 visto de satélites.
    http://youtu.be/xFzdyxwx50M

  11. Leonardo disse:

    Enfim mais música no bate papo!!!

    Ia sugerir o DVD/Blue Ray do Sherlok no Amazon UK,região 0, os preços são honestos, e a entrega é bem rápida, mas parece que vale a pena comprar por aqui, pelo menos a primeira temporada.

    ALlás, ainda não assisti, mas o Dr. Watson é o Tim, do The Office!!!

    Ritmo e literatura realmente tem uma conexão muito forte, o Kerouac que o diga.

    Essa pendenga do Cortázar com os argentinos talvez se justifique por dois motivos: 1. o cara escolheu morar em Paris; 2) e mais importante, ele e o Borges viviam trocando farpas.

    Sem querer lançar polêmica, mas já lançando, tirando o velho e bom Machado de Assis e o Nelson Rodrigues, o Brasil não tem um escritor tão interessante quanto o Cortázar, quem dirá quanto o Borges.

    Ps. só os comentários elogiosos são lidos?

  12. Já que o Matias fechou com um livro sobre tempos de internet, acho interessante esse lance do nosso tempo sempre ficar pensado sobre si mesmo, que é meio que a temática do vinte doze — a meu ver, ao menos. Não tenho conhecimento o bastante pra afirmar isso, mas acredito que a internet traz muito auto-análise, formas de comportamento, busca por tendências (as autenticas — industriais ou não) e até essa lance meio filosófico e social de coisas aparentemente irrelevantes tipo a falsidade do pop ou um ícone que sempre se estende como Sherlock Holmes que atravessa os tempos em diferentes formas, seja nos contos de Conan Doyle, na releitura de Umberto Eco em Em Nome da Rosa, CSI’s (em todas as suas formas), até filmes de Guy Ritchie e essa série inglesa que ainda não vi…