Trabalho Sujo + Rio Fanzine

Falando nessas minhas colaborações para o Rio Fanzine, desenterrei duas edições impressas por aqui. Uma sobre os dez anos da Matador, em que entrevistei o dono da gravadora, Gerard Cosloy:

E outra sobre o pós-rock, em que fiz uma cronologia das “subversões” na história do rock:

Ah, minha juventude…

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  1. ulisses disse:

    quarta numa balada de sao paulo eu discotequei uma do lynnfield pioneers… ah minha juventude[2]

  2. Pablo disse:

    Tinha o recorte desse box sobre as subversões do rock! Lia e relia, mas ainda demorou anos para que conhecesse quase tudo dali via web (o pós-rock não agradou, mas o Wire foi um baque sinistro). R.I.P. Rio Fanzine

  3. Kamille disse:

    Todos nós em algum momento colaboramos pro Rio Fanzine, né? Fico feliz em ter esse capítulo na minha história 🙂