Você pode gostar...

Sem Resultados

  1. Strato disse:

    Aspas retiradas da página em homenagem na web:
    http://www.dopropriobolso.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=85:coquinho-foi-embora&catid=44:musica-brasileira&Itemid=55

    “Destes ensaios resultou um dos concertos mais instigantes e criativos que presenciei: a estreia da Patrulha no Teatro Treze de Maio. O Arnaldo estava atrasado, o público e a banda impacientes. Resolveram iniciar o show só os três. De repente, o Arnaldo entra no meio da primeira música, dançando. Uma dança alucinante, improvisada. Uma amostra do viria a seguir. Daí pra frente foi uma cascata de harmonias díspares, cacofonias, batidas poderosas, driving bass, canto gutural, e nada, mas nada convencional. Uma música invadia a outra, uns estavam terminando, mas outros já estavam na próxima. Uma avalanche. O público estava de boca aberta. Eu sorria extasiado.

    Mencionei o tal concerto do Patrulha, o quanto me impresionou e que ainda guardava na memória. Ele disse ter a gravação do show.”

    Putz, alguém precisa achar essa gravação e colocar na web!

    Ainda mais pq o consenso é de que não se gravava quase nada na época.

    O que acho mais bacana desse período que não vivi são as lembranças da galera contemporânea via memória afetiva.

    Na boa, pra mim o melhor rock feito no Brasil em todos os tempos é mais ou menos por aí, com todas as qualidades que se convencionaram como elogios em diferentes épocas posteriores: despretensão, liberdade, improvisos, musicalidade incomum, ousadia, loucure e o K7 A4.

    abs

  2. Fala! Editor! Também sou adepto de LOST! Bacana! Escolheste o mais revelador e penetrante comentário sobre os shows da Patrulha do Espaço em maio de 1978! Também gostei de ver o Philip Dick e outras referências. Bom trabalho, boa sorte