Se você ainda não se convenceu…

Se você ainda está com a pulga atrás da orelha em relação à qualidade de Watchmen, dá uma sacada na cena de abertura do filme… Mas se você é fã do quadrinho, sugiro que assista na telona, pra não perder impacto.

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  1. Felipe disse:

    Vídeo não disponível. A Warner está mais interessada em “direitos” ou em atrair o público para os cinemas???

  2. jão disse:

    um clímax no início do filme. excelente se você não está na pré-estréia e tem um bando de nerd aplaudindo a película aos cinco minutos…

  3. Odorico Leal disse:

    Assisti ao filme ontem, e há muito tempo não me decepcionava tanto com um filme. Não me incomodaram as mudanças e cortes na história. O filme começa bem, com Nat King Cole cantando a nostalgia enquanto Adrian põe um fim à miséria do Comediante. Depois disso, o filme se esvazia. Enquanto eu assistia, achava tudo muito bem feito, mas ficava me perguntando por que eu estava entediado. E a resposta é muito simples: o filme não tem alma, não tem emoção. A atmosfera, a ambientação do quadrinho não foi transposta para a tela. Não há o clima de paranóia, de medo, de depressão. As pessoas no filme até falam sobre isso, mas não se sente nada. Quando li o quadrinho, meses atrás, o clima que senti foi o de uma mistura absurda de “Five Years”, do David Bowie, com “Taxi Driver” – um clima de destruição e sodomia, com um desejo de redenção desesperada no ar. O problema é que esse clima, na revista, é construído nos detalhes: nas cenas na rua, com o mendigo segurando o cartaz do fim do mundo, o menino lendo a história na banca de revistas, etc. O diretor ignorou completamente os detalhes. Compreende-se, já que ele pretendia fazer um único filme e não podia se estender. Mas, se era pra abrir mão dos detalhes, que conseguisse outra forma de estabelecer aquela atmosfera. Não basta fazer um personagem dizer como as coisas estão ruins, você precisa fazer a coisa acontecer. Basta assistir alguns minutos de “Táxi Driver”, onde Travis pouco fala. Parece meio incongruente, mas nos quadrinhos você consegue sentir o cheiro das ruas, das pessoas, do medo, da paranóia e do desejo de esperança. No cinema, onde supostamente isso seria mais fácil conseguir, o diretor não passou nada. É um espetáculo vazio. Isso fica constrangedor em alguns momentos. Na revistinha, quando o Comediante encontra Molloch e chora na frente dele, dizendo que tudo era uma piada, você fica meio chocado. No filme, ficou nauseante de ouvir o “it’s all a joke”, ficou constrangedor, porque parecia forçar a barra – o filme não sustentava, não dava significado às frases, não preenchia com carga emocional. Saí do cinema puto, porque realmente achei que ia ser uma experiência massa, algo como assistir aos primeiros episódios de Lost. O máximo que se pode dizer desse filme é que é bem produzido. Mas quem não leu a revista não vai ter idéia do que é realmente sentir aquela história e realmente entrar no drama dos personagens e do estado mental geral da cidade paranóica. A cidade, aliás, mal aparece no filme. Não basta colocar “The sound of silence” numa cena para que ela fique boa. Filme vergonhoso.

  4. diego lauton disse:

    concordo que faltou o “mojo” da revista no fime, os detalhes. Realmente achei o filme um pouco vazio nesse sentido. Uma hora parei e pensei se eu estava realmente gostando daquilo. O filme, além de ser muito bem produzido, conseguiu transpor com sucesso o esqueleto, o corpo da revista, mas não sua alma.

  5. William disse:

    Gente ADOREI o filme acho que se eu fosse vocês esperava a versão em DVD