Seu Jorge, o Romero Britto brasileiro

Não acho Seu Jorge grandes coisas, mas respeito um cara que começa uma entrevista assim:

“Eu senti que existia uma demanda reprimida por um gênero específico, e esse gênero era eu”

Na Folha.

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  1. Bárbara Lopes disse:

    Matias, e o Romero Britto é de onde? 😛

  2. Er… Era pra ser uma piada…

  3. Mitsu disse:

    tá mais pra Kayne West brasileiro

  4. dafne disse:

    que artista popular como ele falaria algo assim? “Aqui, jogador de futebol ficou lá no ensino fundamental e ganha cem mil por mês. Então, até o pai dele fala: “Estudar pra quê?”. O cara ganha mais do que a árvore genealógica dele inteira. Educação tem que ser discutida todo dia no jantar. Que nem novela. A gente não sabe tudo sobre os personagens? O interesse pela educação deveria ser nesse nível”. Seu Jorge é mais que Romero, muito mais.

  5. dafne disse:

    nunca superou aquelas versões do David Bowie, né Matias? hahahaha

  6. Queisso, eu até gosto delas! Eu só acho q eh o Romero Britto brasileiro pq ele AINDA não é universal. Vou escrever sobre isso.

  7. Rodrigo disse:

    Até dá pra respeitar a história do cara e coisa e tal, mas ficou faltando uma “pitada” de modéstia aí… Tá se achando popstar.

  8. Kamille disse:

    Eu adoro esse disco novo do Seu Jorge! Ele se acha, sim (tá com a bola cheia, a Sharon Jones quando esteve em SP foi fazer jam na casa dele e elogiou, U2 chamou pro palco, é muito querido lá fora etc.), e o reconhecimento lá fora não necessariamente justificaria – vide Jorge Ben, que é super-humilde (aliás, única pessoa a quem eu já vi o Seu Jorge reverenciar, várias vezes). Mas acho ele muito melhor que o Romero Britto, não fica se repetindo tanto assim. E tem uma característica incrível: é muito engraçado. Ouve o disco novo e depois me fala. Cheio de hits. Hits no bom sentido, claro. Agora, detalhe: me dei conta de que ele fala as mesmas coisas em todas as entrevistas. Hehehe.