13 Most Beautiful… Songs for Andy Warhol Screen Tests

E pra quem não pode ir ontem, tem esse consolo via YouTube…


Richard Rheem


Ann Buchanan


Paul America


Edie Sedgwick / Billy Name


Susan Bottomly


Dennis Hopper


Mary Woronov


Nico / Freddy Herko


Ingrid Superstar


Lou Reed


Jane Holzer

Dean Wareham e Britta Philips tocando para Andy Warhol

O show de ontem foi lindo.


“Richard Rheem” / “Ann Buchanan” / “Teenage Lightning and Lonely Highways”


“It Don’t Rain on Beverly Hills”


“Herringbone Tweed” / “I Found it Not So”


“I’ll Keep it With Mine”


“Eyes in My Smoke”


“I’m Not a Young Man Anymore”


“Knives From Bavaria”


“Tiger Lily”

E hoje, quem vai?

A conexão Andy Warhol / Galaxie 500

Entrevistei o Dean Wareham ontem sobre os shows de hoje e amanhã aqui em São Paulo, para o Caderno 2

Uma visita a Andy Warhol
Dean Wareham, líder do Luna, homenageia o papa da pop art

“Neste exato momento estou preso no trânsito de São Paulo”, disse Dean Wareham, em entrevista por telefone. Isso foi ontem de manhã, o tempo estava fechado e ele havia acabado de chegar à cidade, onde fará dois shows, hoje e sexta-feira, no Sesc Pompeia.

Líder da mítica banda indie norte-americana Galaxie 500, ele vem ao Brasil pela segunda vez, quando faz duas apresentações diferentes, duas homenagens, uma a Andy Warhol e outra à sua banda original.

O primeiro show é creditado a ele e à mulher, Britta Philips, que também o acompanha em sua banda atual, o Luna. Britta também toca na sexta, embora ele seja anunciado como um show mais de Dean do que propriamente do casal, uma vez que Britta não fazia parte do Galaxie 500.

“Os dois concertos têm a mesma formação e estamos tocando há tanto tempo que praticamente não ensaiamos mais”, explica Dean Wareham, antes de dizer que, para os shows brasileiros, retomaram músicas do Luna, com quem veio ao Brasil em 2001. “Tocamos aqui exatamente uma semana após o atentado do 11 de setembro, por isso tenho boas lembranças daqui. Mesmo com o trânsito e a quantidade enorme de pessoas em qualquer lugar, a comida e o calor humano local nos fizeram muito bem numa época bem difícil de estar em Nova York”, lembra ele.

O espetáculo de hoje já vem sendo exibido desde o início do ano passado. 13 Most Beautiful… Songs for Andy Warhol’s Screen Tests traz a banda tocando sobre a projeção dos testes de elenco do pai da pop art, closes extremos em nomes conhecidos como Lou Reed, Dennis Hopper, Nico e Edie Sedgwick.

Além de músicas compostas para o show, também há versões para Bob Dylan (“I’ll Keep It With Mine”, que Dylan compôs para Nico) e do Velvet Underground (a rara “I’m Not a Young Man Anymore”). Feito para ser apresentado em museus e exposições de arte, o show já passou por retrospectivas de Warhol na Opera House de Sydney, no Lincoln Center de Nova York e no Museu de Arte Contemporânea de Chicago.

Mas passar por esses palcos fez o casal e sua banda terem vontade de voltar às casas de show, criando o que será apresentado na sexta, Dean Plays Galaxie 500 Songs. Para combinar com as duas atmosferas diferentes, o concerto de hoje ocorre no Teatro do Sesc Pompeia e o de amanhã na Choperia.

Martinho do Palco

Que gênia, essa Eve. Ainda fez no iPhone.

Kat Dennings + Andy Warhol

A carta do Tomás mantém o bom nível da rodada, com uma coadjuvante em ascensão em Hollywood (ninguém vive a protagonista de Sex & the City ainda criança impunemente) com um retrato do papa pop tirado pelo fotógrafo Jon Naar, que o próprio Tomás explica quem é. Coisa fina.

Artsy dance

Edie Sedgwick e Gerard Malanga dançam “Wave of Mutilation”. Um mashup cuja base visual é Vinyl, de Andy Warhol.

A história da arte

Vi aqui.

Andy Warhol + Mick Jagger

O ótimo Letters of Note desenterrou a carta em que Mick Jagger convidava Andy Warhol para fazer a capa do próximo disco dos Stones, no caso, Sticky Fingers.

Songs for Drella

Songs for Drella – A Fiction foi o réquiem que Lou Reed e John Cale compuseram em 1990 para a passagem de Andy Warhol pro outro lado. Os dois não tocavam juntos desde o lendário concerto no Bataclan parisiense, em 1972, e resolveram deixar as desavenças de lado pra pagar tributo pro sujeito que bancou o Velvet Underground – lançando oficialmente suas carreiras (quer dizer, Cale já tinha história nas costas) O resultado é uma obra-prima e uma aula, um disco muito além da média do pra lá de medíocre ano em que foi lançado, composta apenas ao piano, viola e guitarra. O disco virou um vídeo na época e eu colei ele tá todo aí embaixo (as letras tão aqui).


“Small Town”


“Open House”


“Style it Takes”


“Work”


“Trouble with Classicists”


“Starlight”


“Faces and Names”


“Images”


“Slip Away (A Warning)”


“It Wasn’t Me”


“I Believe”


“Nobody But You”


“A Dream”


“Forever Changed”


“Hello It’s Me”